<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-2187791068596331616</id><updated>2011-11-15T15:44:41.849-08:00</updated><category term='artigos'/><category term='desconstruindo lulu'/><category term='comics'/><category term='entrevistas'/><category term='independente'/><category term='bl'/><category term='tirinhas'/><category term='trabalhos da katchy'/><category term='japão'/><category term='mangá'/><category term='quadrinhos brasileiros'/><category term='quadrinhos'/><category term='animação'/><category term='arte'/><category term='gibiteca'/><category term='katchiannya'/><category term='literatura'/><category term='selune'/><category term='lady&apos;s comics'/><category term='lulu-sempai'/><category term='lucita'/><category term='resenhas'/><category term='anime'/><category term='FIQ 2011'/><category term='filmes'/><category term='kaili'/><category term='superman'/><title type='text'>Tsuru - Ano 02</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://journaltsuru.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2187791068596331616/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://journaltsuru.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Katchiannya</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ea2PNIOcTB4/ShNaFT6IUMI/AAAAAAAAACk/RQ5oBDCUw84/S220/2l9k2vr.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>41</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2187791068596331616.post-7201071580255921650</id><published>2011-11-15T15:44:00.000-08:00</published><updated>2011-11-15T15:44:41.858-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='FIQ 2011'/><title type='text'>FIQ 2011</title><content type='html'>O que falar do FIQ?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tanta coisa para contar que eu não sei nem por onde começar...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só posso dizer que, acompanhando o FIQ desde sua primeira edição (acho que perdi só as duas últimas que foram feitas na Casa do Conde), essa foi a primeira vez que eu realmente me senti dentro de um evento de quadrinhos de VERDADE. Quase em uma comicon da vida XD.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poxa, tivemos painéis da Marvel e da DC! E várias avaliações de portifólios!&lt;br /&gt;Mas acho que isso não foi o melhor de tudo. Foi legal ver artistas de vários lugares do país trocando idéias e produzindo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As exposições estava perfeitas - pena que eu tive que ver meio correndo pois estava trabalhando no estande da Casa dos Quadrinhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cinco dias em pé de 9 às 22 horas foi exaustivo e estou quebrada. Mal sinto os meus pés, mas confesso que eu estou plenamente realizada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Encontrei tantos amigos que eu adoro e não via fazia muito tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acho que muitas e muitas vezes fui a pessoa certa na hora certa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha "missão" era conseguir 3 autógrafos, pois trabalhando sei que o resto seria lucro. Jill Thompson, Cyrill Pedrosa e Bill Sienkiewicz&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Jill estava meio encaminhado, pois ia fazer oficina com ela. Mas os outros dois...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo no primeiro dia, fui ao estande do pessoal do Pandemônio, que eu adoro, considero artistas excepcionais, bons amigos e peço desculpas pelo excesso de fangirlismo que me ataca às vezes. XD Sorte das sortes, Cyrill Pedrosa estava lá.&lt;br /&gt;Munida da minha cara de pau, peguei meu Três Sombras (que recomendo para todo mundo) e pedi um autográfo. Como o Pedrosa é simpático!!!! Poxa, ele puxou papo comigo enquanto autografava, perguntou se eu quer estudante de arte. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trocamos idéias sobre animação e ele falou um pouco da época em que ele estava na Disney e do quanto quer ser firmar como quadrinista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A oficina da Jill Thompson foi indescritível. O que poderia ter dado errado se tornou uma coisa sensacional. A webcam estragou e não era possível projetar ela fazendo o exercício de aquarela e nós acompanhando. Juntamos todos na mesa da Jill, e a coisa acabou virando uma mistura de aula de aquarela, aula de quadrinhos, aula de roteiro, palestra, entrevista e bate papo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-1ICr1a2YREA/Tru-hbYFtSI/AAAAAAAAB4c/XBnnvIKFGX0/s1600/FIQ+2011_09-11+%2528234%2529.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="800" width="1205" src="http://4.bp.blogspot.com/-1ICr1a2YREA/Tru-hbYFtSI/AAAAAAAAB4c/XBnnvIKFGX0/s1600/FIQ+2011_09-11+%2528234%2529.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela autografou para quem levou coisas dela e ficou mais e meia hora além do previsto com a gente. Quem quisesse mostrar pastas e desenhos para ela, ela deixou! Tipo, tivemos uma avaliação exclusiva de pastas pela Jill Thompson.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu não queria mostrar meu desenho para ela, mas minha amiga Filó acabou sequestrando e mostrando para a Jill. E ela gostou!!! Caracas, eu recebi elogios da Jill Thompson! It's a nice work. It's a good work!!! Putz!!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois dessa eu podia até ter ido para casa!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Juliana amiga minha também foi outra agraciada por elogios da Jill, afinal não é qualquer uma que tem seu cookie elogiado via twitter por uma quadrinista apaixonada por doces.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra indescritível, que também presenciei por acaso, foi quando o meu amigo  Nikki Nixon deu uma de O Impostor do Pânico e conseguiu entregar para o Mauricio de Sousa a Cebolinha nº 01 da década de 70 para autografar. A cara do Mauricio foi algo sensacional! Ele deu uma paradinha, arregalou os olhos, ficou boquiaberto e depois virou para o Nilo (Nikki Nixon) e perguntou: "Onde foi que você conseguiu isso?"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meu namorado, Nanako Nagase, conseguiu o autografo do Bill para mim! E me falaram que ele é muito gente boa!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esbarrei com o Fernando Gonsales no estande do Pandemonio por acaso. Adoro Niquel Nausea (e peço desculpas para o Udan se me empolguei demais e atrapalhei alguma coisa). Outra pessoa bonissima!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Povo do Pandemonio me deu sorte XD&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bati papo com o Carlos Ruas, outro cara sensacional.  O "Homem de Deus". Falei com ele que meu sonho de consumo era ver ele e o Laerte em uma mesa de debate com o tema Deus. Ele pareceu curtir a idéia, apesar da responsabilidade de contracenar com o Laerte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A oficina da Ana Koelher de Desenho em Três Tons foi ótima! A Ana também me elogiou. ^^ Outra gente bonissíma! Conhecia o trabalho dela por alto por conta do novo Mauricio 50 anos, mas me empolguei em procurar o trabalho dela. Recomendo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.analuizakoehler.com/" target="_blank"&gt;http://www.analuizakoehler.com/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E de quebra, esbarrei de novo com a Jill e pedi um desenho da Morte com a Scary Godmother. Não resisti e falei com ela que além de ela ser um artista sensacional, achei ela uma pessoa ainda mais maravilhosa (porque ela realmente é e outras pessoas do FIQ podem comprovar) e sabe o que aconteceu?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ganhei um beijo na bochecha e um abraço da Jill.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sinceramente, este FIQ, em vários sentidos, foi mais do que épico!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2187791068596331616-7201071580255921650?l=journaltsuru.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://journaltsuru.blogspot.com/feeds/7201071580255921650/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://journaltsuru.blogspot.com/2011/11/fiq-2011.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2187791068596331616/posts/default/7201071580255921650'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2187791068596331616/posts/default/7201071580255921650'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://journaltsuru.blogspot.com/2011/11/fiq-2011.html' title='FIQ 2011'/><author><name>Katchiannya</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ea2PNIOcTB4/ShNaFT6IUMI/AAAAAAAAACk/RQ5oBDCUw84/S220/2l9k2vr.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-1ICr1a2YREA/Tru-hbYFtSI/AAAAAAAAB4c/XBnnvIKFGX0/s72-c/FIQ+2011_09-11+%2528234%2529.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2187791068596331616.post-4668263173621939336</id><published>2011-07-16T06:52:00.000-07:00</published><updated>2011-07-16T06:52:06.411-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='lucita'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='selune'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='resenhas'/><title type='text'>Harry Potter e as Relíquias Mortais - parte 2</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://eufabrico.com/wp-content/uploads/HARRY-POTTER-E-AS-RELIQUIAS-DA-MORTE-PARTE-I.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://eufabrico.com/wp-content/uploads/HARRY-POTTER-E-AS-RELIQUIAS-DA-MORTE-PARTE-I.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; line-height: 11.25pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-outline-level: 4; vertical-align: top;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: normal;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt;"&gt;Por Lola Pop (Selune Priout) e Lucita Sibila&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; line-height: 11.25pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-outline-level: 4; vertical-align: top;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: normal;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-line-height-alt: 11.25pt; mso-outline-level: 4; vertical-align: top;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt;"&gt;Ainda agora, enquanto tentamos escapar aos muito sedutores clichês de fim de qualquer coisa, uma sensação de clareza súbita se apodera de nosso raciocínio, de certa forma bloqueando a escrita desta resenha. Tudo isso porque falar do último filme da série mais bem sucedida da história do cinema é uma tarefa um tanto inglória, não só por sermos ambas admiradoras da saga – sendo a senhorita Lucita Sibila inclusive daquelas que aparece na TV dando entrevista pra noticiário do meio-dia #prontofalei – mas porque sabemos o fascínio que a série como um todo exerce sobre os seus fãs, que tratam tudo relacionado à ela com dedicação apaixonada.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-line-height-alt: 11.25pt; mso-outline-level: 4; vertical-align: top;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt;"&gt;Falar de Harry Potter, portanto, é como meter a colher numa relação de amor que já dura 14 anos e 10 anos incompletos – idade do primeiro livro da série literária e da primeira adaptação cinematográfica, respectivamente. É confrontar as diversas opiniões e visões lapidadas em leituras e sessões repetidas, mas que se fundam, no fim das contas, nas peculiaridades da imaginação de cada leitor, de cada espectador.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-line-height-alt: 11.25pt; mso-outline-level: 4; vertical-align: top;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt;"&gt;Se para nós, meras colunistas de cultura, o peso da saga é oprimente, imaginamos o que não deve ser o fardo que repousou no colo do diretor David Yates, vezes seguidas: ser responsável por retratar algo que milhares de pessoas – com milhares de visões bem específicas da história – aguardam ver nas telas desde novembro de 2007. Essa fardo (alguém aí lembrou do Froddo?) é comparável talvez à carga de responsabilidade do próprio menino bruxo – que, para os desavisados (que duvido que ainda existam), é simplesmente salvar o mundo inteiro e adjacências dos desmandos e loucuras do Lord Voldemort.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-line-height-alt: 11.25pt; mso-outline-level: 4; vertical-align: top;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt;"&gt;No entanto, para alegria geral da nação potteriana, mais uma vez o diretor é bem sucedido em tratar o epílogo com cuidado que o mesmo merece, mostrando entendimento dos pormenores da história e consciência de suas escolhas. Desde a paleta de cores escuras, passando por posicionamentos de câmera oportunos, pela trilha sonora que evoca o clima que uma guerra dessas proporções causa, tudo contribui para criar um plano de fundo acertado e propício para o trabalho dos atores.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-line-height-alt: 11.25pt; mso-outline-level: 4; vertical-align: top;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt;"&gt;A esse respeito, é fácil notar que há uma maior consistência na atuação do trio central – talvez devido ao fato de os personagens já serem agora algo que habita sob a pele de cada um deles. Que Harry, Ron e Hermione amadureceram já estava mais que claro desde a primeira parte – se a guerra faz dessas coisas com aqueles que são coadjuvantes, que dirá com os que ocupam um lugar central na sua resolução, para bem ou para mal. Mas nesse capítulo, cada um se mostra especialmente mudado, seja uma Hermione mais aberta a ouvir aos outros ou um Ron que se mostra cada vez mais sagaz e pro ativo; mas a mudança mais capital é principalmente percebida no personagem central.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-line-height-alt: 11.25pt; mso-outline-level: 4; vertical-align: top;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt;"&gt;O garoto que aos onze anos se descobriu parte – e que parte! – de um mundo onde tudo era literalmente mágico, cheio de pessoas exóticas e correio entregue por corujas, onde tudo era alegria, descoberta, brilho e acordes maiores nas trilhas sonoras percebeu que este mundo agora está distante. No andamento natural do mito do herói, o personagem que era o arquétipo do órfão e do inocente – que é sempre orientado por seu mentor (Dumbledore), amparado e salvo por seus parceiros (Ron e Mione) – foi modificado. Agora ele é o aquele que abraçou sua causa por vontade, vocação e necessidade, teve seu caráter moldado por suas perdas e sua força garimpada pelas inúmeras ações cruéis de sua nêmese e seus comparsas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-line-height-alt: 11.25pt; mso-outline-level: 4; vertical-align: top;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt;"&gt;Harry, um homem de apenas 17 anos, é a peça chave de uma batalha de proporções apocalípticas, mas não é a única peça nesta trama.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-line-height-alt: 11.25pt; mso-outline-level: 4; vertical-align: top;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt;"&gt;No entorno, um elenco de primeira grandeza que, às vezes com aparições apenas pontuais, confere aos seus respectivos personagens toda a carga dramática necessária para que se note, por trás de toda fantasia que é própria do mundo criado por J.K Rowling, a tangibilidade do horror que todos eles vivem. Nesse sentido,&amp;nbsp;Maggie Smith, Helena Bonham Carter, Michael Gambon, Alan Rickman e Ralph Fiennes são tudo o que se espera deles e mais.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-line-height-alt: 11.25pt; mso-outline-level: 4; vertical-align: top;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt;"&gt;Há verdade no fascismo, insanidade e crueldade de Voldemort (Fiennes) e Bellatrix (Bonham Carter) - esses os vilões tão corrompidos pela maldade que parecem ter essa essência podre escapando pro lado externo de seus corpos, sempre sujos, com dentes apodrecidos, cobertos de fuligem.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-line-height-alt: 11.25pt; mso-outline-level: 4; vertical-align: top;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt;"&gt;Há verdade no tom sempre professoral e decidido de Minerva McGonagall (Smith) que assume para si a liderança da batalha de Hogwarts e demonstra em meio ao caos uma suavidade e disposição inabalável com ocasionais alívios bem-humorados, raramente vistos antes.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-line-height-alt: 11.25pt; mso-outline-level: 4; vertical-align: top;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt;"&gt;Há verdade nos olhos e atos da alma grinfinória de Neville Longbottom (Matthew Lewis), que mesmo em face ao horror e a destruição da batalha acha em seu coração espaço para a delicadeza inegável e irresistível do amor, e mostrando de vez as razões pelas quais ele seria “aquele que poderia ter sido” (algo tão querido e esperado pelos fãs).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-line-height-alt: 11.25pt; mso-outline-level: 4; vertical-align: top;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt;"&gt;Há verdade em Luna (Evanna Lynch), essa adorável excêntrica garota, em sua suavidade e doçura, na sua percepção tão clara e objetiva dos fatos, sem jamais ser pessimista com o que a circunda.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-line-height-alt: 11.25pt; mso-outline-level: 4; vertical-align: top;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt;"&gt;Há verdade nos olhos amáveis e cheios de culpa de Dumbledore (Gambon) presente em flashbacks cruciais numa das mais lindas e poéticas cenas de toda a série (King’s Cross jamais será a mesma depois desta obra escrita pela&amp;nbsp;mais famosa&amp;nbsp;britânica viva – depois rainha, talvez).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-line-height-alt: 11.25pt; mso-outline-level: 4; vertical-align: top;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt;"&gt;Mas, principalmente, há verdade, intensidade, profundo sentir na atuação soberba de Alan Rickman. Snape é, conforme esperado, ponto crucial para o entendimento e desenrolar da trama, mas o ator vai além. Tudo em seus olhares, gestos e modo de falar é repleto de significado e a sequência que apesenta aos espectadores suas memórias é um dos momentos de maior delicadeza e emocionantes de toda a película.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-line-height-alt: 11.25pt; mso-outline-level: 4; vertical-align: top;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt;"&gt;É claro que nem tudo é perfeito.&amp;nbsp;Aqueles que desconhecem a mitologia que envolve a série podem ficar um tanto perdidos – a essa altura é natural que o roteirista e o diretor esperem do espectador o mínimo de conhecimento a respeito do curso dos fatos. Ainda assim, mesmo para os conhecedores da trama, há coisas importantes que ficam sem explicação&amp;nbsp;de porque, como, de onde e para quê - fique bem atento para entender o fechamento da trama das Relíquias que dão nome ao filme.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-line-height-alt: 11.25pt; mso-outline-level: 4; vertical-align: top;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt;"&gt;Além disso, há falhas e alguns furos na trama herdadas do próprio livro: a superficialidade da autora em tratar a morte de personagens queridos (talvez em função do ponto de vista da narrativa ser o do próprio Harry) se repete no filme. A única partida bem que foi desenvolvida e tecida para ser sentida a fundo é mesmo a ocorrida primeira parte do epílogo – a de Dobby – que não coincidentemente é a sequencia que inicia a segunda parte do fim - um aviso muito claro do que há de vir.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-line-height-alt: 11.25pt; mso-outline-level: 4; vertical-align: top;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt;"&gt;Mesmo assim, não há no filme nada que comprometa profundamente o resultado final. Yates acertou verdadeiramente com seu olhar humano, honesto e porque não dizer carinhoso para com o filme e, principalmente, para com os fãs.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-line-height-alt: 11.25pt; mso-outline-level: 4; vertical-align: top;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt;"&gt;E se sentir vontade de chorar, não se preocupe. Todas as lágrimas que porventura teimarem em cair terão o respaldo ontológico de todas as nossas saudades, perdas, vitórias suadas e surradas, de tudo aquilo que enfim, nos enche a alma e nós faz ser quem somos. (Psicologizamos e racionalizamos, mesmo).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-line-height-alt: 11.25pt; mso-outline-level: 4; vertical-align: top;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt;"&gt;Portanto, entregue-se à experiência. O cinema é um lugar seguro. E escuro.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-line-height-alt: 11.25pt; mso-outline-level: 4; vertical-align: top;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt;"&gt;PS.: Esse filme é feito em tons escuros, sombrio e repleto de sombras. Portanto, é um tanto redundante assistir em maior estado de escuridão conferido pelo 3D (que, além de tudo, é o famoso “filmado em 2D e Avatarizado”, sem grandes mudanças na experiência fílmica).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-line-height-alt: 11.25pt; mso-outline-level: 4; vertical-align: top;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-line-height-alt: 11.25pt; mso-outline-level: 4; vertical-align: top;"&gt;&lt;span lang="EN-US" style="color: black; font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt;"&gt;FICHA TÉCNICA:&amp;nbsp;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Harry Potter e As Relíquias da Morte&amp;nbsp;– Parte 2&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;(Harry Potter and The Deathly Hallows – Part 2). &lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt;"&gt;Reino Unido/EUA, 2011.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span lang="EN-US" style="color: black; font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt;"&gt;Direção: David Yates. Com Daniel Radcliffe, Rupert Grint, Emma Watson,&amp;nbsp;Ralph Fiennes, Helena Bonham Carter, Michael Gambon, Alan Rickman, Maggie Smith,&amp;nbsp;Tom Felton, Bonnie Wright.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt;"&gt;Cor, 131 min.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-line-height-alt: 11.25pt; mso-outline-level: 4; vertical-align: top;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt;"&gt;*Site oficial: http://harrypotter.warnerbros.com/harrypotterandthedeathlyhallows/mainsite/index.html&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-line-height-alt: 11.25pt; mso-outline-level: 4; vertical-align: top;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-line-height-alt: 11.25pt; mso-outline-level: 4; vertical-align: top;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt;"&gt;Publicado originalmente no site Abacaxi Atômico&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2187791068596331616-4668263173621939336?l=journaltsuru.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://journaltsuru.blogspot.com/feeds/4668263173621939336/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://journaltsuru.blogspot.com/2011/07/harry-potter-e-as-reliquias-mortais.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2187791068596331616/posts/default/4668263173621939336'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2187791068596331616/posts/default/4668263173621939336'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://journaltsuru.blogspot.com/2011/07/harry-potter-e-as-reliquias-mortais.html' title='Harry Potter e as Relíquias Mortais - parte 2'/><author><name>Katchiannya</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ea2PNIOcTB4/ShNaFT6IUMI/AAAAAAAAACk/RQ5oBDCUw84/S220/2l9k2vr.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2187791068596331616.post-3751377492780803272</id><published>2011-06-08T05:29:00.001-07:00</published><updated>2011-06-08T05:29:33.182-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='japão'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='arte'/><title type='text'>Karakuri by Matthew Allard</title><content type='html'>&lt;center&gt;&lt;iframe src="http://player.vimeo.com/video/24412432?title=0&amp;amp;byline=0&amp;amp;portrait=0" width="400" height="225" frameborder="0"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://vimeo.com/24412432"&gt;Karakuri&lt;/a&gt; from &lt;a href="http://vimeo.com/user2932471"&gt;Matthew Allard&lt;/a&gt; on &lt;a href="http://vimeo.com"&gt;Vimeo&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Japão sempre esteve na vanguarda da robótica. Suas raízes podem ser rastreadas 200-300 anos durante o período Edo, quando artesãos criou autômatos (máquinas auto-operacionais). Usando nada mais do que roldanas e pesos que eram capazes de fazer o Karakuri (autômato japonês) executar tarefas incríveis.&lt;br /&gt;Hoje Hideki Higashino é um dos poucos remanescentes de artesãos que está determinado a manter a história e a tradição do Karakuri japonês vivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Filmado e editado por Matthew Allard.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2187791068596331616-3751377492780803272?l=journaltsuru.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://journaltsuru.blogspot.com/feeds/3751377492780803272/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://journaltsuru.blogspot.com/2011/06/karakuri-by-matthew-allard.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2187791068596331616/posts/default/3751377492780803272'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2187791068596331616/posts/default/3751377492780803272'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://journaltsuru.blogspot.com/2011/06/karakuri-by-matthew-allard.html' title='Karakuri by Matthew Allard'/><author><name>Katchiannya</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ea2PNIOcTB4/ShNaFT6IUMI/AAAAAAAAACk/RQ5oBDCUw84/S220/2l9k2vr.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2187791068596331616.post-1224686977541655101</id><published>2011-05-18T08:18:00.000-07:00</published><updated>2011-05-18T08:18:13.899-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='animação'/><title type='text'>SumoLake</title><content type='html'>&lt;center&gt;&lt;iframe src="http://player.vimeo.com/video/22835484?title=0&amp;amp;byline=0&amp;amp;portrait=0" width="400" height="225" frameborder="0"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://vimeo.com/22835484"&gt;Sumo Lake&lt;/a&gt; from &lt;a href="http://vimeo.com/panicproductions"&gt;Panic Productions&lt;/a&gt; on &lt;a href="http://vimeo.com"&gt;Vimeo&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Surreal&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2187791068596331616-1224686977541655101?l=journaltsuru.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://journaltsuru.blogspot.com/feeds/1224686977541655101/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://journaltsuru.blogspot.com/2011/05/sumolake.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2187791068596331616/posts/default/1224686977541655101'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2187791068596331616/posts/default/1224686977541655101'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://journaltsuru.blogspot.com/2011/05/sumolake.html' title='SumoLake'/><author><name>Katchiannya</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ea2PNIOcTB4/ShNaFT6IUMI/AAAAAAAAACk/RQ5oBDCUw84/S220/2l9k2vr.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2187791068596331616.post-7172409621855471333</id><published>2011-05-11T06:41:00.000-07:00</published><updated>2011-05-11T06:43:03.944-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='trabalhos da katchy'/><title type='text'>Minhas aulas de Stopmotion</title><content type='html'>Resolvi compartilhar com vocês algumas das minhas produções das minhas aulas de stopmotion.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A primeira é a Myrai Otsu, personagem do Mahou Gakkou Amaterasu, a segunda é a Morte dos Perpétuos, de Sandman. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-JzZ-BCp4L2U/TcqR6ZTiaZI/AAAAAAAAAOw/xyRgMDgnJvk/s1600/DSC_0154.JPG" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="320" width="213" src="http://4.bp.blogspot.com/-JzZ-BCp4L2U/TcqR6ZTiaZI/AAAAAAAAAOw/xyRgMDgnJvk/s320/DSC_0154.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-D_ufx0ESzGU/TcqSBF6ImOI/AAAAAAAAAO4/upKGaArQrng/s1600/DSC_0151.JPG" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="320" width="213" src="http://1.bp.blogspot.com/-D_ufx0ESzGU/TcqSBF6ImOI/AAAAAAAAAO4/upKGaArQrng/s320/DSC_0151.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2187791068596331616-7172409621855471333?l=journaltsuru.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://journaltsuru.blogspot.com/feeds/7172409621855471333/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://journaltsuru.blogspot.com/2011/05/minhas-aulas-de-stopmotion.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2187791068596331616/posts/default/7172409621855471333'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2187791068596331616/posts/default/7172409621855471333'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://journaltsuru.blogspot.com/2011/05/minhas-aulas-de-stopmotion.html' title='Minhas aulas de Stopmotion'/><author><name>Katchiannya</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ea2PNIOcTB4/ShNaFT6IUMI/AAAAAAAAACk/RQ5oBDCUw84/S220/2l9k2vr.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-JzZ-BCp4L2U/TcqR6ZTiaZI/AAAAAAAAAOw/xyRgMDgnJvk/s72-c/DSC_0154.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2187791068596331616.post-7104482775077829052</id><published>2011-04-27T05:27:00.000-07:00</published><updated>2011-04-27T05:27:06.338-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='animação'/><title type='text'>Dot. The world's smallest stop-motion animation character</title><content type='html'>&lt;center&gt;&lt;object width="640" height="390"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/CD7eagLl5c4?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/CD7eagLl5c4?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="640" height="390"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="640" height="390"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/XTbzSiwbRfg?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/XTbzSiwbRfg?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="640" height="390"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só podia ser a Aardman - que para quem não conhece, é um estúdio inglês de animação, cujos personagens mais famosos são Wallace e Gromit.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2187791068596331616-7104482775077829052?l=journaltsuru.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://journaltsuru.blogspot.com/feeds/7104482775077829052/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://journaltsuru.blogspot.com/2011/04/dot-worlds-smallest-stop-motion.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2187791068596331616/posts/default/7104482775077829052'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2187791068596331616/posts/default/7104482775077829052'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://journaltsuru.blogspot.com/2011/04/dot-worlds-smallest-stop-motion.html' title='Dot. The world&apos;s smallest stop-motion animation character'/><author><name>Katchiannya</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ea2PNIOcTB4/ShNaFT6IUMI/AAAAAAAAACk/RQ5oBDCUw84/S220/2l9k2vr.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2187791068596331616.post-4613827159591125648</id><published>2011-04-07T06:48:00.000-07:00</published><updated>2011-04-07T06:48:31.031-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='quadrinhos brasileiros'/><title type='text'>Mendelévio e  Telúria!</title><content type='html'>O projeto &lt;b&gt;Conversa em Quadrinhos &lt;/b&gt;da Gibiteca Antônio Gobbo apresenta &lt;b&gt;João Marcos&lt;/b&gt;, criador da tirinha Mendelévio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-3xdaFGz68so/TZ3AhiqK2xI/AAAAAAAAAMU/73IZJHsxrjU/s1600/convitejoaomarcos.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="232" width="320" src="http://4.bp.blogspot.com/-3xdaFGz68so/TZ3AhiqK2xI/AAAAAAAAAMU/73IZJHsxrjU/s320/convitejoaomarcos.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2187791068596331616-4613827159591125648?l=journaltsuru.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://journaltsuru.blogspot.com/feeds/4613827159591125648/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://journaltsuru.blogspot.com/2011/04/mendelevio-e-teluria.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2187791068596331616/posts/default/4613827159591125648'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2187791068596331616/posts/default/4613827159591125648'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://journaltsuru.blogspot.com/2011/04/mendelevio-e-teluria.html' title='Mendelévio e  Telúria!'/><author><name>Katchiannya</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ea2PNIOcTB4/ShNaFT6IUMI/AAAAAAAAACk/RQ5oBDCUw84/S220/2l9k2vr.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-3xdaFGz68so/TZ3AhiqK2xI/AAAAAAAAAMU/73IZJHsxrjU/s72-c/convitejoaomarcos.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2187791068596331616.post-1206243205779098002</id><published>2011-03-02T05:27:00.000-08:00</published><updated>2011-03-02T05:29:18.817-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='animação'/><title type='text'>Thought of You</title><content type='html'>Esta animação é feita basicamente em um estilo que lembra pencil test (os testes a lápis que fazemos antes de finalizar a animação para ter a base de onde se deve mudar e melhorar antes de meter as caras no produto final).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É maravilhosa e nos lembra que mais que a tecnologia, uma boa animação se faz com uma excelente idéia e uma execução impecável independente do recurso utilizado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assistam! E compensa procurar o making off depois.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="EN-US"&gt;&lt;center&gt;&lt;iframe frameborder="0" height="225" src="http://player.vimeo.com/video/14803194?byline=0" width="400"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;a href="http://vimeo.com/14803194"&gt;Thought of You&lt;/a&gt; from &lt;a href="http://vimeo.com/woodward"&gt;&lt;br /&gt;Ryan J Woodward&lt;/a&gt; on &lt;a href="http://vimeo.com/"&gt;Vimeo&lt;/a&gt;.&lt;/center&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2187791068596331616-1206243205779098002?l=journaltsuru.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://journaltsuru.blogspot.com/feeds/1206243205779098002/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://journaltsuru.blogspot.com/2011/03/thought-of-you.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2187791068596331616/posts/default/1206243205779098002'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2187791068596331616/posts/default/1206243205779098002'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://journaltsuru.blogspot.com/2011/03/thought-of-you.html' title='Thought of You'/><author><name>Katchiannya</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ea2PNIOcTB4/ShNaFT6IUMI/AAAAAAAAACk/RQ5oBDCUw84/S220/2l9k2vr.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2187791068596331616.post-4042505480800349732</id><published>2011-02-23T05:39:00.001-08:00</published><updated>2011-02-23T05:41:11.419-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='quadrinhos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='gibiteca'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='superman'/><title type='text'>Desenhista do Superman em BH</title><content type='html'>O projeto &lt;b&gt;Conversa em Quadrinhos &lt;/b&gt;da Gibiteca Antônio Gobbo apresenta &lt;b&gt;Eddie Barrows&lt;/b&gt;, desenhista da revista &lt;b&gt;Superman.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-XXrfq8P7NN4/TWUNfYx8WpI/AAAAAAAAAL4/s1600/convite+Eddy+Barrows.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt; &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele estárá na Gibiteca no próximo sábado, dia 26/02, a partir das 11 horas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Endereço: &lt;/b&gt;Rua Carangola, 288 Santo Antônio (Antiga FAFICH)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-pjLBTFV9SQ4/TWUNxJkpwaI/AAAAAAAAAL8/67ISENSXUMQ/s1600/convite+Eddy+Barrows.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="225" src="http://3.bp.blogspot.com/-pjLBTFV9SQ4/TWUNxJkpwaI/AAAAAAAAAL8/67ISENSXUMQ/s320/convite+Eddy+Barrows.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2187791068596331616-4042505480800349732?l=journaltsuru.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://journaltsuru.blogspot.com/feeds/4042505480800349732/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://journaltsuru.blogspot.com/2011/02/desenhista-do-superman-em-bh.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2187791068596331616/posts/default/4042505480800349732'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2187791068596331616/posts/default/4042505480800349732'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://journaltsuru.blogspot.com/2011/02/desenhista-do-superman-em-bh.html' title='Desenhista do Superman em BH'/><author><name>Katchiannya</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ea2PNIOcTB4/ShNaFT6IUMI/AAAAAAAAACk/RQ5oBDCUw84/S220/2l9k2vr.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-pjLBTFV9SQ4/TWUNxJkpwaI/AAAAAAAAAL8/67ISENSXUMQ/s72-c/convite+Eddy+Barrows.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2187791068596331616.post-8507694505409090432</id><published>2011-01-31T12:24:00.000-08:00</published><updated>2011-02-04T02:54:42.300-08:00</updated><title type='text'>E os kits vão para...</title><content type='html'>Como prometido, o resultado do sorteio dos kits!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Fabiana Signorini&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Kevin Rodrigues Coutinho Neves&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Larissa Gallas Rosa&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os ganhadores devem mandar o endereço completo para &lt;b&gt;corujal@expressohogwarts.com.br&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para quem não ganhou os kits personalizados temos também uma surpresa! Temos brindes reservas para todo mundo que participou da promoção. São lembrancinhas surpresas (marcadores, tatoos, etc) que vocês vão receber.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Basta então que todo mundo nos mande os endereços para que possamos mandar os brindes!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abraços a todos!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2187791068596331616-8507694505409090432?l=journaltsuru.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://journaltsuru.blogspot.com/feeds/8507694505409090432/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://journaltsuru.blogspot.com/2011/01/e-os-kits-vao-para.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2187791068596331616/posts/default/8507694505409090432'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2187791068596331616/posts/default/8507694505409090432'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://journaltsuru.blogspot.com/2011/01/e-os-kits-vao-para.html' title='E os kits vão para...'/><author><name>Katchiannya</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ea2PNIOcTB4/ShNaFT6IUMI/AAAAAAAAACk/RQ5oBDCUw84/S220/2l9k2vr.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2187791068596331616.post-2868713459466117235</id><published>2010-12-21T05:56:00.000-08:00</published><updated>2010-12-21T06:13:53.172-08:00</updated><title type='text'>Natal, Presentes e tudo mais!</title><content type='html'>Confesso a todos vocês que 2010 foi um ano muito difícil para mim em muitos aspectos. Perdi minha avó, a avó do meu namorado e meu sogro, que morreu faz duas semanas e de quem eu gostava muito. Tive duas doenças sérias no começo do ano (pneumonia e depois uma infecção nos rins). Tive amigos que sumiram nas areias do tempo... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na verdade, acho que foi um ano complicado para muitas e muitas pessoas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não vou mentir que ando um pouco cansada de tudo... E que muitas e muitas vezes não consegui manter a periodicidade do Expresso e do Tsuru como eu deveria, e peço desculpas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2010 não foi de todo ruim, é verdade. Também conheci pessoas maravilhosas e estou feliz com a minha faculdade como nunca estive antes – e quem disse que trabalhar com arte é vida boa, está enganando, nunca ralei tanto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Queria agradecer a todos vocês que de um modo ou de outro me ajudaram mesmo sem saber. Especialmente gostaria de agradecer à Juju e a Regis, que foram meus ombros e colo virtuais neste ano. E também ao Amer, pelo carinho. Sem falar dos amigos "de perto", sem os quais seria difícil sorrir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, não estou me despedindo de vocês, mas deste ano estranho que foi 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aproveitando a deixa, queria passar para vocês alguns presentes de fim de ano. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como a Lulu bem disse no Coruja, se nos fosse possível, presentearíamos cada um de vocês, mas...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, vamos sortear kits de presentes para nossos leitores. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São três kits, que incluem marcadores de livros, um calendário de mesa do Expresso e, cortesia do Dé e da Dani, blocos de notas estilo moleskine (aqueles cadernos de desenho chiquerrérimos) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_ea2PNIOcTB4/TRC0DsYJLBI/AAAAAAAAALk/llBFuhMTRlE/s1600/DSC00243.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_ea2PNIOcTB4/TRC0DsYJLBI/AAAAAAAAALk/llBFuhMTRlE/s320/DSC00243.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5553136316092853266" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_ea2PNIOcTB4/TRC0DbSUC8I/AAAAAAAAALc/yEI4tZX2MZo/s1600/DSC00242.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_ea2PNIOcTB4/TRC0DbSUC8I/AAAAAAAAALc/yEI4tZX2MZo/s320/DSC00242.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5553136311504997314" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Para participar é muito, muito simples: basta ser seguidor do Expresso e/ou Amaterasu.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu ia reformular os sites de modo que eles voltassem a ser páginas do Blogspot, mas meu PC explodiu (não me perguntem como, minha tia me fez esse favor).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Portanto, se cadastrem como seguidores do Tsuru para concorrerem. ^^&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E comentem também neste post. &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Imitando a idéia da Lulu no Coruja, para facilitar nossas vidas, façam assim: o primeiro que comentar coloca:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Fulano de Tal&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O seguinte escreve seu nome logo abaixo, continuando a lista&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Fulano de Tal&lt;br /&gt;2. Sicrano de Tanto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;O sorteio do Expresso vai ser no dia 31/01 (portanto se você não ganhar na promoção do Coruja, ainda tem uma chance aqui ^^).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A promoção só é válida para território nacional.. Leitores do Tsuru também podem participar. &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abraços e Feliz Natal da Katchiannya!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2187791068596331616-2868713459466117235?l=journaltsuru.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://journaltsuru.blogspot.com/feeds/2868713459466117235/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://journaltsuru.blogspot.com/2010/12/natal-presentes-e-tudo-mais.html#comment-form' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2187791068596331616/posts/default/2868713459466117235'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2187791068596331616/posts/default/2868713459466117235'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://journaltsuru.blogspot.com/2010/12/natal-presentes-e-tudo-mais.html' title='Natal, Presentes e tudo mais!'/><author><name>Katchiannya</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ea2PNIOcTB4/ShNaFT6IUMI/AAAAAAAAACk/RQ5oBDCUw84/S220/2l9k2vr.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_ea2PNIOcTB4/TRC0DsYJLBI/AAAAAAAAALk/llBFuhMTRlE/s72-c/DSC00243.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2187791068596331616.post-308593675329388076</id><published>2010-11-24T03:31:00.000-08:00</published><updated>2010-11-24T03:46:36.299-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='lucita'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='selune'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='resenhas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filmes'/><title type='text'>Harry Potter e as Relíquias da Morte - parte I</title><content type='html'>&lt;center&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 160px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_ea2PNIOcTB4/TOz33ALdBgI/AAAAAAAAAK4/aB9le8CI0Q0/s320/novo-poster-de-harry-potter-e-as-reliquias-da-morte-parte-1.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5543077765699143170" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Resenha por Lola Pop (vulgo Selune Priout) e Lucita Sibila&lt;/b&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Não se deve ir com muita sede ao pote”, já diriam nossas avós.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por exemplo, chocolate quente: um chocolate quente é um regalo para a alma nesses dias frios e chuvosos. Mas há que ser cauteloso: nunca, em hipótese alguma (salvo em casos de prazeres masoquistas inconfessos) deve-se tomar um copo de 500mlde um líquido escaldante com a avidez ou ansiedade. Além de não apreciar devidamente as nuances de sabor, corre-se o risco de sapecar a língua e comprometer o restante da degustação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas estamos divagando, porque isso deveria ser uma resenha sobre a primeira parte do epílogo da saga de Harry Potter - ainda que escrita à quatro mãos por duas pessoas com déficit de atenção e hiperatividade que consomem mais componentes nerds/gueeks na dieta cerebral que o recomendado pelos acadêmicos de plantão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ora, caro leitor, mas é justamente do “epílogoépico” da mais bem sucedida história fantástica dos últimos treze anos que estamos falando e, em se tratando das expectativas dos fãs e dos cinéfilos ocasionais, é preciso que duas coisas estejam bem claras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeiramente, este é o Harry Potter 7.1, o que significa que é apenas primeira parte do enredo do sétimo livro, cujo “epílogo-epílogo” será lançado em julho de 2011. E você se pergunta: “porquê isso, Lola, é para fazer mais dinheiro?”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, dado ao conteúdo do sétimo livro, e tendo em vista a afirmação de um dos produtores do filme, David Barron, de que não existiam muitas cenas que pudessem ser cortadas no filme justamente por se tratar de um livro que resolve conflitos, concluímos que sim, é para fazer mais dinheiro. E também para contentar aos fãs que gostam de uma adaptação exaustivamente fiel ao livro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claro que uma ou outra ponta se amarra nessa sequência - aliás, se for contar deve dar exatamente essa soma - mas, de modo geral, o filme é repleto de dilemas não resolvidos, questões sem repostas e angústias que permanecerão em suspenso até a próxima sessão (terapêutica) de película inédita. (Passe o mouse para ler uma opinião spoiller de ambas pessoas envolvidas nessa resenha): Talvez algumas angústias ficarão para sempre em estado gravitacional nulo - orbitando ao redor de sua cabeça, como aconteceu conosco. Ou pode ser que você tenha a sorte de ser menos DDA e mais normal… Vai saber…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse ponto, chegamos ao segundo fator a ser considerado ao assistir HP 7/1: é um filme ambientado em tempos insanos e de meandros políticos delicados, e isto fica claro logo na cena de abertura do filme, onde o Ministro da Magia faz um discurso em plano fechado, margeado por uma multidão de repórteres que dispara flashes inclementes contra seus dizeres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A guerra é uma realidade sombria e sangrenta, onde pessoas desaparecem, famílias são destruídas e todos andam nas ruas com medo e desconfiança.Aresobscuros, um tanto como um sonho ruim, um tanto suspense psicológico com apelos altamente realistas permeiam toda a película, o que a distancia anos-luz do dèbut cinematográficocom tom saltitante de descoberta - por falta de palavra que melhor o descreva -orquestrado por Chris Columbus (“A Pedra Filosofal (2001)” e “A Câmara Secreta (2002)”).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Numa clara metáfora ao processo de crescer - para ser ainda mais clichê de resenha cinematográfica, ‘o início do fim do mito do herói‘ - Harry se vê confrontado com o peso de ser “o Menino que Sobreviveu” de uma maneira irrevogável e intransferível. Mas antes de caminhar rumo seu destino final - confrontar aquele-que-não-deve-ser-nomeado-Potter (Daniel Radcliffe), sempre ladeado por Ron (Rupert Grint) e Hermione (Emma Watson),  precisa procurar e destruir todas as Horcruxes, objetos que contém partes da alma de Voldemort (Ralph Fiennes) e que seriam a garantia da imortalidade e poder do Lord das Trevas, antes queo próprio consiga terminar o serviço que ficou pendente há 17 anos (caso alguém esteja se perguntando, sim, esse serviço é mandar Harry para junto de seus pais. Do outro lado da vida. Além do véu. No mundo da magia pura e quintessenciada. Ok, paramos. Desculpe a digressão.).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eles agora estão sozinhos, sem o auxílio de mentores, a proteção das paredes de Hogwarts ou a presença acalentadora de Dumbledore. O trio depende tão somente de si mesmo num mundo dolorosamente similar à Alemanha Nazista, onde em nome de uma raça bruxa imaculada, cada membro ou simpatizante do “exército das Trevas” “caça” os nascidos trouxas e aqueles que os defendem, monitorando meios-sangues e julgando dentro de parâmetros absolutamente duvidosos a pureza mágica de um indivíduo. A semelhança com a ação anti-semita dos partidários de Hitler não é mera coincidência - é, segundo a própria J.K. Rowling, proposital. Qualquer um pode ser um inimigo disfarçado (clichês de resenhas, o retorno…), porque todos usam dos meios que podem para sobreviver - se escondendo como os meio-sangues ou nascidos trouxas, ou entregando fugitivos como os sequestradores - uma espécie mais descarada e menos engomandinha de agentes da SS( Schutzstaffel ou “Tropa de Proteção”) e Gestapo (acrônimo de GeheimeStaatspolizei, “polícia secreta do Estado”) nazistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todo o filme é retratado em cores escuras, que variam em paletas de azul, um verde escuro quase musgoso, permeadas por escalas de cinza, porque essa sensação de solidão e desolamento não poderia ter outro modo de ser retratada com eficácia estética - já vimos essa estratégia ser usada no lindíssimo “Prisioneiro de Azkaban (2004)” de Alfonso Cuarón, e em “A Ordem da Phoenix (2007)” e “O Enigma do Príncipe (2009)” do mesmo David Yates que dirige as duas partes finais da franquia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A câmera mostra planos abertos,onde os três bruxos figuramdiminutos em meio à amplitude de florestas, desfiladeiros, campos nevados, evidenciando seu desamparo, cansaço e o peso que a tarefa que herdaram de Dumbledore tem sobre seus ombros. Em outras cenas, existem closes como se não importasse a retidão e de ângulos de exposição, trazendo o expectador para perto dos personagens de modo quase sufocante - Yates parece querer que nós sintamos o que eles sentem, vejamos os poros de seus rostos de olheiras e barbas mal feitas e acompanhemos seus pés trôpegos nas fugas alucinantes filmadas com a câmera na mão.  Isto culmina em momentos de terror e intensidade psicológica, acentuadas pela escolha de um ritmo desacelerado, com muitas passagens de absoluto silêncio e tomadas que dão a sensação de preenchimento forçado de tempo - vulgo: encheção de linguiça - mas que tem um propósito. Nesse aspecto, o filme se aproxima como nunca do que é descritono livro (há, por exemplo, uma sequência de mais ou menos dez segundos mostrando a tenda de acampamento dos jovens no meio do nada, sem diálogos ou o que o valha,que tem na tela o mesmo efeito literário de uma descrição de uma página sobre a cor, a textura, a posição das varetas de sustentação e as dobrinhas da mesma. Já mencionamos que a Rowling é produtora do filme? Ah… fez sentido, hein?).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lucita e eu confessamos que as duas obras (cinematográfica e literária) nos provocaram sentimentos muito parecidos: em dado momento começamos a perceber que existe uma cadeira debaixo do corpo, pessoas povoando a sala e que o cinema está muito, muito frio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, em meio a tudo isso,existem aqui e alimomentos de delicadeza e alívio, como a cena de dança entre Harry e Hermione (que eu, Lola, achei uma graça e LucitaSibila achou de um teor vergonha alheia vermelho pimentão - é que Daniel não é exatamente um pé de valsa desenvolto) que funciona como um momento breve de respiro para os fatigados jovens - e para nós, espectadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A fortaleza que a amizade dos três jovens ergue em volta deles é tocante e está mais convincente e real,em parte pela própria história de mais de dez anos convivência dos atores.Não se trata mais de é uma relação de pura mágica, pelo contrário: é demasiadamente humana em suas brigas estúpidas, decepções motivadas por ciúmes e horas de desespero no mais profundo estilo “Stelaaaaaaaaaaa!” (se perdeu a referência, consulte: BRANDO, Marlon in WILLIAMS, Tennessee - Um bonde chamado desejo. O filme, ok. Fica a dica). Um desses momentos, inclusive, rende uma cena digamos pouco ortodoxaem termos de sex appeal, bem distante do que estão acostumados os olhos daquelesque cresceram lendo as linhas meio puritanas de J.K. Plasticamente, porém, é bem bonita e intensa, há de se convir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, o recurso usado para a apresentação das relíquias da Morte - algo um tanto Dave McKean, um tanto Tim Burton em tons amarelos de luz e sombra - é de uma beleza poética, digna de um bardo contador de histórias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diante disso tudo, podemos afirmar que os mesmos pontos que podem provocar um certo incômodo (ou sono) nos espectadores que não são iniciados na sérieserão, certamente, os motivos que vão garantir um desfile de críticas positivas ao longa na terra dos críticos de cinema profissionaisTM e dos fãs mais puristas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Numa perspectiva que não acreditamos ser muito fora da realidade, é possível mesmo que vejamos o epílogo duplo da série concorrendo (e quiçá ganhando) Oscars de melhor do ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Afinal, todo mundo sabe: filmesde guerra que envolvem nazistas e judeus - ainda que como referência histórica(assumida pela autora da série, diga-se de passagem) - são garantia certeira de uma prateleira de estatuazinhas douradas…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Avaliação:Ótimo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ficha técnica:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Harry Potter e As Relíquiasda Morte - Parte 1 (Harry Potter and The Deathly Hallows - Part1). Reino Unido/EUA, 2010. Direção: David Yates. Com Daniel Radcliffe, Rupert Grint, Emma Watson, Helena Boham Carter, Ralph Fiennes, Tom Felton, Bonnie Wright. Cor, 146 min.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Site oficial: http://harrypotter.warnerbros.com/harrypotterandthedeathlyhallows/mainsite/index.html&lt;br /&gt;Site oficial (Brasil): http://harrypotter.pt.warnerbros.com/hp7a/&lt;br /&gt;Site IMDB: http://www.imdb.com/title/tt0926084/&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;***&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P.S’s Necessários a este texto de estréia:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não há cenas extras após os longos e (também) lentos créditos. Não precisa esperar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim, passou pela nossa cabeça usar o nome “O Começo do Fim” como título. O surto Folha/Época/Veja foi reduzido a uma rápida menção em meio ao texto, graças à Merlin!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cabe aqui um pequeno disclaimer (um nomezinho importado que é usado àguiza de “já estava assim quando eu cheguei” ou “não me culpem pelo devir”):Somos somente seres humanos demasiadamente humanos, e não críticos de cinema TM.  Portanto, esperamos docemente que você beba devagar e com moderação. E se beber quente, não dirija (comentários desaforados para nós que somos só os mensageiros… e avisamos)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arme-se com seu saco de pipocas e despretensiosamente curta a joyride - ou não, porque a vida é sua, afinal. Fez sentido?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Texto Originalmente publicado no site Abacaxi Atômico - que é bem legal e vocês deveriam conhecer!&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;a href="http://www.abacaxiatomico.com.br/?p=2465"target="_blank"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 187px; height: 150px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_ea2PNIOcTB4/TOz4taMsgpI/AAAAAAAAALA/diSQ-Q06H_M/s320/abacaxi.gif" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5543078700396610194" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/center&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2187791068596331616-308593675329388076?l=journaltsuru.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://journaltsuru.blogspot.com/feeds/308593675329388076/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://journaltsuru.blogspot.com/2010/11/harry-potter-e-as-reliquias-da-morte.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2187791068596331616/posts/default/308593675329388076'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2187791068596331616/posts/default/308593675329388076'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://journaltsuru.blogspot.com/2010/11/harry-potter-e-as-reliquias-da-morte.html' title='Harry Potter e as Relíquias da Morte - parte I'/><author><name>Katchiannya</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ea2PNIOcTB4/ShNaFT6IUMI/AAAAAAAAACk/RQ5oBDCUw84/S220/2l9k2vr.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_ea2PNIOcTB4/TOz33ALdBgI/AAAAAAAAAK4/aB9le8CI0Q0/s72-c/novo-poster-de-harry-potter-e-as-reliquias-da-morte-parte-1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2187791068596331616.post-1853106620809475433</id><published>2010-11-10T04:16:00.001-08:00</published><updated>2010-11-12T04:44:05.193-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='animação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='katchiannya'/><title type='text'>Alma</title><content type='html'>&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 91px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_ea2PNIOcTB4/TNqNSStlDqI/AAAAAAAAAKE/lb7t69r_7H4/s200/ALMA_04w.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5537894037205618338" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exibido aqui no Brasil no &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;AnimaMundi 2009&lt;/span&gt;, Alma foi o primeiro curta de animação dirigido por Blaas, com participação de profissionais renomados do ramo (o animador francês Bolhem Bouchiba, os designers de personagem Carlos Grangel e Sergio Pablos, o diretor de arte Alfonso Blaas e compositor e designer Tom Myers).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O curta recebeu vários prêmios e abriu caminho para uma versão longa-metragem, dirigida pelo próprio Blaas, produzida por Gullermo Del Toro pela Dreamworks.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A melhor definição que já vi desse curta foi: “Pixar encontra com Além da Imaginação”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, como já aprendemos em &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;a href="http://www.freewebs.com/mahouamaterasu/tsuru/numero10/coraline.htm" target="_blank"&gt;Coraline&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;, bonecas com parecidas com a gente não são bom sinal...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Confiram o vídeo abaixo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;object width="640" height="385"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/irbFBgI0jhM?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/irbFBgI0jhM?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="640" height="385"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/center&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2187791068596331616-1853106620809475433?l=journaltsuru.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://journaltsuru.blogspot.com/feeds/1853106620809475433/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://journaltsuru.blogspot.com/2010/11/alma.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2187791068596331616/posts/default/1853106620809475433'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2187791068596331616/posts/default/1853106620809475433'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://journaltsuru.blogspot.com/2010/11/alma.html' title='Alma'/><author><name>Katchiannya</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ea2PNIOcTB4/ShNaFT6IUMI/AAAAAAAAACk/RQ5oBDCUw84/S220/2l9k2vr.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_ea2PNIOcTB4/TNqNSStlDqI/AAAAAAAAAKE/lb7t69r_7H4/s72-c/ALMA_04w.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2187791068596331616.post-2232544492216902758</id><published>2010-10-27T04:51:00.000-07:00</published><updated>2010-10-27T05:17:03.502-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='trabalhos da katchy'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='quadrinhos brasileiros'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='lady&apos;s comics'/><title type='text'>Expresso e Katchiannya no Lady's Comics</title><content type='html'>&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 75px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_ea2PNIOcTB4/TMgUazEi8jI/AAAAAAAAAJ0/SRv8eAbAdyU/s320/lady%27s+comics.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5532694592843084338" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dia 16 de outubro foi o lançamento oficial do blog/site &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Lady's Comics&lt;/span&gt; na &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Casa dos Quadrinhos&lt;/span&gt;. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não conhece? Então não sabem o que estão perdendo. ^^ Com a palavra as donas do site.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;br /&gt;O que é o Lady’s Comics?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;Lady’s Comics é um blog que foi criado a partir da necessidade de ter no ciberespaço um lugar que falasse da banda desenhada com uma visão feminina. Por isso, Mariamma Fonseca, jornalista, Luciana Cafaggi, ilustradora e Samanta Coan, designer lançaram no dia 1 de setembro o blog Lady’s Comics. A receptividade na internet foi muito boa, no segundo dia de lançamento aconteceram mais de mil visualizações. Desde esta data ele se mantém nessa média. Além disso, o blog foi noticiado em vários lugares, inclusive no caderno de suplemento juvenil “MEGAZINE” do jornal O Globo – segundo jornal mais lido do país.&lt;br /&gt;O projeto de blog Lady’s Comics está além do conceito de blog tradicional. Procuramos nos dedicar diariamente em textos e pesquisas que envolvem o tema Banda Desenhada. &lt;br /&gt;Não queremos fazer um embate ou briga entre os sexos! Rsrs Mas mostrar que os quadrinhos também fazem parte do sonho de algumas mulheres. Mostrar quem são o que desenham e como procuram se destacar no mercado. Vamos mostrar como é o ofício de ilustradora, chargista, cartunista e tantas profissões que permeiam este universo na vivência e visão feminina. E claro falar de seus lançamentos, novidades e história&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No evento, elas lançaram o &lt;b&gt;Varal das Ladies&lt;/b&gt;, onde foram expostos desenhos de vários artistas, inclusive desta escriba que vos fala. Mandei meu trabalho de faculdade chamado &lt;b&gt;Limpando o Quarto&lt;/b&gt;. Uma história em quadrinhos feita em 4 dias, que vocês podem conferir clicando na imagem abaixo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://katchiannya.deviantart.com/gallery/#/d2txl1u" target="_blank"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 142px; height: 200px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_ea2PNIOcTB4/TMgVR8gbHyI/AAAAAAAAAJ8/t8Zd7AJQuc0/s200/Arrumando_o_quarto_1_by_Katchiannya.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5532695540268736290" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Dani&lt;/span&gt;, nossa ilustradora oficial do &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Expresso Hogwarts&lt;/span&gt; também marcou presença, com um desenho/painel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;a href="http://s31.photobucket.com/albums/c364/expressohogwarts/desenhos/Mulheres-quadrinhos.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://i31.photobucket.com/albums/c364/expressohogwarts/desenhos/th_Mulheres-quadrinhos.jpg" border="0" alt="Mulheres nos Quadrinhos"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Comentário da Dani&lt;/b&gt;: Enfim, minha idéia inicial era um desenho pequeno e simples, mas como ninguém segura a minha criatividade quando ela sai da jaula, acabou por sair um desenho dividido em oito! Então aproveitei o feriado e cai de cabeça nele. Deu um certo trabalho, mas gostei do resultado final (apesar do meu pescoço estar doendo os infernos de tanto ficar curvada sobre a prancheta...).&lt;br /&gt;E também decidi fazer uma espécie de homenagem e usei todas as meninas do Expresso nele. Tem todas que eu já havia desenhado mais a Yvaine. E como cada uma delas tem uma personalidade diferente, acabou por diferenciar bastante uma da outra e ficou bem legal. Pelo menos eu gostei bastante. Tentei deixar a feminilidade bem evidente para contrastar com os quadrinhos, embora não tenha dado para caprichar muito nos cenários (não como eu gostaria de ter feito, pelo menos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O evento foi bem divertido. Teve sorteios de livros, quadrinhos, cadernos costumizados e muito mais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para quem quiser mais detalhes, indico os links abaixo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://ladyscomics.com.br/agradecimentos-e-imagens#more-1432" target="_blank"&gt;ladyscomics.com.br/agradecimentos-e-imagens&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/ladyscomics/5092221228/" target="_blank"&gt;flickr.com/ladyscomics/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://casadosquadrinhos.blogspot.com/2010/10/ladys-comics-festa.html" target="_blank"&gt;casadosquadrinhos/ladys-comics-festa&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://areaumseteum.blogspot.com/2010/10/festa-de-lancamento-do-blog-ladys.html" target="_blank"&gt;area171/festa-de-lancamento-do-blog-ladys&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2187791068596331616-2232544492216902758?l=journaltsuru.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://journaltsuru.blogspot.com/feeds/2232544492216902758/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://journaltsuru.blogspot.com/2010/10/expresso-e-katchiannya-no-ladys-comics.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2187791068596331616/posts/default/2232544492216902758'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2187791068596331616/posts/default/2232544492216902758'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://journaltsuru.blogspot.com/2010/10/expresso-e-katchiannya-no-ladys-comics.html' title='Expresso e Katchiannya no Lady&apos;s Comics'/><author><name>Katchiannya</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ea2PNIOcTB4/ShNaFT6IUMI/AAAAAAAAACk/RQ5oBDCUw84/S220/2l9k2vr.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_ea2PNIOcTB4/TMgUazEi8jI/AAAAAAAAAJ0/SRv8eAbAdyU/s72-c/lady%27s+comics.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2187791068596331616.post-29402539081944325</id><published>2010-10-20T05:15:00.000-07:00</published><updated>2010-10-20T06:04:57.916-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='quadrinhos brasileiros'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='katchiannya'/><title type='text'>O Caminho da Roça</title><content type='html'>&lt;center&gt;&lt;img border="0" src="http://i135.photobucket.com/albums/q147/expressohogwarts2/presentes/imagens/lelissainocapa.jpg"/&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando se pensa em quadrinhos nacionais, a primeira coisa que nos vem à cabeça ou são revistas da Turma da Mônica ou quadrinhos de humor, como os trabalhos de cartunistas já consagrados como Laerte, Angeli ou Fernando Gonsales. Entretanto, existe muito mais no mundo dos quadrinhos brasileiros do que sonha nossa vã filosofia. Um é exemplo é o álbum Saino a Percurá, de Marcelo Eduardo Lelis de Oliveira, mais conhecido como Lelis, que estará participando da Riocomicon em novembro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lelis já foi ilustrador do jornal Estado de Minas e da Folha de São Paulo, já tendo participado de vários Salões de Humor e de quadrinhos pelo Brasil, ganhando também alguns prêmios. A segunda história de Saino a Percurá, "Neo Liberal", apareceu primeiramente na 3ª Bienal de Quadrinhos, em 1997, isso só para citar um exemplo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele também participou de uma das histórias do especial Mauricio de Souza 50 anos, protagonizada pelo Chico Bento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com traços pouco convencionais, uma linguagem próxima da linguagem do povo e texto ritmado mesmo quando não há rimas, Saino a Percurá lembra muito as obras de literatura de cordel, especialmente a primeira história (que dá título ao álbum). Aliado a tudo isso, ainda temos nas histórias um fundo de crítica social deliciosamente sutil e ao mesmo tempo cáustica. Com todos esses elementos reunidos, não há como negar que estamos diante de uma obra-prima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A história título é de um absurdo incrível: conta a historia de um desafortunado filho de um pato e uma galinha (?!), cujo possível destino certo seria a panela. Entretanto, contrariando essa premissa, ele acaba por surpreender a todos que o conheciam. A segunda história, a já citada "Neo Liberal", poderia também se chamar uma tragédia sertaneja ou "saindo do fogo para cair na frigideira", mostrando, de forma curta porém crítica, a ironia do destino de muitas mulheres do interior, cujas escolhas na vida (ou as escolhas que a vida faz para elas) acabam sempre por levar a um desfecho amargo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já a terceira história, "Mudernidades" (sem dúvida a melhor das três), é uma crítica sagaz à televisão, ou melhor: ao processo de zumbificação promovido pela TV, especialmente nos membros das camadas mais carentes da sociedade, que volta e meia vivem suas vidas mais pelo que acontece com os personagens de uma novela ou de um programa que por aquilo que ocorre em suas próprias vidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saino a Percurá é um trabalho único e especial, caracterizando a vida no interior de forma genuína e sincera, embora carregada de crítica, mostrando-se uma obra verdadeiramente brasileira. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img border="0" src="http://i135.photobucket.com/albums/q147/expressohogwarts2/presentes/imagens/saino2.jpg"/&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;h4&gt;&lt;center&gt;&lt;b&gt;Beyond Wrong - Minha Primeira Participação!&lt;/h4&gt;&lt;/center&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Katchiannya encontra Jesus, o Elfo da Praça XD&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Clique abaixo para conferir&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;a href="http://nanaden.blogspot.com/" target="_blank"&gt;&lt;i&gt;&lt;img border="0" src="http://i135.photobucket.com/albums/q147/expressohogwarts2/presentes/imagens/BeyondWrong09.jpg"/&gt;&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;&lt;/center&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2187791068596331616-29402539081944325?l=journaltsuru.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://journaltsuru.blogspot.com/feeds/29402539081944325/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://journaltsuru.blogspot.com/2010/10/o-caminho-da-roca.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2187791068596331616/posts/default/29402539081944325'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2187791068596331616/posts/default/29402539081944325'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://journaltsuru.blogspot.com/2010/10/o-caminho-da-roca.html' title='O Caminho da Roça'/><author><name>Katchiannya</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ea2PNIOcTB4/ShNaFT6IUMI/AAAAAAAAACk/RQ5oBDCUw84/S220/2l9k2vr.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2187791068596331616.post-1338420071624627450</id><published>2010-09-29T08:58:00.000-07:00</published><updated>2010-09-29T09:14:01.155-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='animação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='katchiannya'/><title type='text'>Ograblenie po...</title><content type='html'>&lt;center&gt;&lt;img src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/2/29/Ograblenie_po_-_openning_frame.png"&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra animação bacana vista na minha aula de Panorama da Animação. Ograblenie po... ou Robbery Style, foi lançada em 1978, e relançada em 88. Seu diretor é Yefim Gamburg. Ela faz uma brincadeira metalinguistica com o estilo de filme  de ação de quatro países diferentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Na paródia da parte americana, baseada em filmes de ação, o xerife é inspirado em Marlon Brando. Na parte francesa, o tema são os filmes noir franceses, e seus personagens são baseados em Jean Gabin, Fernandel, Alain Delon, Brigitte Bardot e Louis Funès. A parte italiana traz paródia de filmes coloridos da máfia italiana, com personagens baseados em Marcelo Mastroianni e Sophia Loren.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na parte final, baseada na URSS, os personagens são baseados em nos atores Saveli Kramarov e Stanislav Chekan (ladrões) e Mikhail Zharov (policial). Esta peça satiriza a ineficiência da economia soviética - os ladrões estão tentando roubar o Sberkassa, mas não pode fazê-lo porque ele está sempre fechado para limpeza ou reparos. Esta última parte não foi mostrada na URSS por causa da censura, devido à sátira e ao fato de Saveli Kramarov ter emigrado para os EUA no momento em que o filme foi concluído. A versão completa foi re-lançada apenas em 1988, no tempo da Glasnost.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os quadros de abertura inclui uma paródia do logo da Metro-Goldwyn-Mayer, com Cheburashka, personaghem famoso do Leste Europeu, muitas vezes comparado ao Mickey, substituindo o Leão da MGM.&lt;/i&gt; (traduzido e adaptado da Wikipedia - http://en.wikipedia.org/wiki/Ograblenie_po...)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;object width="480" height="385"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/UkoTRt_jLzM?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/UkoTRt_jLzM?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="480" height="385"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/-Upg44VSxAw?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/-Upg44VSxAw?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="480" height="385"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/xsT0umMG--o?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/xsT0umMG--o?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="480" height="385"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/G3GkV8qG_8c?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/G3GkV8qG_8c?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/center&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2187791068596331616-1338420071624627450?l=journaltsuru.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://journaltsuru.blogspot.com/feeds/1338420071624627450/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://journaltsuru.blogspot.com/2010/09/ograblenie-po.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2187791068596331616/posts/default/1338420071624627450'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2187791068596331616/posts/default/1338420071624627450'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://journaltsuru.blogspot.com/2010/09/ograblenie-po.html' title='Ograblenie po...'/><author><name>Katchiannya</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ea2PNIOcTB4/ShNaFT6IUMI/AAAAAAAAACk/RQ5oBDCUw84/S220/2l9k2vr.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2187791068596331616.post-4192522951621101025</id><published>2010-09-22T05:26:00.000-07:00</published><updated>2010-09-22T06:09:26.169-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='animação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='katchiannya'/><title type='text'>A Verdadeira Vida de Inseto</title><content type='html'>Quando nos deparamos com as novidades tecnológicas dos dias de hoje e nos maravilhamos com os efeitos em 3D ou nos emocionamos com a animações da Pixar, não apenas pelo seu apuro técnico, mas também pela profundidade e riqueza de suas histórias, acabamos nos esquecendo de que, antes deles, vieram muitos pioneiros, hoje, muitas vezes esquecidos ou eclipsados pela sombra da Disney.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, aproveitando a deixa da minha atual aula de Panorama de Cinema de Animação, sempre que eu puder, estarei postando e comentando aqui alguns animadores clássicos (outros talvez mais contemporâneos)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O primeiro deles é Wladyslaw Starevich (ou Ladislaw/Ladislas/Ladislav/Starevitch/Starewich/Starewitch), animador russo, que pode ser considerado um dos pioneiros do cinema de stopmotion.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 220px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_ea2PNIOcTB4/TJn_3M0y6jI/AAAAAAAAAJo/yAJHT8KBqdk/s320/Starevitch.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5519724142119807538" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Filho de poloneses, Starevich trabalhava originalmente como etmologo , sendo diretor do Museu de História Natural de Kaunas. Seu interesse pela animação veio da necessidade de se mostrar através do cinema o ciclo de vida dos insetos, contudo, pela dificuldade de se filmar esses animais, recorreu ao stopmotion.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto, Starevich acabou indo além da documentação cientifica, criando filmes cujas histórias eram protagonizadas por insetos e animais. Ele conservava o corpo dos insetos, substituindo as patas por articulações de arame, mais fáceis de manipular e menos frágeis. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse período, mudou-se para Moscou, chegando mesmo a ganhar uma medalha dada pelo Czar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois da revolução russa, fugiu para a Polônia, onde morou por um breve período, antes de se assentar definitivamente na França, local no qual aprimorou sua técnica, refinando seu talento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para compreender a genialidade e a inventividade de Starevich, nada melhor que assistir a seus filmes. Abaixo posto "A Vingança do Cameraman" (1912), possivelmente seu filme mais famoso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assistam e compreendam que Starevich é um daqueles casos em que a técnica é apenas uma ferramenta para a expressão de algo verdadeiramente artistico e surpreendente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E divirtam-se, principalmente!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;object width="480" height="385"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/vIC0Sb6pLvI?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/vIC0Sb6pLvI?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Agradecimentos&lt;/b&gt; Gostaria imensamente de agradecer a todos pelas dicas sobre desenhar, desenhar e desenhar. Os conselhos me ajudaram bastante e me deixaram mais tranquila... Sempre que eu posso estou rabiscando em algum luga, nem que seja algo completamente abstrato. Espero ir melhorando de pouquinho em pouquinho. Novamente, obrigada mesmo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2187791068596331616-4192522951621101025?l=journaltsuru.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://journaltsuru.blogspot.com/feeds/4192522951621101025/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://journaltsuru.blogspot.com/2010/09/verdadeira-vida-de-inseto.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2187791068596331616/posts/default/4192522951621101025'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2187791068596331616/posts/default/4192522951621101025'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://journaltsuru.blogspot.com/2010/09/verdadeira-vida-de-inseto.html' title='A Verdadeira Vida de Inseto'/><author><name>Katchiannya</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ea2PNIOcTB4/ShNaFT6IUMI/AAAAAAAAACk/RQ5oBDCUw84/S220/2l9k2vr.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_ea2PNIOcTB4/TJn_3M0y6jI/AAAAAAAAAJo/yAJHT8KBqdk/s72-c/Starevitch.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2187791068596331616.post-5070975933401519467</id><published>2010-09-14T12:08:00.000-07:00</published><updated>2010-09-14T12:14:39.479-07:00</updated><title type='text'>A Little Help from my Friends</title><content type='html'>&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 120px; height: 120px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_ea2PNIOcTB4/TI_JdBkUftI/AAAAAAAAAJA/hTE-XwyFkIU/s320/613790-tn_pencil201.gif" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5516849569026309842" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é muito a praia do Tsuru, mas eu realmente preciso de uma GRANDE ajuda e estou postando em um tanto de lugares para ver se alguém me dá uma luz. ^^ &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fiquei sete longos anos sem pegar em um lápis, sem desenhar absolutamente nadica de nada e agora estou tentando retomar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sinto que meu traço deu uma declinada, está mais duro que no meu melhor de sete anos atrás... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E mesmo eu fazendo aulas de desenho, estou tendo dificuldades. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O primeiro motivo é que estou apanhando de perspectiva – talvez mais por fobia que por qualquer coisa, entendo a construção dos cenários, a questão dos pontos de fuga quando explicam, mas, quando eu vou fazer, simplesmente me dá um branco completo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguém teria sugestão de sites ou livros que tenham exercícios que eu possa fazer quase todos os dias, mas que não seja nada demorado?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já estou fazendo alguns exercícios, mas queria um pouco mais de possibilidades. Além de coisas mais “passo a passo” ou com o resultado final à vista para eu poder comparar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que vem o meu segundo motivo das minhas dificuldades. Tempo. Ou melhor, a falta dele...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu trabalho de 8:30 da manhã até às 5: 00 da tarde, daí, pego o busão para a facul e só chego em casa quase 11 da noite. Sábado eu trabalho pela manhã e faço aula até às 18 horas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, fim de semana estou morta. :P&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E no meio das contas deve me sobrar uma meia hora para praticar...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todo mundo fala: desenhe para saber desenhar... Mas quando?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao mesmo tempo que, sabiamente, me disseram que eu não posso sangrar na frente do papel, pois de nada adianta, por outro lado também não posso ficar parada. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Idéias de exercícios, temas ou qualquer coisa para eu me dar um empurrãozinho?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2187791068596331616-5070975933401519467?l=journaltsuru.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://journaltsuru.blogspot.com/feeds/5070975933401519467/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://journaltsuru.blogspot.com/2010/09/little-help-from-my-friends.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2187791068596331616/posts/default/5070975933401519467'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2187791068596331616/posts/default/5070975933401519467'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://journaltsuru.blogspot.com/2010/09/little-help-from-my-friends.html' title='A Little Help from my Friends'/><author><name>Katchiannya</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ea2PNIOcTB4/ShNaFT6IUMI/AAAAAAAAACk/RQ5oBDCUw84/S220/2l9k2vr.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_ea2PNIOcTB4/TI_JdBkUftI/AAAAAAAAAJA/hTE-XwyFkIU/s72-c/613790-tn_pencil201.gif' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2187791068596331616.post-981893300418326893</id><published>2010-09-01T05:49:00.001-07:00</published><updated>2010-09-01T05:49:57.339-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='tirinhas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='mangá'/><title type='text'>Beyond Wrong</title><content type='html'>Conheça tirinhas inspiradas em nerds reais como eu (que aliás realmente estou lá) e você, onde as coisas geralmente acabam sendo muito erradas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Clique abaixo para conferir&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;a href="http://nanaden.blogspot.com/" target="_blank"&gt;&lt;i&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/_ea2PNIOcTB4/TH5KVsqqh6I/AAAAAAAAAIw/loata2nwy5w/s200/Beyond+Wrong+07.jpg"/&gt;&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;&lt;/center&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2187791068596331616-981893300418326893?l=journaltsuru.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://journaltsuru.blogspot.com/feeds/981893300418326893/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://journaltsuru.blogspot.com/2010/09/beyond-wrong.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2187791068596331616/posts/default/981893300418326893'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2187791068596331616/posts/default/981893300418326893'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://journaltsuru.blogspot.com/2010/09/beyond-wrong.html' title='Beyond Wrong'/><author><name>Katchiannya</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ea2PNIOcTB4/ShNaFT6IUMI/AAAAAAAAACk/RQ5oBDCUw84/S220/2l9k2vr.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_ea2PNIOcTB4/TH5KVsqqh6I/AAAAAAAAAIw/loata2nwy5w/s72-c/Beyond+Wrong+07.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2187791068596331616.post-5838635722500869342</id><published>2010-07-21T05:47:00.000-07:00</published><updated>2010-07-22T04:28:02.350-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='trabalhos da katchy'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='katchiannya'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;h4&gt;&lt;center&gt;&lt;b&gt;The Little Match Girl Seller&lt;/h4&gt;&lt;/center&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mostro para vocês outro trabalho de faculdade deste semestre. Um site inspirado no conto &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/The_Little_Match_Girl" target="_blank"&gt;A Pequena Vendedora de Fósforos do Hans Christian Andersen&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das histórias mais tristes e ao mesmo tempo bonitas que já li (durante toda a minha infância meio que fiquei traumatizada com este conto, mas quem conhece o Andersen sabe o quanto suas histórias são terrivelmente crueis em sua maioria)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os desenhos são do meu amigo Leo, a parte da árvore de Natal foi feita pela Barbara. Eu e o Arthur trabalhamos no webdesigner e no html.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A idéia era fazer um site totalmente sem palavras, apenas imagens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Clique abaixo para conferir&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;a href="http://www.littlematchgirlseller.webs.com/" target="_blank"&gt;&lt;i&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/_ea2PNIOcTB4/TEbr3xlDAhI/AAAAAAAAAIg/xXABcy-kMXw/s1600/matchgirl.JPG"/&gt;&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;&lt;/center&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2187791068596331616-5838635722500869342?l=journaltsuru.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://journaltsuru.blogspot.com/feeds/5838635722500869342/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://journaltsuru.blogspot.com/2010/07/little-match-girl-seller-mostro-para.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2187791068596331616/posts/default/5838635722500869342'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2187791068596331616/posts/default/5838635722500869342'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://journaltsuru.blogspot.com/2010/07/little-match-girl-seller-mostro-para.html' title=''/><author><name>Katchiannya</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ea2PNIOcTB4/ShNaFT6IUMI/AAAAAAAAACk/RQ5oBDCUw84/S220/2l9k2vr.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_ea2PNIOcTB4/TEbr3xlDAhI/AAAAAAAAAIg/xXABcy-kMXw/s72-c/matchgirl.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2187791068596331616.post-6723585626040212566</id><published>2010-07-14T06:19:00.001-07:00</published><updated>2010-07-22T04:27:38.378-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='trabalhos da katchy'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='katchiannya'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;h4&gt;&lt;center&gt;&lt;b&gt;Katchiannya no Devianatart&lt;/h4&gt;&lt;/center&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Montei um DevanatArt para mim com alguns trabalhos antigos e as coisas que estou atualmente fazendo na faculdade. Espero que gostem:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Clique abaixo para conferir&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;a href="http://katchiannya.deviantart.com/" target="_blank"&gt;&lt;i&gt;&lt;img border="0" src="http://socialmediaanswers.com/wp-content/uploads/2008/11/deviantart_logo_.jpg"/&gt;&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;&lt;/center&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2187791068596331616-6723585626040212566?l=journaltsuru.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://journaltsuru.blogspot.com/feeds/6723585626040212566/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://journaltsuru.blogspot.com/2010/07/katchiannya-no-devianatart-montei-um.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2187791068596331616/posts/default/6723585626040212566'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2187791068596331616/posts/default/6723585626040212566'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://journaltsuru.blogspot.com/2010/07/katchiannya-no-devianatart-montei-um.html' title=''/><author><name>Katchiannya</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ea2PNIOcTB4/ShNaFT6IUMI/AAAAAAAAACk/RQ5oBDCUw84/S220/2l9k2vr.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2187791068596331616.post-8530173978573640322</id><published>2010-05-19T07:37:00.000-07:00</published><updated>2010-07-22T04:26:56.203-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='animação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='katchiannya'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;center&gt;&lt;strong&gt;Anima Mundi Drops&lt;/strong&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;Pela já famosa e constante falta de tempo, não pude organizar o artigo a ser publicado no Tsuru hoje, mas, para não deixa-los na mãe resolvi postar curtas de uma edição mais antiga do Anima Mundi que eu gosto bastante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para quem não sabe:&lt;i&gt; O Anima Mundi é um festival de animação  que ocorre anualmente no mês de julho nas cidades do Rio de Janeiro e São Paulo, no Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Iniciado em 1993, é o maior da América Latina. Durante o festival são exibidos curtas, médias e longas-metragens, seriados e comerciais. As linguagens narrativas e técnicas são as mais variadas e o festival não exige nenhum critério específico.&lt;/i&gt; (fonte: Wikipedia)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;object width="480" height="385"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/FXET1kvEOAY&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/FXET1kvEOAY&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="480" height="385"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/fFtXW7veUnc&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/fFtXW7veUnc&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Continuando nossa viagem pelo Anima Mundi,trago a você um trabalho de Alexander Petrov, um russo insanamente genial, que faz animações pintando sobre placas de vidro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mais famoso dele é O Velho e o Mar, que é possível de ser encontrado no You Tube, mas resolvi postar meu favorito: My Love. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;object width="480" height="385"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/dq7nLVoaPX8&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/dq7nLVoaPX8&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="480" height="385"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/yN_gV2qLaYk&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/yN_gV2qLaYk&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="480" height="385"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/47Cs6hHp_Wo&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/47Cs6hHp_Wo&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;/center&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2187791068596331616-8530173978573640322?l=journaltsuru.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://journaltsuru.blogspot.com/feeds/8530173978573640322/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://journaltsuru.blogspot.com/2010/05/anima-mundi-drops-pela-ja-famosa-e.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2187791068596331616/posts/default/8530173978573640322'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2187791068596331616/posts/default/8530173978573640322'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://journaltsuru.blogspot.com/2010/05/anima-mundi-drops-pela-ja-famosa-e.html' title=''/><author><name>Katchiannya</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ea2PNIOcTB4/ShNaFT6IUMI/AAAAAAAAACk/RQ5oBDCUw84/S220/2l9k2vr.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2187791068596331616.post-9159333609528791397</id><published>2010-05-05T06:38:00.000-07:00</published><updated>2010-05-05T07:37:56.647-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='comics'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='resenhas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='katchiannya'/><title type='text'>Feito gatos e ratos</title><content type='html'>&lt;b&gt;Por Katchiannya Cunha&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 641px; height: 482px;" src="http://psww.files.wordpress.com/2009/01/maus.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim como o cinema, os quadrinhos são vistos pela maioria das pessoas como uma mídia descompromissada, entretenimento puro. Mas percebe-los somente como uma diversão é negar as potencialidades criativas e críticas dessa forma de arte. Assim como no cinema, onde para cada Independence Day existe um Apocalipse Now ou para cada filme da Xuxa existe um Cidade de Deus, também nos quadrinhos existem obras artísticas, de caráter mais experimental e mais reflexivo. Dentre as obras em quadrinhos dessa segunda vertente, uma que realmente merece ser relida e novamente divulgada para o grande público é Maus, de Art Spiegelman.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Maus é uma das mais premiadas histórias em quadrinhos do século XX, sendo agraciada não apenas com prêmios concedidos por profissionais do ramo, mas também por outras associações, tendo recebido inclusive o famoso prêmio Pulitzer. Para quem não sabe, o Pulitzer é um dos maiores prêmios jornalísticos dos Estados Unidos, mas que também contempla outras áreas de criação, como as produções literárias e fotográficas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escrita e desenhada por Art Spiegelman, a série é dividida em dois volumes e narra a história de Vladek e Anja (lê-se "Ania") Spiegelman, pais do quadrinista, durante a Segunda Guerra Mundial, tudo pela perspectiva de Vladek, que narra a história para o filho anos depois.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vladek e Anja eram judeus. Ela, de uma família bastante abonada; ele, nem tanto. E, como a maioria dos judeus da época, independente de sua classe social, viram seu mundo mudar radicalmente com o advento do nazismo e o início da guerra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No primeiro volume, Spiegelman começa contando a história dos pais: como se conheceram e se casaram, e como a vida de luxo da família de Anja foi se deteriorando com o passar do tempo, com os direitos e a liberdade dos judeus ficando cada vez mais restritos. Posteriormente, a mudança da família para o gueto e as posteriores fugas e os esconderijos para que não fossem capturados e enviados para os campos de concentração ou mortos. No volume seguinte, Vladek e Anja foram capturados e se encontram em Auschwitz. Toda a vida no campo é contada em detalhes, inclusive com o mapa de uma câmara de gás.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em ambos os volumes, a narrativa dos acontecimentos da Segunda Guerra é entremeada por diálogos e situações ocorridas no período em que Art estava trabalhando no projeto, em especial de situações de interação entre pai e filho, que muitas vezes parecem não ter nada a ver com a "história principal", mas dizem muito da personalidade de Vladek.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sendo um acontecimento tão marcante na recente história da humanidade como uma ferida que não quer fechar, milhares de produções artísticas sobre a Segunda Guerra já foram realizadas. Mas, infelizmente, a maioria delas retrata o conflito de forma simplista, em tons de preto e branco. Normalmente, as vítimas são retratadas como santos e os aliados (principalmente os americanos) como heróis sem mácula, apenas como exemplo de máxima virtude.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Maus se destaca, diferenciando-se da maioria dessas produções por ser uma daquelas poucas obras que tem a coragem de mostrar toda a crueza da guerra em fortes tons de cinza. Spiegelman consegue transmitir toda a insanidade do período sem meias palavras, mas sem ser apelativo. Todo o horror da guerra está lá, e nos choca e emociona, sem ser piegas ou autocomplacente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vladek é o "herói" da história, mas não é perfeito. Na realidade, é uma pessoa no mínimo insuportável: mesquinho, racista, rancoroso e avarento, principalmente com seus familiares - o filho Art e sua segunda esposa. Ao mesmo tempo, é uma pessoa inventiva, criativa, inteligente e perspicaz, que fez o possível e o impossível para sobreviver. Ele desperta nos leitores sentimentos bastante ambíguos. O mesmo pode-se dizer das demais personagens, mesmo as secundárias, todas tão palpáveis e complexas como qualquer pessoa comum, tão boas e egoístas como se pode ser numa situação extrema como a que viviam no período.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que mais chama a atenção na obra é o desejo de sobreviver, seja como for. Não é apenas um "cada um por si": existe ajuda, mas ela tem certo preço, este por vezes bastante justificável. Ou como diz Vladek a Art quando o filho, ainda criança, se desentendeu com alguns amigos: "Seus amigos? Se vocês os trancar num quarto sem comida por uma semana, aí você verá o que são amigos".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro ponto de destaque de Maus é a original idéia de Spiegelman em retratar as personagens como animais: os judeus como ratos, os nazistas, gatos, os americanos são cães, os poloneses são porcos e os franceses, sapos. Em parte, essa idéia parece ter vindo de uma frase do próprio Vladek, tendo ele afirmado que talvez com sua história seu filho poderia ficar famoso como Walt Disney - um dos poucos cartunistas que ele conhecia, cuja uma das criações mais famosas é, como todos sabemos, o rato Mickey. Tal caracterização acaba por enriquecer ainda mais a obra, principalmente se levarmos em conta o contraste do teor pesado de sua história com a presença de animais protagonizando-a, destoando totalmente da expectativa que possuímos quando animais humanizados são utilizados em uma narrativa. Ao invés do mundo cor de rosa típico da Disney, a situação retratada ali não poderia ser mais negra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Spiegelman já foi procurado por diversos estúdios com propostas de transformar Maus em filme, mas o cartunista recusou todas, pois acredita que os quadrinhos são o formato ideal para sua história. Chegou a afirmar: "Não entendo porque em nossa cultura ninguém parece acreditar que algo não é real até que seja transformado em filme".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De qualquer maneira, se Maus fosse um filme com certeza o resultado seria algo muito mais próximo de O Pianista do que de O Resgate do Soldado Ryan ou Pearl Habour. Se por si só Maus se coloca como uma obra forte e marcante, que nos leva à reflexão, em tempos estranhos como esses que estamos passando, com a guerra entre Estados Unidos e Iraque (também conhecida como a "Guerra de Bush"), sua leitura se mostra imprescindível e essencial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os dois volumes de Maus já foram publicados no Brasil pela Editora Brasiliense e posteriormente reunidos em um único volume pela Companhia das Letras. Para quem mora em BH, a Biblioteca da Escola de Belas Artes da UFMG tem um exemplar do primeiro volume da série.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2187791068596331616-9159333609528791397?l=journaltsuru.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://journaltsuru.blogspot.com/feeds/9159333609528791397/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://journaltsuru.blogspot.com/2010/05/feito-gatos-e-ratos.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2187791068596331616/posts/default/9159333609528791397'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2187791068596331616/posts/default/9159333609528791397'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://journaltsuru.blogspot.com/2010/05/feito-gatos-e-ratos.html' title='Feito gatos e ratos'/><author><name>Katchiannya</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ea2PNIOcTB4/ShNaFT6IUMI/AAAAAAAAACk/RQ5oBDCUw84/S220/2l9k2vr.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2187791068596331616.post-1190519487141315181</id><published>2010-04-27T19:37:00.000-07:00</published><updated>2010-04-27T19:59:26.078-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='resenhas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='katchiannya'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='anime'/><title type='text'>Guerra das Galáxias</title><content type='html'>&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 214px; DISPLAY: block; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5465015547479989490" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_ea2PNIOcTB4/S9eir3-IHPI/AAAAAAAAAH8/ReoTd0LBPIc/s320/macross.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;Hoje eu decidi resgatar uma das minhas séries favoritas de animes do meu tempo de menina: a primeira série de Macross, mais conhecidas por aqui como Robotech (embora a história seja um pouco mais complicada) e que, inclusive, chegou a ser publicada em quadrinhos aqui no Brasil&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exibida por aqui no fim dos anos 80 e início da década de 90 pela Rede Globo, Robotech era na realidade a junção de três animes japoneses: Super Dimensional Fortress Macross, Super Dimensional Cavalry Southern Cross e Genesis Climber Mospeada, que em princípio não possuíam nenhuma relação entre si a não ser o fato de serem animes mecha (de robôs gigantes) que envolviam batalhas espaciais. A responsável por essa bagunça foi a produtora americana Harmony Gold, que comprou os direitos da bem sucedida série japonesa Macross para exibi-la nos States. Na época, havia uma regra idiota de que uma animação deveria ter no mínimo 65 episódios por temporada para ir ao ar, e como Macross só tinha 36, resolveram costura-la com as demais séries fazendo algumas edições, adaptando nomes e alterando a ordem de alguns fatos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E apesar dessa manobra Frankstein, a série fez muito sucesso nos Estados Unidos, especialmente seu primeiro arco de histórias que diz respeito exatamente ao Macross original - dos três animes, este foi o que praticamente sofreu o menor número de cortes. Precisamente este arco de histórias foi o exibido pela Globo (e um pedaço da segunda parte, calcada em Southern Cross). Posteriormente, a Record e a Gazeta/CNT exibiram a versão original de Macross (também chamada de Guerra das Galáxias) sem os cortes, mantendo o nome das personagens e as músicas originais em japonês. A série original Macross deu origem a diversas outras séries no Japão, que infelizmente nunca chegaram a serem exibidas por aqui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 222px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5465015659062187810" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_ea2PNIOcTB4/S9eiyXpZVyI/AAAAAAAAAIE/dCZmR4hVwvo/s320/macross_cast.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;Em Macross, no ano de 1999 uma enorme nave alienígena cai na Terra. Prenúncio de uma provável invasão. Com esse receio, os cientistas do planeta começam a investigar a nave e se apropriar de sua tecnologia, o que resultará nos caças Valkyrie, capazes de se transformar em robôs, e no cargueiro espacial SDF-1 Macross, que possui a mesma capacidade. Dez anos depois, a Terra está sob o ataque da raça alienígena Zentraedi (Zentraady, no original), que veio ao nosso planeta em busca da nave perdida. Muito maiores que os habitantes da terra, os Zentraedis parecem não desenvolver o uso das emoções, nem relações afetivas, especialmente as amorosas, o que os deixa chocados diante dos humanos.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por um acidente, durante um ataque o SDF-1 Macross e uma cidade próxima são transportados para os confins do sistema solar. Agora, eles tentam se adaptar aos conflitos entre as populações civil e militar da nave, ao mesmo tempo em que tentam voltar para casa e derrotar os alienígenas em seu caminho.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Contudo, o foco principal da história não é exatamente as batalhas espaciais, mas sim as relações estabelecidas entre as personagens, em especial no triângulo amoroso vivido pelo piloto Rick Hunter/Hikaru Hishizo, a cantora Lynn Minmei e a primeira oficial da nave, Lisa Hayes/Misa Hayase. Tanto Rick quanto Lisa se tornam soldados por influências de membros de suas famílias. Ela inspirada por seu pai, um famoso comandante, e ele por seu irmão mais velho Roy Fokker, um dos melhores pilotos da frota, que infelizmente morre quase que no começo da série.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outras personagens importantes são o Capitão Henry Gloval, que comanda a SDF-1 Macross, o piloto Maximillian Genius e sua esposa Millia. Millia era na realidade uma Zentraedi, que foi reduzida ao tamanho humano para espionar a nave, acaba se apaixonando por Max e se casando com ele (e confesso que são dois dos meus personagens favoritos).&lt;br /&gt;No fim de tudo, apesar de todas as guerras e batalhas, o que faz com que a guerra acabe é o poder do amor, mais claramente uma canção de Minmei que, ouvida pelos Zentraedi, desperta neles sentimentos e emoções que os alienígenas acreditavam não mais existir.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A Panini foi a responsável pela revista inspirada na série, mais especificamente nesta parte da história. Produzida totalmente nos Estados Unidos por americanos, Robotech conta o que aconteceu depois e antes da série televisiva. A história começa em 2015, com o agora Capitão Hunter num primeiro momento enfrentando rebeldes Zentraedi. Posteriormente, a história muda de rumo e somos levados de volta a 1999, aos tempos em que Rick e seu irmão Roy Fokker viviam no circo voador da família, e logo depois ao momento em que ocorrerá o evento Macross (a queda da nave).&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No primeiro número, para quem é fã da série animada mal deu para matar saudades das personagens. Tudo, personagens, as situações e os eventos importantes, estão sendo apresentados praticamente na base do conta-gotas. Para quem nunca assistiu ou ouviu falar sobre o anime fica difícil entender qual será o rumo da história.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ainda assim dá para se envolver com a história em certos momentos, especialmente naqueles que mostram o relacionamento entre os irmãos Rick e Roy, uma mistura de cumplicidade, admiração e amizade. Quem era fã do anime também acaba por aproveitar muito mais alguns pequenos detalhes da revista - como, por exemplo, o fato de que o almirante Hayes era inimigo do Capitão Gloval, levando-se em consideração que posteriormente estarão do mesmo lado e a filha de Hayes, Lisa, será o braço direito de Gloval no SDF-1 Macross.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Talvez o que realmente tenha faltado foi a Panini fazer uma introdução do que foi Robotech, apresentando a animação e os personagens à nova geração e relembrando certos fatos aos antigos fãs. Afinal, tem quase uns dez anos que o desenho foi exibido no Brasil pela última vez.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para quem quiser conhecer a história "real", eu recomendo vasculhar a locadora mais próxima, pois alguns episódios foram lançados em vídeo ou, nesse nosso admirável mundo novo internético, baixar em algum fansub decente (junto com as suas continuações) . É claro que o ideal seria a série ser exibida novamente na TV. Sonhar não custa nada, não é?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 227px; DISPLAY: block; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5465015768892998930" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_ea2PNIOcTB4/S9ei4wzGhRI/AAAAAAAAAIM/ibGdWw5RemQ/s320/Macross_Box_Set.jpg" /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2187791068596331616-1190519487141315181?l=journaltsuru.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://journaltsuru.blogspot.com/feeds/1190519487141315181/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://journaltsuru.blogspot.com/2010/04/guerra-das-galaxias.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2187791068596331616/posts/default/1190519487141315181'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2187791068596331616/posts/default/1190519487141315181'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://journaltsuru.blogspot.com/2010/04/guerra-das-galaxias.html' title='Guerra das Galáxias'/><author><name>Katchiannya</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ea2PNIOcTB4/ShNaFT6IUMI/AAAAAAAAACk/RQ5oBDCUw84/S220/2l9k2vr.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_ea2PNIOcTB4/S9eir3-IHPI/AAAAAAAAAH8/ReoTd0LBPIc/s72-c/macross.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2187791068596331616.post-1327483403745031516</id><published>2010-04-21T10:10:00.001-07:00</published><updated>2010-04-21T10:11:44.027-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='comics'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='independente'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;h4&gt;&lt;center&gt;&lt;b&gt;"Into the Shadow" mini graphic novel&lt;/b&gt;&lt;/center&gt;&lt;center&gt;&lt;/center&gt;&lt;/h4&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Sei que hoje é dia de Tsuru, mas resolvi variar um pouquinho e fazer propaganda de um trabalho de uma quadrinista brasileira, atualmente morando nos Estados Unidos, o nome dela é Leticia Abreu Silva. Embora eu seja suspeita por ela ser minha prima, a Lele tem um traço delicado e expressivo e é uma excelente storytelling. Ela está precisando de ajuda para publicar a Graphic dela, se puderem dar uma ajuda, basta visitarem o site da Lele e contribuirem com o que puderem: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;b&gt;Saiba mais clicando no desenho abaixo:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.kickstarter.com/projects/lele/into-the-shadow-mini-graphic-novel" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" src="http://i135.photobucket.com/albums/q147/expressohogwarts2/presentes/imagens/th_27.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;http://www.kickstarter.com/projects/lele/into-the-shadow-mini-graphic-novel&lt;br /&gt;&lt;/center&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2187791068596331616-1327483403745031516?l=journaltsuru.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://journaltsuru.blogspot.com/feeds/1327483403745031516/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://journaltsuru.blogspot.com/2010/04/into-shadow-mini-graphic-novel-link.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2187791068596331616/posts/default/1327483403745031516'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2187791068596331616/posts/default/1327483403745031516'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://journaltsuru.blogspot.com/2010/04/into-shadow-mini-graphic-novel-link.html' title=''/><author><name>Katchiannya</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ea2PNIOcTB4/ShNaFT6IUMI/AAAAAAAAACk/RQ5oBDCUw84/S220/2l9k2vr.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2187791068596331616.post-5498468180568131331</id><published>2010-03-02T17:50:00.001-08:00</published><updated>2010-03-02T18:01:39.441-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='comics'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='resenhas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='katchiannya'/><title type='text'>Love &amp; Rockets</title><content type='html'>&lt;h4&gt;&lt;b&gt;por Katchiannya Cunha&lt;/b&gt;&lt;/h4&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 244px; height: 320px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_ea2PNIOcTB4/S43AkAipvoI/AAAAAAAAAHk/pwM5JodK0cs/s320/hernandez.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5444219249413963394" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Love &amp; Rockets é a criação de três irmãos: Mario, Jaime e Gilbert Hernandez. Lançada há mais de vinte anos, a série começou de forma artesanal até se tornar um cult incontestável. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A idéia da publicação partiu do mais velho dos três, Mario, que convenceu os irmãos a publicarem a revista por conta própria. Enviaram então um exemplar para Gary Grouth, editor da renomada The Comics Journal e um dos mais ferinos críticos de quadrinhos nos Estados Unidos. Para surpresa do trio de irmãos, Grouth não só amou a revista como convidou os Hernandez a publicar suas histórias em um sistema mais profissional. Em 1982 saiu a primeira edição “oficial”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Love &amp; Rockets nunca foi um sucesso de vendas, mas acabou virando um cult quase imediato e até mesmo inspirou o nome de uma banda de rock inglês. Ironia das ironias, justo Mario, fundador da série, acabou abandonando a revista logo após os primeiros números, enquanto Jaime e Gilbert continuavam o trabalho, cada um abordando histórias e estilos completamente distintos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 249px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_ea2PNIOcTB4/S43A9FD4nII/AAAAAAAAAHs/GB3R6NFJpYE/s320/love-n-rockets.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5444219680123821186" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jaime criou as Locas, um grupo de garotas chicanas que vivem em um futuro recente. No começo, as histórias de Jaime tinham uma ênfase maior nos aspectos de ficção científica e aventura. Aos poucos, o lado pessoal e das relações entre as garotas se tornou o centro das tramas. As personagens principais são Margarita Chascarillo, ou Maggie, uma mecânica de foguetes de mão cheia que também é apaixonada pelo seu chefe, o mecânico Rand Race. Sua companheira de quarto e melhor amiga é Hopey, com quem Maggie tem uma relação um tanto quanto dúbia. Hopey tem uma banda de rock com Terry. Outra personagem importante é Penny Century, a fanática por quadrinhos de super-heróis e amante do milionário H.R. Castigan. Penny, visivelmente inspirada nas garotas dos famosos calendários de pin up dos anos 40 e 50, vive sempre metida em aventuras e confusões que dariam inveja à versão em quadrinhos da Betty Page. Temos também Isabel “Izzy” Ruebens Ortiz, a amiga esotérica da turma, que com o passar dos anos ficou cada vez mais estranha. Izzy por vezes serve como uma espécie de heterônimo de Jaime, uma vez que várias histórias são assinadas por ela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gilbert inventou a deliciosa cidade de Palomar, um lugarejo de pouco mais de 300 habitantes localizado em algum lugar da América Central. Gilbert é frequentemente comparado a Gabriel García Márquez (Cem Anos de Solidão) e a Jorge Amado (Tieta do Agreste) na sua criação de tipos latinos. Suas personagens vivem a miséria típica do interior terceiromundista, mas também vivenciam com intensidade a vida e as paixões. É difícil tecer em poucas palavras as qualidades da obra de Gilbert, é preciso ler para entender exatamente do que falo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim como nas histórias das Locas, em Sopa de Gran Peña ou Heartbreak Soup, as personagens envelhecem, se casam, têm filhos que por vezes se tornam os protagonistas das próximas histórias. E não por um acaso, muitas vezes também histrias do passado das personagens são apresentadas, construídas como uma enorme colcha de retalhos que, aos poucos, vão fazendo sentido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O primeiro arco de histórias conta a chegada de Luba ao vilarejo. Luba é uma sensual banãdora (ela tem uma espécie de casa de banhos) que se muda para Palomar em busca de uma vida melhor para ela e para a penca de filhos que traz na barra da saia. Ela abre um estabelecimento no lugar, mas arranja certos problemas, pois a bañadora oficial do lugar, Chelo (que antes havia sido parteira), não vai deixar barato a concorrência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas a história não se resume apenas à rivalidade das duas. Como num típico filme de Robert Altman ou em Magnólia, de P.T. Anderson, o que realmente temos são várias histórias paralelas que de alguma forma estão interligadas e são na verdade uma desculpa para contar como é realmente o dia-a-dia de Palomar.&lt;br /&gt;Além das já citadas Luba e Chelo, outras personagens importantes neste arco são Manuel e Soledad, dois amigos de infância e completos opostos em termos de personalidade. Manuel é o típico conquistador, não perdoa um rabo de saia e não acredita em fidelidade. Por isso tudo é considerado pelos meninos da vila como uma espécie de herói. Já Soledad é o cara letrado, sempre envolvido com livros e dono de uma descomunal timidez. A medida que a história se desenvolve, fica cada vez mais claro que a amizade dos dois se destina a terminar em tragédia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há também as irmãs Pipo e Carmen. Pipo é a menina mais bonita e cobiçada de toda Palomar, enquanto a mais nova, Carmen, é uma menina de personalidade forte, cujo atual projeto de vida é transformar o bobalhão da vila em um perfeito Dom Juan.&lt;br /&gt;O nome Sopa de Gran Peña, como Pipo explica no decorrer da história, vem de uma sopa típica do lugar que é feita e tomada apenas por aqueles que tiveram seu coração completamente destroçado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A série já foi publicada no Brasil no início dos anos 90, pela Record, como Love &amp; Rockets, Locas, Mulheres Perdisas e Crônicas de Palomar. A Via Lettera publicou, posteriormente, uma coletânea, Sopa de Gran Peña, retomando algumas histórias já publicadas no Brasil. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Love &amp; Rockets - Sopa de Gran Peña ainda pode ser encontrada em algumas comic shops e vale muito (muito mesmo) a pena. Já os exemplares da Recordsão quase impossíveis de encontrar. Se vir algum no sebo, compre sem pensar duas vezes Afinal, Love &amp; Rockets - Sopa de Gran Peña tem uma qualidade literária raramente vista nos quadrinhos, mesmo naqueles ditos alternativos. Os irmãos Hernandez não têm medo de abordar temas mais fortes e ainda o consegue fazer sem ser apelativo ou vulgar. Gilbert, em especial, consegue mesclar em uma mesma história a aridez da vida de um vilarejo pobre com momentos de ternura e sensibilidade demonstradas por um povo que, apesar de todo o sofrimento e dificuldades, tem um enorme amor à vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 231px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_ea2PNIOcTB4/S43BPLLoXjI/AAAAAAAAAH0/4zj6og6Ne7g/s320/heartbreak.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5444219991004569138" /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2187791068596331616-5498468180568131331?l=journaltsuru.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://journaltsuru.blogspot.com/feeds/5498468180568131331/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://journaltsuru.blogspot.com/2010/03/love-rockets.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2187791068596331616/posts/default/5498468180568131331'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2187791068596331616/posts/default/5498468180568131331'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://journaltsuru.blogspot.com/2010/03/love-rockets.html' title='Love &amp; Rockets'/><author><name>Katchiannya</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ea2PNIOcTB4/ShNaFT6IUMI/AAAAAAAAACk/RQ5oBDCUw84/S220/2l9k2vr.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_ea2PNIOcTB4/S43AkAipvoI/AAAAAAAAAHk/pwM5JodK0cs/s72-c/hernandez.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2187791068596331616.post-8454156258533125479</id><published>2010-02-23T19:23:00.000-08:00</published><updated>2010-02-23T19:34:30.768-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='lucita'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='resenhas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='katchiannya'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filmes'/><title type='text'>Zumbilândia</title><content type='html'>&lt;h4&gt;&lt;b&gt;por Katchiannya Cunha e Lucita "Hellsing" Nascimento&lt;/b&gt;&lt;/h4&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 155px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_ea2PNIOcTB4/S4ScH6hEoSI/AAAAAAAAAHU/61Eu-4sgSAY/s320/zombieland1.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5441645909551391010" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando em 1932,  a Universal, em seu ciclo clássico de filmes de terror, lançou White Zombie, estrelado por Bela Lugosi, provalmente não imaginou que décadas depois o gênero mortos-vivos se tornaria tão “pop”quanto é nos dias de hoje.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora White Zombie não tenha tido, ao longo dos anos, uma repercurssão tão grande quanto Drácula, Frankstein ou O Lobisomem (refilmado recentemente e estrelado por Benício Del Toro), seu papel como pioneiro no gênero zumbis não pode nem deve ser esquecido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contudo, a caracterização desses desmortos mais arraigada no imaginário popular se deve aos filmes realizados por George Romero nos anos 60. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi a partir de A Noite dos Mortos Vivos (1968) que os zumbis se tornaram efetivamente ícones pop, resultando na criação de obras geniais (e outras nem tanto) que vão desde filmes como Extermínio (2002), quadrinhos como Os Mortos Vivos (HQM), livros como Guia de Sobrevivência a Zumbis(Ed.Rocco) ou jogos como Resident Evil e Left 4 Dead.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Zumbilândia é o herdeiro direto desse coquetel cultural envolvendoos comedores de cérebros. Contudo,assim como Todo Mundo Quase Morto (2004), possui os pés fincados na vertente humorística.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nada é mais humano e revigorante do que rir da desgraça alheia! E por quê não rir da própria desgraça? Essa é a premissa de Zumbilândia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A história não é nenhuma novidade: o mundo cai em um apocalipse zumbi, obrigando os poucos remanescentes ainda humanos a lutarem por sua sobrevivência seguindo suas próprias regras. Regras essas, seguidas à risca pelo protagonista Columbus (Jesse Eisenberg). Lembrem-se: em uma epidemia de zumbis os primeiros a morrerem serão os gordinhos, por isso, condicionamento físico é a regra número 1 para sobrevivência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A história é narrada do ponto de vista do protagonista, que em suas desventuras se junta a outros três sobreviventes - Tallahassee (Woody Harrelson), e as irmãs Emma Stone (Wichita) e Abigail Breslin (Little Rock)-  nada confiáveis em sua jornada. O filme relembra sempre as regras criadas por Columbus para analisar as ações dos personagens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A abertura do filme é um espetáculo à parte, mostrando cenas em slowmotion em que pessoas fogem de zumbis em diversas situações enquanto esbarram nos créditos. Uma delas faz referência à James Bond, onde um homem com terno branco está atirando com uma metralhadora enquanto um zumbi se aproxima logo atrás.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A grande sacada de Zumbilândia foi captar o melhor de cada um dos seus “antecessores”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar dos aspectos cômicos do filme, os zumbis continuam seres assustadoramente asquereosos e nojentos tal como os seres putrefatos concebidos por Romero. De Extermínio foi preservada a idéia de mortos vivos ágeis e menos estúpidos que a caracterização usual. Algumas sequências têm o frenesi dos videogames&lt;br /&gt;A cenas de ação são muito bem feitas e nesse aspecto quem rouba a cena é Woody Harrelson que faz o estereotipado caipira linha dura, mas que no final das contas tem um bom coração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contudo, grande parte do charme de Zumbilândia vem da química entre os personagens/atores, que conseguem convencer como a “família” formada a contragosto – pelo menos no começo – devido ao cataclisma zumbi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Destaque também para a  participação de Bill Murray, interpretando ele mesmo, inclusive com seus arrependimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Zumbilândia consegue agregar em si elementos aparentemente excludentes e paradoxais: terror, comédia, ação, clima de filme B e estrutura de blockbuster, o que acabou por torná-lo um merecido sucesso de bilheteria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OBS.: Espere até depois dos créditos, pois há uma cena extra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 182px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_ea2PNIOcTB4/S4ScVHoRHcI/AAAAAAAAAHc/RQpgnqLpVCk/s320/zumbilandia-1.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5441646136409529794" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Título original: Zombieland&lt;br /&gt;Duração: 80 minutos (1 hora e 20 minutos)&lt;br /&gt;Gênero: Terror &lt;br /&gt;Direção: James L. Frachon&lt;br /&gt;Roteiro:James L. Frachon, Guy Giraud&lt;br /&gt;Ano: 2010&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ELENCO: Jesse Eisenberg (Columbus),Woody Harrelson (Tallahassee) ,Emma Stone (Wichita), Abigail Breslin (Little Rock),&lt;br /&gt;Amber Heard (406),Bill Murray (Himself)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;object width="560" height="340"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/M-cIjPOJdFM&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/M-cIjPOJdFM&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="560" height="340"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E para quem se interessa por Zumbis, recomendo alguns textos do Coruja:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://owlsroof.blogspot.com/2009/12/os-zumbis-dominarao-o-mundo.html" target="_blank"&gt;Os zumbis dominarão o mundo&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;a href="http://owlsroof.blogspot.com/2009/10/orgulho-preconceito-e-zumbis.html" target="_blank"&gt;Para ler: Orgulho &amp; Preconceito... e zumbis&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://owlsroof.blogspot.com/2010/01/zumbis-fazendo-autopsia-parte-i.html" target="_blank"&gt;Zumbis: fazendo a autópsia - Parte I&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://owlsroof.blogspot.com/2010/01/zumbis-fazendo-autopsia-parte-ii.html" target="_blank"&gt;Zumbis: fazendo a autópsia - Parte II&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://owlsroof.blogspot.com/2010/01/zumbis-fazendo-autopsia-parte-iii.html" target="_blank"&gt;Zumbis: fazendo a autópsia - Parte III&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://owlsroof.blogspot.com/2010/01/zumbis-fazendo-autopsia-parte-iv.html" target="_blank"&gt;Zumbis: fazendo a autópsia - Parte IV&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2187791068596331616-8454156258533125479?l=journaltsuru.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://journaltsuru.blogspot.com/feeds/8454156258533125479/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://journaltsuru.blogspot.com/2010/02/zumbilandia.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2187791068596331616/posts/default/8454156258533125479'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2187791068596331616/posts/default/8454156258533125479'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://journaltsuru.blogspot.com/2010/02/zumbilandia.html' title='Zumbilândia'/><author><name>Katchiannya</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ea2PNIOcTB4/ShNaFT6IUMI/AAAAAAAAACk/RQ5oBDCUw84/S220/2l9k2vr.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_ea2PNIOcTB4/S4ScH6hEoSI/AAAAAAAAAHU/61Eu-4sgSAY/s72-c/zombieland1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2187791068596331616.post-1371115164563296315</id><published>2010-02-03T16:55:00.000-08:00</published><updated>2010-02-03T17:14:09.448-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='resenhas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='kaili'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='bl'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='anime'/><title type='text'>Gravitation OVA by KaiLi</title><content type='html'>&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 241px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5434189042731382562" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_ea2PNIOcTB4/S2oeJI5S9yI/AAAAAAAAAHI/XNreLpm3aGE/s320/Shuuichi,+vers%C3%A3o+OVA.png" /&gt;&lt;br /&gt;AVISO: Hoje entra no ar a segunda parte do artigo da KaiLi (Ìsis) sobre Gravitation. Para quem (ainda) não sabe, ela é fã de Yaoi e o estilo dela vai para uma linha mais fangirl que a minha. Então se não for a praia de vocês, está dado o aviso.&lt;br /&gt;---------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Lançado em 1999, embora tecnicamente os OVAs tenham sido produzidos antes da série de TV, poder-se-ia dizer que sua história se passa depois dos 13 episódios exibidos no Japão pelo canal WOWOW (entre 2000 e 2001). Entretanto, o mais correto é pensar no enredo dos OVAs como uma história alternativa, uma espécie de spinoff&lt;a class="sdfootnoteanc" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2187791068596331616#sdfootnote1sym" name="sdfootnote1anc"&gt;1&lt;/a&gt; não só da série de TV como também do mangá, vez que seu conteúdo não aparece em momento algum (pelo menos até agora) da versão em preto e branco.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;São apenas dois OVAs, mas são bem divertidos. Um dos diferenciais em relação à série de TV (em que Shuuichi Shindou, o protagonista, mais parece um órfão – sua família é sequer mencionada!), na produção diretamente para vídeo descobrimos que ele não somente tem uma casa e família, como sua irmã (Maiko Shindou) também aparece. No mangá, a imouto de Shuuichi tem mais participação (ainda que pouca) do que em tudo o que já foi animado de Gravitation até presente data. Outra diferença que eu ainda não entendi nem me acostumei (até hoje), é por que diabos os produtores dos OVAs tiveram a fixação de colocar Shuu-chan em mini-shorts?!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A história produzida para essas duas partes da animação lembra um pouco os últimos volumes, quando o vocalista da Bad Luck se comprometeu a fazer as letras dos singles que prometeram lançar em competição com a Nittle Grasper em uma espécie de corrida apostada. Nos OVAs, a diferença é que não existe essa competição; a Bad Luck está apenas gravando seu CD e Shuuichi anunciou à mídia que escreveria as letras de todas as músicas românticas. O problema é que ele está sofrendo um grande slump (falta de inspiração/motivação)... e logo descobrimos a causa: como não podia deixar de ser, a culpa é de Eiri Yuki, que recentemente tem agido com frieza total (mais que o normal) com o cantor, ignorando-o completamente.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A situação da Bad Luck apenas se complica à medida que se aproxima a data de lançamento do CD... e nada de Shuuichi se inspirar. Para ajudar seu vocalista, cada um ajuda como pode: Hiro passeia com o amigo e ouve seu desabafo, Suguru e K manobram para que a banda se apresente em um show musical na TV, etc. Shindou rapidamente se anima com a possibilidade de cantar e faz a apresentação com tudo, logo se inspirando para escrever a letra.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Como nada é simples, no mesmo instante em que o cantor declara estar pronto para cumprir sua tarefa prometida, começa a entrevista da Nittle Grasper pela TV, a qual estava ligada na sala da Bad Luck. Seguchi anuncia que a nova canção de seu grupo, que deverá tocar no Tokyo Bay Music Festival (um grande evento musical nacional, mas com projeção internacional) será escrita por ninguém menos que o famoso romancista, Eiri Yuki.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Termina então o primeiro OVA; o segundo mostra a reação de Shuuichi, as razões que levaram o autor a tomar tal decisão, etc. Particularmente, eu gosto muito de algumas cenas em que Yuki está menos agressivo com o cantor e também as que o loiro está na ofensa contra outros. O loiro passa um bom tempo negando, mas em qualquer versão (anime ou mangá), Shuuichi é o único que consegue fazê-lo sorrir. Por mais que Yuki maltrate o garoto (e ele faz isso quase sempre), o romancista também não consegue ignorá-lo... não consegue evitar a atração que sente pelo vocalista... (e isso rende cenas muuuuuuito bonitas!)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A animação dos OVAs é bem aquém à da série de TV, inclusive repetindo algumas tomadas em cenas semelhantes, mas que ocorrem em momentos diferentes. O traço está mais adulto (mais próximo do mangá), as cores estão menos vivas que na série (exemplo: nesta, o cabelo de Shuuichi tem coloração magenta, enquanto nos OVAs a cor é quase vinho), o protagonista está menos menina e mais alto (não parece mais tão criança). Outra diferença é a cor dos olhos do personagem principal: aqui é verde, na série de TV é lilás (e no mangá, é um roxo-cinza, mas já foi dourado, vermelho, etc... o mesmo ocorria com Kamui Shirou de X/1999).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Muitas são as diferenças entre as duas versões animadas, mas elas não tiram o mérito entre cada produção. Ambas têm, por exemplo, excelentes músicas. No caso dos OVAs, que abre sua lista de canções interpretadas com Blind Game Again (que foi novamente usada quase ao fim da série de TV), temos Spicy Marmalade (Bad Luck), Shining Collection (Nittle Grasper), In the Moonlight (Bad Luck) e Smashing Blue (encerramento cantado por Kinya).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Os dubladores são os mesmos, tanto nos OVAs quanto na série de TV. Eu ouso dizer, no entanto, que tive a impressão de que Shuuichi tem uma voz mais irritante nos OVAs.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Curiosamente, praticamente não há cenas mais quentes na animação direta para vídeo, apesar da versão exibida pelo canal WOWOW ter várias indiretas delas. Normalmente, as produções no formato OVA, que são lançadas diretamente em VHS, LD, DVD, Blue-Ray, etc, costumam ser mais pesadas e conter imagens e diálogos que não se poderia passar na TV para haver maior facilidade de controle em relação às crianças. Com exceção de uma ou outra cena, entretanto, esse não foi o caso de Gravitation... e já que estamos falando de cenas mais fortes, vou aproveitar para fazer um comentário sobre o mangá.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Quando foi originalmente publicado, a história começou ainda no último ano do ensino médio de Shuuichi e Hiroshi (sim, o famoso ano do vestibular). Eu rio muito sempre que leio o discurso de formatura de Hiro... Bem, voltando ao tópico, apesar de inicialmente ter um traço que por vezes mais parecia rabiscos, Gravitation caiu no gosto do público e se alastrou pelo mundo. Já foi inclusive publicado completamente aqui no Brasil, todos os doze volumes. Eu gostei muito da suavizada que Murakami-sensei deu em seu estilo de desenhar a partir do meio do mangá, talvez porque eu vi primeiro o anime.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Entretanto, quando comecei a ler os capítulos (ainda em japonês, pois na época raros eram os mangás publicados no Brasil – nem Card Captor Sakura chegara ainda), surpreendi-me com a falta de cenas picantes. Há inúmeras cenas comprometedoras, algumas mais fortes, e beijos, mas – diferentemente da maioria dos títulos BLs mais famosos – não mostra aquele momento (e a cena mais próxima está coberta por outro quadro)... O que não significa que não se possa vê-los desenhados oficialmente. Murakami-sensei foi esperta; eu admito que, embora nunca vejamos essas cenas publicadas no Brasil, o fato de ela ter separado as vidas a dois (ou três, ou quatro, etc) do enredo foi uma jogada espetacular.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A mangaka é daquelas que fazem doujinshis&lt;a class="sdfootnoteanc" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2187791068596331616#sdfootnote2sym" name="sdfootnote2anc"&gt;2&lt;/a&gt; de suas próprias séries (sob o círculo Crocodile-Ave.), e é nas várias edições de Gravitation Remix, Gravitation MegaMix e, mas recentemente, Megagra (abreviação para Mega Gravitation) que podemos ver vários casais (ou trios, etc) da história em ação. Tem muitas combinações: desde Hiroshi x Shuuichi a incestos (sim, mais de um) ela fez. Aviso, os MegaMix e o Megagra são somente para quem já está acostumado(a) com cenas BLs, pois são mega pesados... mesmo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Finalmente, para encerrar o que mais podemos achar de Gravitation – além dos CDs Drama, os quais são praticamente obrigatórios para o gênero BL (vez que é ínfima a quantidade de títulos que chega a ser animada, quando comparada a outros gêneros mais normais), temos também os romances – ou novels. Eu já li duas e adorei, pois contêm enredos inéditos, os quais seguem o estilo do original, e também mais cenas românticas entre os dois... (risos)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Gravitation foi um dos mangás BL a abrir caminho no Ocidente para o gênero. O anime é muito fofo, contém somente beijos (um bocado!) e uma ou outra cena menos inocente, mas nada que agrida demais (embora não seja recomendável a menores de 14 anos, tanto pelo conteúdo BL quanto pelas partes menos infantis). Francamente, a história vale à pena – e se não valesse, a trilha sonora combinada com a animação certamente valeria. Eu também gosto dos palpites que os outros personagens dão à relação dos protagonistas, sobre Yuki e Shuuichi ficarem ou não juntos. É divertido, é bonito... é simplesmente atraente.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 249px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5434187261583715058" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_ea2PNIOcTB4/S2ochdmmavI/AAAAAAAAAGg/-NpLYdum8B4/s320/Cena+extra+do+segundo+OVA.png" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a class="sdfootnotesym" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2187791068596331616#sdfootnote1anc" name="sdfootnote1sym"&gt;1&lt;/a&gt; Spinoff refere-se a uma história paralela. Em termos de fanfic, poderíamos comparar ao UA (universo alternativo). Em geral, significa pegar um, alguns ou todos os personagens e os colocarem em outro cenário... outra situação; às vezes mudam inclusive suas personalidades. Pode também pegar o mesmo cenário e conduzir outros personagens por ela. Em suma, aproveita-se uma parte da produção oficial e substitui-se outra.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a class="sdfootnotesym" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2187791068596331616#sdfootnote2anc" name="sdfootnote2sym"&gt;2&lt;/a&gt; Publicações normalmente feita por aspirantes a mangaka sobre determinada série (Vide o artigo “BL, YAOI, Shounen-ai: o que é isso?”). Equivaleriam aos nossos fanzines, mas no Japão esses artistas têm apoio das editoras oficiais e, por isso, o trabalho é levado um pouco mais a sério, vez que podem significar uma carreira de verdade como desenhistas de mangá.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2187791068596331616-1371115164563296315?l=journaltsuru.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://journaltsuru.blogspot.com/feeds/1371115164563296315/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://journaltsuru.blogspot.com/2010/02/gravitation-ova-by-kaili.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2187791068596331616/posts/default/1371115164563296315'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2187791068596331616/posts/default/1371115164563296315'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://journaltsuru.blogspot.com/2010/02/gravitation-ova-by-kaili.html' title='Gravitation OVA by KaiLi'/><author><name>Katchiannya</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ea2PNIOcTB4/ShNaFT6IUMI/AAAAAAAAACk/RQ5oBDCUw84/S220/2l9k2vr.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_ea2PNIOcTB4/S2oeJI5S9yI/AAAAAAAAAHI/XNreLpm3aGE/s72-c/Shuuichi,+vers%C3%A3o+OVA.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2187791068596331616.post-7393930763227339264</id><published>2010-01-19T18:46:00.000-08:00</published><updated>2010-01-19T19:06:04.476-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='resenhas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='kaili'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='bl'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='anime'/><title type='text'>Gravitation TV by KaiLi</title><content type='html'>&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 232px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5428651205606318898" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_ea2PNIOcTB4/S1Zxgl-pIzI/AAAAAAAAAFs/W8j4XajL-eM/s320/A+banda+Bad+Luck.png" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;AVISO: Nas próximas duas semanas, a KaiLi (Ìsis) assume o Tsuru, uma vez que nosso jornalzinho faz parte do Amaterasu e está aberto para os membros. Para quem (ainda) não sabe, ela é fã de Yaoi e o estilo dela vai para uma linha mais fangirl que a minha. Então se não for a praia de vocês, está dado o aviso.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;center&gt;&lt;/center&gt;&lt;center&gt;---------------------------------------&lt;/center&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Baseados no mangá de Maki Murakami e exibidos entre 2000 e 2001 pelo canal WOWOW, os 13 episódios que compõem a série de TV de Gravitation não nos deixam parar de rir, mesmo naqueles com maior carga emocional. Embora os produtores tenham feito muitas alterações (e ponha “muitas” nisso) – a começar pela aparência do próprio protagonista, que no início do mangá aparenta sua adolescência, enquanto no anime ele já tem a cara de criança que a mangaka só lhe deu depois (lá pelo sétimo volume em diante) – o resultado final ficou legal. Normalmente eu prefiro que sigam estritamente o roteiro, mas se as diferenças resultarem em bons enredos (não precisam ser melhores, bastam ser bons), não costumo me opor. No caso de “Gravi”, a animação ficou apenas diferente, mas de forma nenhuma isso significa que ficou ruim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A versão em preto e branco é originalmente composta por doze volumes, o décimo segundo lançado em 2002, mas a autora retomou a história em 2007 com Gravitation EX... o qual está em hiatus depois do primeiro volume publicado (NÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃO!). Entretanto, devido às modificações na história original, muita coisa ficou do lado de fora, ao passo que mais um bocado foram acrescentadas e outro punhado foi cronologicamente trocado, ficando difícil julgar até que ponto foi animado. Acredito ser seguro dizer que apenas 10-20% dos quadrinhos foi colocado no anime, de forma que quem quiser assisti-lo e também ler o mangá terá duas versões oficiais para curtir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vou contar o básico do enredo, que pega tanto mangá quanto anime: Shuuichi Shindou é um jovem (eu chuto que ele tem uns dezesseis anos) burro, desligado e bem elétrico (personagem tipo genki) – em termos de personalidade, ele lembra Naruto Uzumaki (o ninja laranja que a essa altura todos conhecem). Shindou é cantor e compositor da banda formada por ele e seu melhor amigo, Hiroshi Nakano (que é super inteligente, além de excelente guitarrista e um ótimo amigo... mesmo!). O grande problema é que, apesar de fazer um trabalho aceitável com os arranjos musicais, o Shuuichi só é (muito) bom mesmo para cantar... Como letrista ele é muitas vezes um zero à esquerda. Para se ter noção do tipo de letra ao estilo “Shindouniano”, isso seria algo que, no mangá, tipicamente sairia da cabeça dele: “Coelhinhos são brancos; que coisas assustadoras. Cadê as batatas? Mamãe, tá frio! Me traz um cobertor! Num mundo azul... quero todos cantando! Cantando, cantando, cantando, cantando, cantando, cantando, cantando, cantando!”. Sério.&lt;a class="sdfootnoteanc" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2187791068596331616#sdfootnote1sym" name="sdfootnote1anc"&gt;1&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entra em cena o segundo personagem principal, Eiri Yuki, famoso, aclamado, talentoso, lindo, disputado e mulherengo escritor de romances (mas seu nome verdadeiro é Eiri Uesugi). Seus caminhos cruzam em um parque, à noite, quando Shuuichi deixa escapar o papel contendo sua mais nova criação letrista... que cai nas mãos do romancista loiro. Sempre frio e direto, Yuki diz na cara do cantor que o talento do mais novo é zero para escrever letras, o que inicialmente deixa Shuuichi cabisbaixo, mas o garoto acaba transformando sua tristeza em raiva contra o desconhecido (Yuki é famoso, mas Shindou é totalmente antenado do mundo). Uma vez que o encontra de novo, no anime e no mangá, o cantor se joga na frente do carro do autor para chamar a atenção deste... e de repente estão os dois no apartamento do mais velho (é normal levar para casa o “suicida” que se jogou na frente de seu carro importado?), onde Yuki reafirma o que disse anteriormente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre esse encontro e o terceiro, Shuuichi descobre, ao ver uma entrevista de Yuki na TV, quem era o desconhecido que o criticou (até então ele ainda não sabia sequer o nome do loiro, pois não tivera coragem de perguntar antes, nem mesmo quando foi para a casa do outro). Quando ele termina uma letra que possa realmente vender, o jovem resolve chamar o escritor para sua apresentação e, com isso, mostrar que não é tão ruim como julgou Yuki. Nessa mesma visita (o terceiro encontro), o autor joga na cara de Shuuichi que não está afim de sair com alguém do mesmo sexo... ou seja, Yuki já sacou que o mais novo se apaixonou por ele. Na hora em que Shindou começa a fazer perguntas demais a esse respeito, o loiro o beija. Pode soar contraditório, mas a verdade é que o cantor tem cara de menina (no anime; no mangá só a partir da metade da primeira publicação, quando a autora suavizou estrondosamente seu traço), então não é muito de se espantar... Sem falar que a cena é linda! (risos)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois disso, os episódios mostram o crescimento da Bad Luck (a banda do personagem principal) e do relacionamento entre os protagonistas, a rivalidade entre os grupos musicais – especificamente em relação ao Ask (contemporânea da Bad Luck) e ao Nittle Grasper (grupo antigo que inspirou Shuuichi a ser cantor... e cujo vocalista de dupla personalidade&lt;a class="sdfootnoteanc" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2187791068596331616#sdfootnote2sym" name="sdfootnote2anc"&gt;2&lt;/a&gt; é considerado um Deus pelo garoto), além de muitas outras surpresas, como a família de Yuki e também os verdadeiros laços entre os personagens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos dos personagens secundários existem para nos fazer rir. O americano K fala de uma forma muito engraçada, com um sotaque muito forte ao misturar inglês e japonês, e tem uma fixação em atirar em tudo, inclusive em seus “clientes” (detalhe, ele é empresário de artistas). O esforçado Sakano está sempre em alguma crise de pânico, deixando seus nervos à flor da pele. O relativamente normal porém talentoso Fujisaki, jogado em meio a um monte de loucos que é a Bad Luck acaba enlouquecendo também... Além do próprio Shuuichi, cuja mania de cosplay (ele se fantasia de banana, bateria, cachorro, etc) e rápidas mudanças de humor costumam arrancar risos e mais risos de quem assiste (dentro e fora do anime).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Particularmente, ADORO a amizade entre os fundadores da Bad Luck, Shuuichi e Hiroshi. Enquanto todos ficam pasmos com as idéias e ações do vocalista, anos e anos de convivência deram ao amigo quase que uma imunidade às loucuras do cantor, embora volta e meia mesmo ele se surpreenda com Shuuichi. No anime isso não fica tão claro quanto no mangá, mas ainda se pode captar a diferença entre as reações dos outros e as de Hiroshi em relação ao protagonista. Algumas cenas hilárias entre esses dois são aquelas em que eles fingem ser um par romântico, como a que o guitarrista diz ao amigo que, agora que Shuuichi está apaixonado, não terá mais o vocalista só para si (e aparecem as bolhas coloridas ao fundo, típicas de anime do gênero shoujo).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O casal principal está sempre no vai e vem... às vezes estão brigando, às vezes reatando, às vezes estão só discutindo... mas a diferença de personalidades entre eles sempre causa alguma discórdia. Yuki tem temperamento frio e é dono de um pavio muito curto (exceto com mulheres... bem, quando ele tem interesse nelas); Shuuichi é amoroso, grudento e regulado por suas emoções quase sempre em algum extremo. Essas polaridades opostas entre os protagonistas é a chave para mantê-los juntos, mas é também a principal arma a lutar contra a relação dos dois.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como quase sempre, os dubladores não são menos que fantásticos (viva a dublagem japonesa)! A voz madura, clara e bem masculina de Kazuhiko Inoue (Hatori Souma em Fruits Basket e Hatake Kakashi em Naruto) ao interpretar Eiri Yuki saiu exatamente como o personagem precisava ser: gélido... chega a dar arrepios em alguns momentos. Seki Tomokazu conseguiu dublar Shuuichi Shindou tanto nos momentos mais irritantes, quando o personagem fala alto e estridente, quanto nos momentos mais sóbrios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por falar nesse seiyuu, boa parte dos protagonistas de Gundam Wing foram reunidos em Gravitation: Seki Tomokazu dublava Duo Maxwell, Ai Orikaza (Touma Seguchi) interpretava Quatre Raberba Winner (também é a juíza Koto e a irmã de Kuwabara em Yuu Yuu Hakusho, e Ryoko nos vários Tenchi Muyo), Takehito Koyasu (Sakano) era Zechs Marquise (também é Hotohori em Fushigi Yuugi), Ryoutaro Okiayu (K) era Treize Kushrenada (é também Shigure Souma em Fruits Basket, Dark Mousy em DNAngel e Scar em Full Metal Alchemist). Fora da turma da Gundam Wing, Ryuuichi Sakuma é dublado por Kappei Yamaguchi, que é seiyuu de nada menos que Inuyasha. Para completar, Shin’nichiro Miki (ele está em quase todo anime a que eu assisto/assisti e em pelo menos metade dos BLs) faz o vocalista da Ask, Taki Aizawa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A trilha sonora de Gravitation é muito boa, tanto as de múscias de fundo quanto as interpretadas. Como a história gira em torno do mundo musical, somos agraciados com belas canções, em geral cantadas por Kotani Kinya (também interpretou as aberturas das duas temporadas da série de TV de Tsubasa Chronicles), sendo ele a voz musical de Shuuichi Shindou, e a dupla K. Ito + DK, que faz a voz musical de Ryuuichi Sakuma, o lendário vocalista da Nittle Grasper (acredito que seja K. Ito, ou Ken’ichi Ito, quem realmente o interpreta).&lt;br /&gt;Em minha opinião, a única música que não faz jus à produção é a abertura, interpretada por Yousuke Sakanoue e intitulada “Super Drive”. Parece que pegaram um garoto qualquer, taparam o nariz dele e deram uma letra animada e até bonitinha para o coitado cantar (mas a maioria das outras pessoas a quem já perguntei disseram que gostaram dessa música). Já o encerramento me emocionou desde a primeira vez em que ouvi: “Glaring Dream” é interpretada por Kinya e, apesar de não ser particularmente triste, eu achei a letra muito bonita e o sentimento com que ele carrega a música muito tocante. “Sleepless Beauty”, a canção do Nittle Grasper, é acelerada e parece distribuir energia: sempre que a escuto tenho vontade de levantar e fazer o que tiver de fazer e com bastante ânimo... Feliz de quem intitulou a música, já que sleepless significa “sem sono”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há outras muitas outras músicas (adoro a Blind Game Again!), mas vou deixar que as descubram quando assistirem a esta maravilhosa série animada de TV!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; DISPLAY: block; HEIGHT: 145px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5428652472413682482" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_ea2PNIOcTB4/S1ZyqVNDezI/AAAAAAAAAF8/6VGMcbiwTz0/s200/O+primeiro+beijo.png" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;---------------------------------&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a class="sdfootnotesym" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2187791068596331616#sdfootnote1anc" name="sdfootnote1sym"&gt;1&lt;/a&gt; Alguém lembra de “Zero Gravity”, a letra que eu fiz quando visitei Lulu ano passado (julho de 2008)? Pois é, aquilo meio que foi homenagem a Shuuichi, tanto o título, quanto o estilo de letra... mas eu fui mais coerente que ele, claro. Para quem não conhece ou não lembra, vide “As Loucas Aventuras de KaiLi-chan e Lulu-sempai”.&lt;br /&gt;&lt;a class="sdfootnotesym" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2187791068596331616#sdfootnote2anc" name="sdfootnote2sym"&gt;2&lt;/a&gt; Eu tenho certeza que Ryuuichi Sakuma, vocalista da Nittle Grasper, foi baseado no Michael Jackson. Embora nem Ryuuichi nem Shuuichi dancem, ambos são muito bons de voz e apresentam o mesmo comportamento que o Rei do Pop: fora do palco são verdadeiras crianças (no caso de Ryuuichi, ele tem até um coelho de pelúcia chamado Kumaguro que sempre está por perto do astro... e que virou o mascote de Gravitation), mas quando é para cantar, parecem outra pessoa.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2187791068596331616-7393930763227339264?l=journaltsuru.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://journaltsuru.blogspot.com/feeds/7393930763227339264/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://journaltsuru.blogspot.com/2010/01/gravitation-tv-by-kaili.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2187791068596331616/posts/default/7393930763227339264'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2187791068596331616/posts/default/7393930763227339264'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://journaltsuru.blogspot.com/2010/01/gravitation-tv-by-kaili.html' title='Gravitation TV by KaiLi'/><author><name>Katchiannya</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ea2PNIOcTB4/ShNaFT6IUMI/AAAAAAAAACk/RQ5oBDCUw84/S220/2l9k2vr.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_ea2PNIOcTB4/S1Zxgl-pIzI/AAAAAAAAAFs/W8j4XajL-eM/s72-c/A+banda+Bad+Luck.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2187791068596331616.post-1851593600789266575</id><published>2009-12-23T04:56:00.000-08:00</published><updated>2010-01-19T19:07:32.661-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='comics'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='resenhas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='katchiannya'/><title type='text'>A Filha Maluca do Papai Noel</title><content type='html'>Por Katchiannya Cunha&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 300px; DISPLAY: block; HEIGHT: 247px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5418417925513079010" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_ea2PNIOcTB4/SzIWZS7Q6OI/AAAAAAAAAFg/MOdH2BmJd0E/s320/jinglebelle3.jpg" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O natal, de uma forma ou de outra, é uma época memorável para todas as pessoas. Dentre essas "pessoas", é claro que os personagens de Histórias em Quadrinhos não poderiam ficar de fora. Super-Homem, Batman, Homem-Aranha, cada um deles já estrelou uma história que se passava no Natal. Uma das mais importantes sagas dos X-Men, a Saga da Fênix, foi iniciada em uma história natalina. Já é lugar comum ver nas bancas especiais natalinos de revistas em quadrinhos infantis, como da Turma da Mônica ou dos personagens da Disney.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, já que todos adoram escrever e ler sobre o Natal, por que não criar uma revista em quadrinhos que seja somente sobre este tema? Pois essa foi a idéia de Paul Dini (roteiro) e DeStefano (desenhos), que criaram a revista Jingle Belle para a editora Oni Press.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dini e DeStefano são conhecidos muito mais por seus trabalhos como animadores do que como quadrinistas. Dini é responsável pelas séries de sucesso da Warner baseadas em personagens da DC Comics: Batman: The Animated Series, Superman: The Animated Series, Batman Beyond, Liga da Justiça e, do prestes a ser lançado, Novos Titãs. Seu trabalho é sempre sinônimo de qualidade, sendo premiado diversas vezes. Já DeStefano é conhecido como criador do desenho Ren &amp;amp; Stimpy, estrelado por uma das duplas mais escatológicas dos desenhos animados: um gato gordo e seboso e um chiuaua estressado. Ren &amp;amp; Stimpy pode ser conferido no canal pago Nickelodeon. Se em princípio essa combinação parece um tanto estranha, dada a enorme diferença de conteúdo existente entre os trabalhos desses dois artistas, no fim das contas ela demonstra ser perfeita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jingle Belle conta a história da filha do Papai Noel. Imagine: ser filho do Papai Noel deve ser, provavelmente, o sonho de toda criança, certo? Afinal, milhares de brinquedos maravilhosos estariam a sua disposição todo o ano, não? Pois não é exatamente assim que Jingle Belle se sente... Afinal de contas, seu pai se preocupa muito mais com todas as outras crianças do mundo que com ela, e por mais que ela tente lhe chamar a atenção ou ajuda-lo com as encomendas de natal, as coisas sempre saem pelo avesso. Bem, apesar de se parecer uma tremenda crueldade por parte de Noel, as coisas não são bem assim...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vamos começar do princípio... Na série, Noel era um poderoso guerreiro (!?) do Ártico que, com a ajuda de vários animais, ajudou a libertar os duendes (elves) das garras do terrível Bruxo da Nevasca. No fim, ele acaba se casando com a rainha dos duendes, se estabelece como o provedor de brinquedos no Natal e tem uma filha, Jingle. Os anos passam e Jingle se torna uma adolescente, daquelas beeeeem adolescentes mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jingle apronta todas, fica horas pendurada no telefone, foge de casa para assistir a shows de rock dos artistas do ártico e, na melhor das boas intenções, constrói armas de brinquedo que funcionam de verdade para serem dadas às crianças no Natal. Por isso tudo foi que, durante os seus 216 anos, ganhou apenas carvão de seu pai no Natal (e meias de sua mãe).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jingle representa de forma bem-humorada tudo aquilo que se critica no natal (o consumismo, especialmente), enquanto seu pai tenta lhe ensinar as "coisas boas" da data (paz, amor, doação, família, etc). Uma das cenas mais hilariantes da primeira série da personagem é quando ela vai ao shopping substituir seu pai (ele foi parar em uma festa judaica, graças às armações da filha). Ao invés de atender às crianças, ela leva todas para um tour no shopping, enquanto ela tentar comprar milhares de roupas e sapatos para pagar com o salário que Papai Noel não cobra do shopping quando vai até lá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas uma das maiores mancadas da moça acontece quando ela se deixa enganar pelo Mago da Nevasca, dando-lhe novamente poder, de modo que ele domina novamente os duendes e Noel. É óbvio que no fim tudo dá certo, mas apesar de aprender um pouquinho a lição que seu pai quer lhe passar, Jingle continua com seu jeito destrambelhado de ser.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre outras confusões, Jingle já contratou a Morte como Papai Noel substituto, seja quando ela entrou para um time de hóquei e montou uma banda de rock.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Levando-se em conta o passado de animadores de seus criadores, pode-se dizer que Jingle Belle está muito mais para um desenho típico de Tex Avery (considerado um dos gênios da animação e responsável pelas melhores histórias do Droopy, fonte de inspiração dos criadores do filme O Máscara) que para um desenho da Disney. Algumas piadas são um pouco grotescas, mas só um pouquinho mesmo, nada que chegue no nível de um South Park ou até mesmo do Ren &amp;amp; Stimpy, do DeStephano. Por exemplo: em uma das cenas, Jingle usa feijões para impulsionar seu búfalo voador...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A empreitada deu tanto sucesso que a personagem já foi publicada diversas vezes, com desenhos de vários artistas diferentes como Sérgio Aragones (Groo), Bill Morrison (Simpsons Comics), Jill Thompson (Pequenos Perpétuos), Jeff Smith (Bone), além do próprio DeStefano, seu criador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você está cansado daquelas histórias melosas que povoam as tevês, livrarias e bancas de revista nesta época do ano, com certeza Jingle Belle é a solução: uma história realmente divertida e engraçada sobre o natal. É só procurar em uma importadora de quadrinhos ou comprar a versão que a Pixel disponibilizou aqui no Brasil. Vale a pena também dar uma olhada em seu site oficial, que é bastante divertido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No mais, desejo um Feliz Natal para todos e um ótimo 2010. :o)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Dica de Site&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://http//www.jinglebelle.com/" target="_blank"&gt;http://http://www.jinglebelle.com/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Site Oficial da personagem.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2187791068596331616-1851593600789266575?l=journaltsuru.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://journaltsuru.blogspot.com/feeds/1851593600789266575/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://journaltsuru.blogspot.com/2009/12/filha-maluca-do-papai-noel.html#comment-form' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2187791068596331616/posts/default/1851593600789266575'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2187791068596331616/posts/default/1851593600789266575'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://journaltsuru.blogspot.com/2009/12/filha-maluca-do-papai-noel.html' title='A Filha Maluca do Papai Noel'/><author><name>Katchiannya</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ea2PNIOcTB4/ShNaFT6IUMI/AAAAAAAAACk/RQ5oBDCUw84/S220/2l9k2vr.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_ea2PNIOcTB4/SzIWZS7Q6OI/AAAAAAAAAFg/MOdH2BmJd0E/s72-c/jinglebelle3.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2187791068596331616.post-1902040372946497130</id><published>2009-12-15T17:09:00.000-08:00</published><updated>2009-12-15T17:15:52.180-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='comics'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='resenhas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='katchiannya'/><title type='text'>Leave it to Chance</title><content type='html'>por Katchiannya Cunha&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 210px; height: 320px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_ea2PNIOcTB4/SygzhwihkZI/AAAAAAAAAFA/c0WrEbcKtZA/s320/leaveittochance-cover.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5415635206971429266" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando em 1996 a WildStorm Productions lançou o selo Homage Comics, os leitores não esperavam menos que muita, muita qualidade, já que não era todo dia que uma mesma linha de quadrinhos tinha reunida em si profissionais do calibre de Kurt Busiek, Terry Moore, James Robinson, Paul Smith e Alex Ross. E realmente qualidade foi o que não faltou em séries como a premiadíssima Astro City, de Busiek e capas de Alex Ross, Strangers in Paradise, de Terry Moore, e Leave it to Chance, da dupla Robinson e Smith. Mesmo com a saída de Moore, que resolveu continuar sua série em seu próprio estúdio, o Abstract, o selo não perdeu força e lançou mais dois outros títulos: Damned e Desperadoes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto Busiek contava histórias sobre uma cidade abarrotada de heróis e de seus moradores (superpoderosos ou não) e Moore falava do dia-a-dia de duas garotas comuns, Robinson juntou-se a Smith para contar as aventuras de uma garota cujo maior sonho é tornar-se combatente do sobrenatural como seu pai.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;James Robinson e Paul Smith já haviam trabalhado juntos na aclamada minissérie Golden Age, sobre os heróis da DC da Era de Ouro dos quadrinhos. Enquanto Robinson é bastante conhecido pelo seu trabalho na série Starman (que teve pouquíssimos números publicados aqui no Brasil pela editora Magnum e pela Tudo em Quadrinhos), Smith é um velho conhecido dos fãs (mais antigos) dos X-Men, através de histórias publicadas em Superaventuras Marvel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 212px; height: 320px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_ea2PNIOcTB4/Sygz83oBDsI/AAAAAAAAAFQ/kK7Y56aJfKk/s320/LeaveItToChance-a.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5415635672729980610" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A série Leave it to Chance conta a história de Chance Falconer, uma adolescente de 14 anos filha de Lucas Falconer, o Protetor Oculto da cidade de Devil's Echo, uma cidade em que o sobrenatural é a coisa mais natural do mundo. Chance se encontra na idade em que todo Falconer começa a treinar para se tornar protetor da cidade, mas devido a uma tragédia do passado (uma batalha entre Lucas e seu arquiinimigo, Miles Belloc, custou a vida da mãe de Chance e a mutação do rosto de Lucas) Falconer não quer que a filha se envolva nos negócios da família. Ele prefere esperar que Chance se case e tenha um filho para substituí-lo (pouco machista, não?). Mas apesar da desaprovação do pai, Chance, determinada a continuar a tradição familiar, acaba se envolvendo em diversas aventuras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para auxiliá-la, Chance conta com a ajuda de um dragãozinho de outra dimensão chamado St. George (que lembra bastante o Lockeheed da Kitty Pryde). Esse dragão foi uma aquisição de uma das aventuras de Lucas, e ela o mantinha preso em uma gaiola enquanto tentava mandá-lo de volta para sua dimensão. Com pena do bichinho, Chance o libertou e depois disso nunca mais St. George a abandonou, além de ter salvado a vida da nossa heroína diversas vezes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 206px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_ea2PNIOcTB4/Syg0YnePWmI/AAAAAAAAAFY/pQHoSTMzYa8/s320/Chance1-2.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5415636149430344290" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim como Batman, Chance também tem seus contatos na polícia. Sua "Comissário Gordon" se chama Margo Vela, policial da Unidade de Crimes Arcanos do Departamento de Polícia de Devil's Echo. Destemida, independente e corajosa, além de excelente detetive, ajudou Chance em seu primeiro caso, que envolvia o desaparecimento de um Shaman e pobres e indefesos duendes de esgoto. Desde então, a colaboração entre as duas se tornou constante. Para completar o time, temos ainda o repórter do "Devil's Echo Oracle", William Bendix, que parece ter um talento nato para solucionar mistérios e crimes sobrenaturais. Margo e William parecem ter uma indizível "queda" um pelo outro, disfarçada pelo clássico insulto mútuo, apesar de trabalharem bem juntos e se respeitarem como profissionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além de tudo, Chance ainda tem o seu "Alfred": Hobbs, um mordomo inglês que foi herói na II Guerra Mundial. Conhecendo Chance desde bem pequena, é uma espécie de conselheiro da menina. Sem falar que é um excelente mecânico, tendo construído o carro voador da nossa heroína.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 192px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_ea2PNIOcTB4/Sygzx9Js2VI/AAAAAAAAAFI/pq0_HT8r3sw/s320/LeaveItToChance-b.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5415635485234878802" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas histórias aparecem os mais variados tipos - desde sapos gigantes, feiticeiros indígenas, cultuadores de Satã que ao invés de sacrifícios humanos querem matar inocentes miquinhos, fadas, fantasmas de piratas em busca de tesouros perdidos, duendes de esgotos, zumbis com coração de ouro, enfim, coisas de dar inveja à mais louca aventura do Scooby-Doo. Isso sem falar nas homenagens aos clássicos do terror, como O Fantasma da Ópera (no caso um Fantasma de Shopping), ou a Drácula, Frankenstein, Lobisomem e a Múmia, que saíram literalmente das telas do cinema em uma das edições.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se em Starman a fascinação de Robinson pelos quadrinhos, cinema e clima da "Era de Ouro" já estava presente, seja na caracterização de Opal City, nas contínuas referências aos super-heróis desse período ou no amor de Jack Knight por "velharias", em Leave it to Chance essa fascinação ultrapassa a referência e é visível inclusive no estilo da narrativa. O clima de mistério típico de filmes noir, o terror não sanguinariamente explícito e um ar de inocência como há muito não se via nos quadrinhos atuais lembram bastante clássicos como Tintin, Terry e os Piratas, Dick Tracy e o Spirit, do mestre Wil Eisner, ou mesmo as antigas histórias do Batman, entre outros. Essas características são muito reforçadas pelos desenhos de Smith, muito mais estilizados nessa série que na época em que desenhava os mutantes. Essa é uma daquelas raras séries em que nem o desenho nem o texto se sobressaem, mas se completam mutuamente, podendo figurar na galeria de honra de seus criadores.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2187791068596331616-1902040372946497130?l=journaltsuru.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://journaltsuru.blogspot.com/feeds/1902040372946497130/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://journaltsuru.blogspot.com/2009/12/leave-it-to-chance.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2187791068596331616/posts/default/1902040372946497130'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2187791068596331616/posts/default/1902040372946497130'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://journaltsuru.blogspot.com/2009/12/leave-it-to-chance.html' title='Leave it to Chance'/><author><name>Katchiannya</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ea2PNIOcTB4/ShNaFT6IUMI/AAAAAAAAACk/RQ5oBDCUw84/S220/2l9k2vr.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_ea2PNIOcTB4/SygzhwihkZI/AAAAAAAAAFA/c0WrEbcKtZA/s72-c/leaveittochance-cover.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2187791068596331616.post-7371588708723894234</id><published>2009-12-08T18:12:00.000-08:00</published><updated>2009-12-08T18:34:37.529-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='comics'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='resenhas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='katchiannya'/><title type='text'></title><content type='html'>Recentemente a Regina (que é a Raven do Expresso Hogwarts e uma das revisoras do Amaterasu para quem ainda não sabe) escreveu um post sobre sua vida de nerd que eu achei simplesmente fabuloso! O modo como cada uma das pequenas coisas de sua nerdice faz ela feliz. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recomendo darem uma visitada nele &lt;a href="http://memoriado-subsolo.blogspot.com/" target="_blank"&gt;AQUI&lt;/a&gt;. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inspirada nesse(e empolgada pelo) post dela, resolvi ressuscitar outros que eu havia escrito um tempinho atrás sobre a nerdice de todos nós. O primeiro é uma review da série &lt;b&gt;Fanboy&lt;/b&gt;, feita por Sergio Aragonés e Mark Evanier, e publicada anos atrás pela Brainstore. Saiu originalmente no Abacaxi Atômico. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A segunda é sobre os &lt;b&gt;Homo Sapiens Quadrinisticus&lt;/b&gt;, que eu já havia colocado no Amaterasu um tempinho atrás. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem mais delongas, vamos aos textos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abraços, &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Katchiannya &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;h4&gt;&lt;b&gt;Um "herói" como você nunca viu (a não ser quando se olha no espelho)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/7/77/Fanboy1DC.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 617px;" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/7/77/Fanboy1DC.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/center&gt;&lt;/h4&gt;&lt;/b&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Das páginas de uma publicação da Brainstore, surgiu, aqui no Brasil,anos atrás, um dos mais interessantes heróis dos quadrinhos: tão nerd quanto o Aranha (mas não com tanta sorte com as mulheres), com uma imaginação de fazer inveja ao Mxyzptlk, inimigo do Super-Homem, capaz de viver no mundo da Lua sem sair da Terra. É ele: Finster. Quem? Ora. Bolas, Finster, o Fanboy. Vai dizer que não conhece? Pois então prepare-se.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fanboy é uma minissérie de três partes (originalmente seis) e também é mais uma criação da dupla Mark Evanier/Sergio Aragonés. Nenhum dos dois é desconhecido dos leitores brasileiros: eles são responsáveis pelas histórias do Groo, o bárbaro mais idiota e engraçado dos quadrinhos. Também são deles os especiais Sérgio Aragonés destrói a DC e Sérgio Aragonés massacra a Marvel, nos quais satirizam os personagens e os clichês das duas maiores editoras americanas de quadrinhos. Aragonés também é conhecido por seus trabalhos para a revista Mad e Evanier é roteirista dos desenhos do Garfield, além de também ter escrito alguns episódios do clássico Caverna do Dragão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Fanboy os dois fazem uma espécie de homenagem, recheada de humor, ao mundo dos quadrinhos mas, principalmente, à figura mais importante - e muitas vezes esquecida - de toda a história das HQs: o fã. É claro que existem fãs e fãs de quadrinhos. Os graus de paixão e envolvimento com a arte seqüencial são variáveis. Existem aqueles que são fãs de determinado herói, compram quase tudo relacionado a ele, independente de quem é o roteirista ou o desenhista. Outros são, por outro lado, fãs incondicionais de determinado artista e fiéis somente a ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E ainda existem aqueles que são chamados de "fãs profissionais", que não se prendem a um herói ou artista, mas são alucinados por quadrinhos em geral. Sabem tudo sobre quase tudo, não apenas em termos da cronologia de determinado herói, mas também quem desenhou e escreve e quando. Identifica um artista só de bater o olho em seu desenho, e sabem exatamente todas as notícias dos bastidores da indústria, não apenas as atuais, mas aquelas que se tornaram históricas. É esse último tipo de fã que Aragonés e Evanier retratam, mas apesar disso os fãs não tão radicais também acabam se identificando com a personagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na minissérie, somos apresentados a Finster, um adolescente fanático por quadrinhos. Finster é um nerd que não é cdf ou extremamente inteligente: ele pertence àquela classe de nerds que o são apenas porque são devotos fãs de coisas como RPG, séries como Star Trek ou Arquivo X e, claro, quadrinhos. No caso de Finster, os quadrinhos permeiam todos os momentos de sua vida. Para todos os problemas que vive no mundo real, ele tenta encontrar soluções baseadas nas revistas que lê - e, na maioria das vezes (pasmem), dá certo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As personagens são intencionalmente estereotipadas. Finster trabalha numa loja de quadrinhos gerenciada por um gordão seboso visto sempre com alguma comida nas mãos. Na loja, aparecem os tipos mais variáveis como Fuinha, o ladrão de gibis, ou um político corrupto que quer se promover pregando os malefícios dos comics (tal qual ocorreu durante os anos 50 nos Estados Unidos), ou os especialistas que hiperinflacionam os preços das revistas antigas. Além disso, Finster é apaixonado pela garota mais popular da escola, Kimberly, que por sua vez sai com o capitão do time de futebol americano da escola, não por amor, mas por uma questão de autopromoção. Há também a típica professora megera e a garota doce e boazinha, Sandy, que é apaixonada pelo herói, mas ele, em sua ignorância não percebe isso. É exatamente desse exagero nos clichês das situações e na estereotipia das personagens que os autores conseguem extrair seu humor, conseguindo, ainda assim, a proeza de não soar artificial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outras características da série também são um achado, como, por exemplo, a forma como eles brincam com a linguagem dos quadrinhos e a forma como Finster interage com o leitor, "conversando" diretamente com ele, além de ter consciência de sua existência como personagem de HQ. Também são fantásticas as cartas de Finster, que abrem as edições, dirigidas aos leitores. Além de contextualizarem as histórias que se seguem, também dão uma visão geral da história dos quadrinhos americanos.&lt;br /&gt;Mas realmente o melhor de toda a série é que, por trás de todo o clima cômico e debochado, Evanier e Aragonés conseguem abordar temas sérios: discutem a questão da liberdade de expressão versus a censura e as atitudes de certos políticos que usam a polêmica para se promover, criticam o uso da violência para resolver problemas, apregoando que a inteligência, a lógica e o raciocínio são os melhores caminhos. A maior crítica, entretanto, é para o próprio fã de quadrinhos. A questão não é a paixão pela nona arte ou usá-la como referência para suas atitudes no mundo real, a questão está em se esconder nas HQs e se esquecer de curtir as outras coisas boas da vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além de todas essas qualidades citadas, existe um atrativo a mais na série: a presença de artistas consagrados que dividem o lápis com Aragonés, tais como Frank Miller, Gil Kane, Jerry Ordway, Matt Haley, Bernie Wrightson, Dave Gibbons, Brian Bolland, Kevin Nolan, entre vários outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vale a pena dar uma olhada e descobrir que existe um Finster em cada um de nós.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;h4&gt;&lt;b&gt;A Evolução do Homo sapiens quadrinisticus&lt;/center&gt;&lt;/h4&gt;&lt;/b&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O &lt;i&gt;Homo sapiens  quadrinisticus&lt;/i&gt; é uma curiosa subespécie do Homo sapiens  comum. Aparentemente, essa subespécie não apresenta nenhuma característica física marcante que o diferencie do resto da humanidade, nem a transformação de um &lt;i&gt;Homo sapiens comum&lt;/i&gt; em &lt;i&gt;Homo sapiens quadrinisticus&lt;/i&gt; pode ser prevista por cientistas ou mesmo pelos pais desse “mutante”. As duas únicas coisas certas sobre o espécime são  que (1) estão espalhados pelo mundo e podem ainda ser subdivididos em (a) &lt;i&gt;Homo sapiens quadrinistucis comicus, (b) Homo sapiens quadrinistucis bandes-desinéesus, (c) Homo sapiens quadrinistucis mangacus, (d) Homo sapiens quadrinistucis fumettius*&lt;/i&gt;  entre outros (2) a segunda coisa é que é possível traçar o processo evolutivo de tais indivíduos. Tal processo é descrito logo abaixo: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo começa na infância, quando os pais inocentemente compram para seus filhos revistas em quadrinhos, as “revistinhas” como eles preferem chamá-las. No Brasil, na sua maioria são revistas da Turma da Mônica, de personagens da Disney, e similares, e volta e meia, revistas de super-heróis e alguns mangás mais comerciais passam a ser incluídas no meio. Dependendo do país em que isso acontece, o nome dos títulos e formatos varia, mas são sempre aqueles considerados "gibis para crianças". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A maioria das crianças acaba por deixar para trás tais publicações, mas não o &lt;i&gt;Homo sapiens quadrinisticus&lt;/i&gt;, Este passa a se tornar mais e mais interessado neste tipo de revista, abandonando as publicações infantis e partindo, em sua maioria, para publicações de super-heróis, quadrinhos humorísticos, histórias de aventura, ficção, faroeste, samurais, e similares. Até mesmo a alguns títulos que misturam ação com &lt;i&gt;relationships&lt;/i&gt; ou aqueles em que os relacionamentos são o foco principal. Essas publicações são o portão de entrada, e, usualmente, são consideradas comerciais e populares. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desse ponto, podem englobar à sua leitura os chamados “quadrinhos adultos” (no caso do &lt;i&gt;Homo sapiens mangacus&lt;/i&gt;, ele se voltaria aos &lt;i&gt;gekigás&lt;/i&gt;) e devoram todas as publicações nacionais que seu dinheiro puder comprar – sendo que muitas vezes precisam escolher, com tristeza, se devem gastar o &lt;i&gt;money&lt;/i&gt; em uma  saída com os amigos ou em uma revista há muito esperada e desejada. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://www.amaterasu.blogger.com.br/nerd2.gif"align="left"&gt;Até aí tudo bem, a mutação ainda é incompleta, as coisas vão ficando mais sérias e mais complexas na medida que o &lt;i&gt;Homo sapiens quadrinisticus&lt;/i&gt; passa a saber o nome de todos os desenhistas e escritores  de todas as revistas que curte, além de identificar tais desenhistas só de olhar seu desenho, em casos mais avançados consegue saber até mesmo que é o arte-finalista !? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Das revistas nacionais passa a comprar importadas, pode passar horas e horas em sebos empoeirados em busca de um exemplar raro de sua revista preferida ou tentando completar sua coleção de quadrinhos – que muitas vezes ocupa mais espaço no seu guarda-roupa que as roupas propriamente ditas- e achar que essas horas no sebo foram uma das mais divertidas que já teve, e se descobre uma loja especializadas em HQ vai lá não só para comprar, mas também para trocar informações com os outros membros da espécie. È, o &lt;i&gt;Homo sapiens quadrinisticus&lt;/i&gt; adora quando encontra outro como ele, pois nesses momentos tem a oportunidade de falar sobre seu assunto preferido sem sofrer com olhares tortos, maldosos e críticos que a maioria dos outros mortais dirige para o pobre e incompreendido &lt;i&gt;Homo sapiens quadrinisticus&lt;/i&gt; (ele é quase sempre um perseguido, acusado de ser imaturo e irresponsável só por gostar daquilo que a maioria acredita ser “coisa de criança” -ledo engano, algumas publicações estão a quilômetros de distância de infantil...) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos &lt;i&gt;Homo sapiens quadrinisticus&lt;/i&gt; sonham em ir para os Estados Unidos, mas nada de querer ir à Disney ou à Nova York, querem mesmo é ir à San Diego ou Chicago, onde acontecem as maiores feiras do gênero. (Feiras de quadrinhos é um caso a parte, deixa qualquer &lt;i&gt;Homo sapiens quadrinisticus&lt;/i&gt; completamente alucinado, totalmente maluquinho). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E se gostam ou preferem mangás, podem até mesmo tentar aprender japonês para ler um no original, com a desculpa, algumas vezes, de que um dia o Japão vai superar economicamente os Estados Unidos, e que só ele vai estar preparado para esse futuro. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E embora, com tantas características peculiares, e por que não dizer, esquisitas (pelo menos na opinião de uma grande parte dos adultos “normais”), o &lt;i&gt;Homo sapiens quadrinisticus&lt;/i&gt; é um espécime muito feliz, pois não perdeu a capacidade de sonhar, viajar para terras estranhas e fantásticas apenas com sua imaginação, de ser crítico, tudo isso pelo fato de amar essa arte chamada História em Quadrinhos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt; por  Katchiannya&lt;/b&gt;   (uma &lt;i&gt;Homo sapiens quadrinisticus&lt;/i&gt; apaixonada pelo gênero) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-------------------------------------------------------------------------- &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*Comics são o termo usado para quadrinhos americanos, Mangás, para quadrinhos japoneses, Bandes-desinées para quadrinhos franceses e Fumetti para os italianos. Apesar de compartilharem o mesmo princípio de integração texto-imagem para contar uma história, possuem cada um particularidades de estilo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nota&lt;/b&gt;: Aproveitando a deixa, passo duas indicações de blogs "nerdicos" que podem ser interessantes para vocês. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O primeiro é &lt;b&gt;Black + White&lt;/b&gt;, um fanzine virtual que nas palavras do autor é um "shoujo com doses de hentai". A história está no comecinho, mas promete. &lt;b&gt;Lembrando que é para maiores de 18 anos!&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;a href="http://kuro-to-shiro.blogspot.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" src="http://i135.photobucket.com/albums/q147/expressohogwarts2/presentes/Minibanner.jpg"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O outro é o &lt;b&gt;HQ Memória&lt;/b&gt; com muitas informações interessantes sobre clássicos dos quadrinhos!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;a href="http://www.hqmemoria.blogspot.com/" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://i135.photobucket.com/albums/q147/expressohogwarts2/presentes/HQMEMORIA2.gif" border="0" alt="Photobucket"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/center&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2187791068596331616-7371588708723894234?l=journaltsuru.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://journaltsuru.blogspot.com/feeds/7371588708723894234/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://journaltsuru.blogspot.com/2009/12/recentemente-regina-que-e-raven-do.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2187791068596331616/posts/default/7371588708723894234'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2187791068596331616/posts/default/7371588708723894234'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://journaltsuru.blogspot.com/2009/12/recentemente-regina-que-e-raven-do.html' title=''/><author><name>Katchiannya</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ea2PNIOcTB4/ShNaFT6IUMI/AAAAAAAAACk/RQ5oBDCUw84/S220/2l9k2vr.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://i135.photobucket.com/albums/q147/expressohogwarts2/presentes/th_Minibanner.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2187791068596331616.post-8891730513850075599</id><published>2009-12-01T17:30:00.000-08:00</published><updated>2009-12-01T17:36:09.321-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='comics'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='katchiannya'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='artigos'/><title type='text'>Feitiço de Estrelas</title><content type='html'>por Katchiannya Cunha&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 318px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_ea2PNIOcTB4/SxXDjEeTUDI/AAAAAAAAAEE/4-CvLkP7rfI/s320/starmen.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5410445534619193394" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;center&gt;O texto abaixo contém spoilers&lt;/b&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pense em todos os super-heróis que você conhece. Pensou? Com certeza, a primeira coisa em que você pensou foi em alguém vestindo um colante colorido (no máximo da diferença, um básico preto), com superpoderes ou extremamente habilidoso, que enfrenta o crime constantemente, sem nem piscar diante do perigo. Pois esqueça tudo isso, o herói de quem vamos falar é totalmente diferente do que acabamos de descrever. Para começar, Jack Knight nem tem certeza se quer ser herói ou se nasceu mesmo para isso. Tudo o que ele quer é cuidar de suas loja de antigüidades (algumas bem exóticas, por sinal), a Knight's Past, ver e rever filmes antigos no vídeo, e, quando puder, fazer uma nova tatuagem. Mas, não se engane pelo jeitão de Jack: ele é mesmo um grande herói, e, mesmo depois de ter sido finalizada há alguns anos, a revista Starman continua sendo uma das melhores e mais consagradas publicações do gênero.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Starman foi brevemente publicado aqui no Brasil, primeiramente pela Editora Magnum em 97 e depois pela Tudo em Quadrinhos (TEQ), em 99. Em ambas as ocasiões suas revistas foram anunciadas como minisséries, e nenhuma das duas editoras se dispôs a dar continuidade à publicação, o que deixou os sortudos que adquiriram as revistas com água na boca e um desejo de "quero-mais". A Panini lançou uma edição de luxo com capa dura e prometeu lançar a série de forma mais contínua, contudo nada de segundo volume em vista até o momento. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A série foi escrita pelo talentoso escritor inglês James Robinson, cujos alguns dos trabalhos mais conhecidos são as duas minisséries Bruxaria, estreladas pelas Irmãs-Destino (personagens da série Sandman), Gavião Negro, Sociedade da Justiça e pelo período em que roteirizou as aventuras dos WildCATS, de Jim Lee. Robinson também trabalhou na Dark Horse (em histórias do Exterminador do Futuro), na Marvel (67 Seconds), e é autor da aclamada minissérie A Era de Ouro, que figura ao lado de Watchmen como uma das melhores histórias de super-heróis já escritas, e da simpática série Leave It to Chance, sobre uma adolescente metida em confusões com o sobrenatural. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Robinson começou a escrever Starman junto com o desenhista Tony Harris, criando Jack Knight, filho caçula do Starman original, Ted Knight. Jack já havia aparecido brevemente na série Zero Hora (1994), mas é em sua própria série que realmente passamos a conhecê-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o que Starman tem de tão especial? Bem além de ser uma série bastante premiada e consagrada nos Estados Unidos, ela é extremamente bem escrita, empolgante e cativante. Profundo conhecedor da história das HQs da DC, especialmente do período da Era de Ouro, Robinson constrói uma trama extremamente bem amarrada, na qual desde o primeiro número praticamente todos os detalhes da história de cada edição são importantes para a compreensão da história como um todo, como um enorme quebra-cabeças que aos poucos vamos montando. Além disso, ele teve a brilhante idéia de não desprezar as versões anteriores dos heróis, mas sim utiliza-los e interliga-los como se fossem uma grande e tradicional dinastia de heróis, tendo o primeiro Starman, Ted Knight, como seu patriarca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ademais, sua construção das personagens e de suas interrelações é impecável. Especialmente com relação ao protagonista, Jack Knight. Jack é a encarnação de quase tudo que um fã fanático e colecionador deve ser (coisa que a maioria dos leitor de quadrinhos é). Fanático por filmes antigos, especialmente filmes de horror B, e qualquer coisa antiga que seja colecionável (aliás, meio pelo qual se sustenta, já que é dono de uma loja de antiguidades, a Knight's Past), Jack é um cara descolado, que nunca quis ser super-herói, tem problemas com o pai e o irmão, é meio galinha mas ao mesmo tempo romântico, dá uma de durão, mas no fundo tem um coração de ouro. Enfim, um ser humano cheio de qualidades e defeitos como qualquer um de nós. Não dá para o leitor deixar de se identificar com ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jack Knight é quase um alter-ego de James Robinson: ambos são fanáticos por cinema, em especial filmes antigos, além de Jack ser fascinado por antigüidades, enquanto Robinson é um apaixonado e profundo conhecedor da história da DC Comics e suas "antigüidades". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como eu já disse, Jack nunca sonhou em ser um herói e continuar a tradição da família. Pra falar a verdade, achava esse lance de colante colorido o cúmulo da baranguice. Mas por força das circunstâncias, acaba tendo que assumir o manto de Starman, pois seu irmão mais velho, David, que era o herói da família na ocasião, é assassinado logo no início da série pelo filho do Névoa, um antigo inimigo de seu pai. Tudo isso era só parte de um plano maior do vilão: seus filhos, Kyle e Nash, destruiriam tudo o que Ted Knight amava e representava. E apesar de se tornar um herói, Jack Knight continua abominando uniformes de super-heróis; no máximo, se permite a uma jaqueta com uma estrela de xerife (dessas que vem em embalagem de cereal norte-americano) e óculos de proteção. Depois de derrotar o vilão e seus filhos, Jack, meio que a contragosto, continua seu trabalho como super-herói.&lt;br /&gt;Mas na opinião dele, patrulhar cidades nem pensar: isso é coisa para a polícia, heróis são para situações de crise. E, como o próprio Ted costuma dizer, heróis atraem crises. Além disso, depois de se tornar herói, Jack não aprende de uma hora para a outra a ser um herói completamente seguro de si e profundo conhecedor de seus poderes. Ele vive metendo os pés pelas mãos e, apesar dos acertos, continua sem ter certeza se quer ser herói ou se nasceu mesmo para isso, o que dá certa consistência e credibilidade para a personagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E não é apenas a personagem principal da série que é bem construída e trabalhada: as coadjuvantes também se mostram bastante interessantes. Todas elas, mesmo as que não foram originalmente criadas por Robinson, são tão ambíguas, humanas e cheias de nuances como qualquer um de nós. Merecem serem citados Nash, a filha do Névoa, no início uma garota tímida e retraída, que se torna uma psicopata obcecada por Jack; Shade, um vilão mais ou menos regenerado; dos O'Dare, uma família de policiais, cuja amizade com os Knight vem da época em que Ted era herói; e Sadie Falk, o interesse amoroso do herói, que esconde um surpreendente segredo. E é claro, toda a galeria de antigos Starmen, que direta ou indiretamente estão ligados a Jack. Por isso mesmo vale a pena falar um pouco sobre cada um deles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O primeiro Starman foi Ted Knight. Criado por Gardner Fox e desenhado por Jack Burnley, fez sua primeira aparição na revista Adventure Comics #61. Ted era um astrônomo, inventor, cientista, que construiu um bastão que conseguia absorver poder das estrelas, o bastão cósmico. Percebendo o constante surgimento de heróis e inspirado por sua prima, Sandra Knight (também uma heroína conhecida como Lady Fantasma), ele resolveu se tornar um herói, usando um uniforme vermelho com uma estrela como símbolo. Tornou-se membro ativo da Sociedade da Justiça - SJA, 1º grupo de Heróis da DC, junto com Homem-Hora, Flash, Mulher-Maravilha, Dr. Meia-Noite, Sandman, cujas histórias eram publicadas na revista All Star Comics. Ted Knight chegou a ter suas histórias publicadas no Brasil com o nome de O Estrela, na revista O Guri, a partir de 1943. Pela atual cronologia da DC, Ted ajudou a criar a bomba atômica durante a 2º Guerra e depois disso entrou em uma crise de depressão, chegando inclusive a ser internado em manicômios. Ele então abandonou o período de luta integral ao crime e se casou com Adele Doris. Durante a famosa Crise nas Infinitas Terras voltou à ativa, e foi jogado, junto com outros membros da SJA, no limbo para lutar no Ragnarok - para quem não sabe, a versão do fim do mundo na mitologia nórdica. Esse fato vai ser brevemente citado na revista Sandman, no arco de história Estação das Brumas. David então se tornou Starman, até que a SJA voltou do limbo em Armageddon: Inferno, publicada na Superpowers# 31. Com os eventos da minissérie Zero Hora, Ted foi envelhecido numa luta contra o Extemporâneo e aceitou David como seu sucessor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O segundo Starman surgiu em 1951 do Universo DC, mas teve uma curta carreira. Foi publicado na Starman 80 Page Giant #1, e seu uniforme remete a uma antiga história do Batman, em que Bruce Wayne passa a ter fobia de morcegos e luta contra o crime usando o uniforme de Starman. Mas no decorrer da série, acabamos por descobrir que esse Starman é muito mais próximo da família Knight do que supomos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O terceiro Starman, publicado pela Abril com o nome de Zênite, era o extraterrestre Mikaal Tomas, criado por Gerry Conway e Mike Vosburg. Veio para a Terra como membro de uma tropa invasora do planeta. Ele e sua namorada Lyysa passaram a lutar ao lado dos terráqueos, mas ela morreu e ele passou a viver na Terra. Acabou se envolvendo com drogas nos anos 70 e desapareceu, surgindo anos depois (1988) acorrentado, drogado e com amnésia em um circo de aberrações, sendo resgatado por Jack e tornando-se membro adotivo da família Knight.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O quarto e o quinto Starmen foram, respectivamente, o Príncipe Gavyn, criado por Paul Levitz e Steve Ditko, e Will Payton, criado por Roger Stern e Tom Lyle. Um era príncipe alienígena e foi atirado no espaço após sua irmã assumir o trono. Foi então resgatado e treinado por M'ntorr, de quem recebeu braceletes especiais que canalizavam energia cósmica, redirecionando-a como raios de calor ou energia. Acabou sacrificando sua vida para salvar seu planeta na Crise das Infinitas Terras. O outro era o jovem Will Payton, que ganhou seus poderes enquanto acampava e foi atingido por um raio vindo do céu. Algumas de suas histórias foram publicadas na DC 2000. Chegou a cruzar com David, em Opal City, na época em que este também usava o codinome de Starman. Foi dado como morto durante uma batalha com o vilão Eclypso. Entretanto, ele estava vivo e preso - pasmem - no planeta de Gavyn.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em histórias não publicadas aqui no Brasil, descobrimos que Sadie Falk (que apareceu rapidamente por aqui em umas das revistas Starman da TEQ), namorada de Jack, é na verdade Jayne Payton, irmã de Will. Ela o convence a ir para o espaço, junto com Mikaal, resgatar Will. Descobrimos, no entanto, que quando o Príncipe Gavyn morreu, ele foi atraído para a Terra pelo bastão cósmico de Ted e se encarnou em Will quando ele foi atingido por um raio, ou seja, Will teria morrido e Gavyn assumiu seu lugar (ou não?). Robinson não deixa isso muito claro, e o próprio Will não aceita essa explicação. É provável que as memórias de Gavyn tenham sido implantadas em Will pelo M'nttor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sexto (e não menos importante) Starman foi David Knight, cuja primeira aparição se deu na revista de Will, a Starman v.1 #26 (1990). É o filho mais velho de Ted Knight, e morreu nas primeiras páginas de Starman v.2 #1. Em vida não foi muito amigo de Jack, chegando a ter inveja dele, mas agora, depois de morto, faz visitas anuais ao irmão, nas histórias conhecidas como Talking With David. A primeira delas sai aqui no Brasil na Starman #1, da TEQ.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O interessante é a forma como Robinson liga a história de todos os antigos Starmen com a de Jack. Jack é filho do primeiro, irmão do sexto, amigo do terceiro e cunhado do quinto (ou quarto, depende do ponto de vista) Starman !!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o que faz de Jack tão único e especial é sua própria personalidade: ele não é um cara super-certinho e extremamente rígido em questões éticas, ou um cara atormentado por seus demônios interiores, é só um cara comum, cheio de defeitos e dúvidas, capaz até de fazer besteiras por "um rostinho bonito", como ele mesmo diz. Igualzinho a qualquer leitor de HQ. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se todas as informações acima ainda não te convenceram do quanto as aventuras de Jack Knight são especiais, tem ainda a arte do desenhista Tony Harris, mais estilizada que os desenhos de quadrinhos convencionais, e que ajuda a criar um clima envolvente para a história. A série já foi encerrada nos Estados Unidos na edição 75, não por uma baixa de vendas, mas porque Robinson também é adepto da teoria de que uma boa história tem começo, meio e fim, tecendo uma trama que de tão bem trabalhada e detalhada dispensa qualquer continuação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 167px; height: 320px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_ea2PNIOcTB4/SxXEKJ49QKI/AAAAAAAAAEM/OrZM6LTBmAU/s320/starman-771044.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5410446206088069282" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2187791068596331616-8891730513850075599?l=journaltsuru.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://journaltsuru.blogspot.com/feeds/8891730513850075599/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://journaltsuru.blogspot.com/2009/12/feitico-de-estrelas.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2187791068596331616/posts/default/8891730513850075599'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2187791068596331616/posts/default/8891730513850075599'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://journaltsuru.blogspot.com/2009/12/feitico-de-estrelas.html' title='Feitiço de Estrelas'/><author><name>Katchiannya</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ea2PNIOcTB4/ShNaFT6IUMI/AAAAAAAAACk/RQ5oBDCUw84/S220/2l9k2vr.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_ea2PNIOcTB4/SxXDjEeTUDI/AAAAAAAAAEE/4-CvLkP7rfI/s72-c/starmen.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2187791068596331616.post-7275052646834115057</id><published>2009-11-24T17:26:00.000-08:00</published><updated>2009-11-24T17:49:49.531-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='comics'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='katchiannya'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='artigos'/><title type='text'>Mulher Gato em Teto de Zinco Quente</title><content type='html'>&lt;b&gt;por katchiannya&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img src="http://i135.photobucket.com/albums/q147/expressohogwarts2/presentes/250px-Catwoman-ninelives-tpb.jpg" border="0" alt="Photobucket"&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem é a Mulher Gato, afinal?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A personagem surgiu em 1940, na revista Batman # 1 (curiosamente, o Coringa também apareceu nessa edição), com o nome original "The Cat", e não usava nenhum uniforme especial. Desde as primeiras histórias, The Cat já era uma ladra e Batman sempre demonstrou uma certa complacência em relação à felina: após recuperar os frutos do roubo de The Cat, Batman simplesmente deixa a mocinha escapar. Seria amor bandido à primeira vista?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante um bom tempo, Bob Kane (criador do Batman e de grande parte das personagens da série, juntamente com Bill Finger) tentou encontrar o visual (usando a própria namorada como modelo) e o nome ideais para a personagem. Depois de algumas aparições como The Cat, ela se transformou em Selina Kyle, uma dona de lojas de animais que simplesmente decidiu se tornar ladra e mudou o nome para Mulher Gato (Catwoman). Vestida com um esvoaçante vestido de seda e portando um chicote, ela se tornou uma das personagens mais sexies da história dos quadrinhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img src="http://i135.photobucket.com/albums/q147/expressohogwarts2/presentes/catwoman6.jpg" border="0"&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A maioria de seus crimes era relacionada com gatos e Selina nunca foi nada mais que uma ladra. Não era necessariamente uma personagem "má", mas sim uma aventureira que sentia um prazer especial em burlar a lei e trazer dor de cabeça para o Morcegão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde o início também ficou subentendida uma certa tensão sexual e um atrativo romântico entre a Mulher Gato e o Batman. Talvez, na cabeça dos criadores da personagem, nada melhor para pegar um rato voador do que um gato, ou melhor, uma gata. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a onda de moralização que varreu os quadrinhos durante os anos 50, a personagem acabou ficando um pouco para escanteio, até que, graças à batmania deflagrada pela série de TV estrelada por Adam West (Batman) e Burt Ward (Robin), a Mulher Gato voltou ao auge.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img src="http://i135.photobucket.com/albums/q147/expressohogwarts2/presentes/catwoman4.jpg" border="0"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Julie Newmar&lt;/b&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na série, ela era vivida primeiramente pela atriz Julie Newmar. Na imaginação da maioria dos fãs, nunca houve nem haverá uma Mulher Gato como Newmar. Sexy e divertida, a versão da Mulher Gato vivida por Newmar não tinha a dualidade moral da personagem dos quadrinhos. Ela era uma vilã, mas ainda assim sedutora e carismática. Um femme fatale vestida em látex e com orelhas de gato. Nem o Batman poderia resistir ao seu charme. Coitadinha da Hale Berry perto de Julie. O sucesso da personagem foi tanto que, nos quadrinhos, a Mulher Gato passou a ser retratada fisicamente de forma semelhante à personagem da série.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sucesso do seriado do Batman foi tamanho que decidiram fazer um longa metragem com as personagens. Como a série, o longa era nada mais nada menos que uma sátira exagerada ao universo dos Comics. No filme, um grupo de vilões, formado pelo Coringa (Cesar Romero), Charada (Frank Gorshin), Pingüim (Burgess Meredith) e Mulher Gato, decide atacar os líderes mundiais, cabendo à dupla dinâmica impedir esse vil intento. Na época, Julie Newmar não estava disponível, pois estava filmando O Ouro de MacKenna (famoso pela cena em que ela aparece "nua"), e foi substituída quase à altura por Lee Meriwether, uma ex-Miss América.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img src="http://i135.photobucket.com/albums/q147/expressohogwarts2/presentes/catwoman11.jpg" border="0"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Lee Meriwether&lt;/b&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na terceira temporada da série, saiu Julie Newmar e entrou a cantora Eartha Kitt  em seu lugar. A explicação oficial foi a de que Julie Newmar estava com a agenda cheia no período. No entanto, segundo as más línguas, tudo não passou de uma manobra para não deslocar as atenções do público para a Batgirl como possível interesse romântico do Batman. Isso porque a Mulher Gato de Eartha Kitt é muito mais cômica e exagerada que a protagonizada por Newmar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img src="http://i135.photobucket.com/albums/q147/expressohogwarts2/presentes/catwoman8.jpg" border="0"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Eartha Kitt&lt;/b&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pouco tempo depois, também foi lançado um desenho animado estrelado por Batman e Robin. Nele, o uniforme da Mulher Gato, apesar de verde, era inspirado no do seriado. Ela era uma vilã propriamente dita, cercada de capangas e dirigia um Gatomóvel e um Gatocóptero - todos com enormes orelhas de gato. Sem comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos quadrinhos, a personagem continuou sua vidinha básica de ladra charmosa... Com algumas ressalvas. Na década de 70, no universo conhecido como Terra 2 (uma cópia da Terra oficial da DC, no qual os heróis eram todos mais velhos), Selina Kyle abandonou o mundo do crime e se casou com Bruce Wayne. Os dois tiveram uma filha, Helena Wayne. Selina foi morta por um de seus ex-parceiros de crime, o que levou Helena a se tornar a heroína Caçadora. Tal história foi aproveitada anos depois na série de TV Birds of Prey (SBT e Warner), estrelada pelas personagens Caçadora (Helena Kyle), Oráculo (Bárbara Gordon) e Canário Negro (Dinah). O seriado foi cancelado logo na primeira temporada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas eis que chegamos ao ano de 1985 e ocorre na DC Comics um mega evento chamado Crise nas Infinitas Terras. Para quem não sabe, esta saga escrita por Marv Wolfman e desenhada por George Perez teve como função arrumar o balaio de gatos que se tornou a cronologia da DC com suas centenas de Terras paralelas. As Terras foram fundidas numa só, e muitos personagens morreram ou foram alterados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A maioria das personagens clássicas da DC passou por reformulações em suas origens, apesar de seus aspectos essenciais terem sido mantidos. Foi assim com o Superman de John Byrne, a Mulher Maravilha de George Perez e o Batman Ano Um de Frank Miller.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Miller, que já havia escrito o aclamado Batman Cavaleiro das Trevas, escreve Batman Ano Um em parceira com David Mazzucchelli (desenhos, antigo parceiro de Miller em Demolidor) e Richard Lewis (cores). Batman Ano Um, como o próprio nome diz, narra os infortúnios do Cavaleiro das Trevas no seu primeiro ano de combate ao crime. Selina então é retratada como uma sexy prostituta que decide abandonar o ofício para se tornar a ladra mascarada Mulher Gato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo em seguida foi lançado um especial intitulado Mulher Gato, que reconta a origem da personagem. Inicialmente, Frank Miller escreveria o especial, mas após um desentendimento do autor com a editora, Mulher Gato passou para as mãos de Mindy Newell.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img src="http://i135.photobucket.com/albums/q147/expressohogwarts2/presentes/mg0030101t.jpg" border="0"&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Newell aproveita toda a caracterização criada por Miller em Batman Ano Um e elabora uma história paralela estrelada por Selina Kyle, aqui uma prostituta de rua violentamente abusada por seu cafetão. Após passar um tempo internada em um hospital, um policial a encaminha para o herói aposentado Pantera Negra. Ele ensina Selina a lutar e a se defender. Depois disso, ela decide abandonar a vida nas ruas, tornando-se a ladra conhecida como Mulher Gato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img src="http://i135.photobucket.com/albums/q147/expressohogwarts2/presentes/C00.jpg" border="0"&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Certos aspectos dessa versão da heroína foram aproveitados por Jeph Loeb e Tim Sale nas suas séries O Longo Dia das Bruxas e Vitória Sombria que, se observadas com atenção, podem ser consideradas quase como continuações de Batman Ano Um.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos anos que se seguiram, o passado duvidoso de Selina Kyle como prostituta foi deixado um pouco de lado, praticamente esquecido. Até tentaram recontar sua origem após o evento Zero Hora (quase uma continuação da Crise), praticamente excluindo os eventos referentes à vida de Selina como prostituta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1992, Tim Burton dirige Batman - O Retorno, segundo filme da franquia do Cavaleiro das Trevas no cinema. Aqui, Selina (vivida por Michelle Pfeiffer, ao lado na foto) era secretária de Max Schreck (Christopher Walken). Após descobrir uma de suas falcatruas, ela foi assassinada por ele. Misteriosamente, é revivida por vários gatos, tornando-se a sexy vilã Mulher Gato. Aliada ao Pingüim (Danny DeVito), coloca em ação um plano para prejudicar Gotham City e Schreck, tendo o intento de se vingar do seu ex-chefe. Como nos quadrinhos, existe uma forte atração entre a Mulher Gato e o Batman (Michael Keaton), assim como entre seus alter-egos Selina Kyle e Bruce Wayne. A atuação de Michelle Pfeiffer é marcante e torna a Mulher Gato tão sexy, dual e carismática quanto à versão protagonizada por Newmar na série de TV. Ou talvez muito mais. Ela é certamente uma das poucas coisas que se salvam neste filme, do qual particularmente não gosto, apesar de amar muitas das coisas que o Burton já fez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img src="http://i135.photobucket.com/albums/q147/expressohogwarts2/presentes/catwoman13.jpg" border="0"&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A versão Mulher Gato de Pfeiffer impressionou tanto que a personagem foi retratada loira no excelente desenho Batman The Animated Series (de Paul Dini e Bruce Timm), tal como a atriz, ao invés de morena, como nos quadrinhos. Somente depois de algumas temporadas é que a Mulher Gato passou a ter seu cabelo moreno clássico de volta. No desenho, a identidade de Selina como Mulher Gato é de conhecimento público e ela inclusive não é tão "vilã" como em suas outras versões, sendo até retratada como uma ativista de Direitos dos Animais. Na versão animada, ela era dublada por Adrienne Barbeau.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img src="http://i135.photobucket.com/albums/q147/expressohogwarts2/presentes/catwoman9.jpg" border="0"&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto isso, nos quadrinhos, a Mulher Gato começou a ganhar mais espaço dentro do universo do Morcego e passou a protagonizar sua própria revista. Escrita por Jo Duffy e desenhada por Jim Balent, a versão da Mulher Gato mostrada nessa série era muito mais aventuresca e bem humorada que a sombria versão recriada por Miller.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A série foi reformulada. Muitas das pontas soltas deixadas para trás, inclusive o passado de Selina Kyle como prostituta, foram retomadas e novamente explicadas. O uniforme da personagem mudou outra vez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Loeb aproveitou bem essa "nova" Mulher Gato na sua mega saga Silêncio, publicada no Brasil pela Panini, escrita por Jeph Loeb e desenhada por Jim Lee. Nela, Loeb tentou estreitar os laços entre a Mulher Gato e o Homem Morcego, tornando o romance entre os dois ainda mais explícito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img src="http://i135.photobucket.com/albums/q147/expressohogwarts2/presentes/100px-TBCatwoman.png" border="0"&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os desenhos mais recentes do Homem-Morcego: The Batman e Brave and Bold também tiveram as suas versões da Mulher Gato. No primeiro, o uniforme lembra um pouco o atual designer do uniforme de Selina nos quadrinhos, já no segundo, remete ao visual insinuante dos anos 40.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img src="http://i135.photobucket.com/albums/q147/expressohogwarts2/presentes/wallpaper-catwoman-brave-and-the-bo.png" border="0"&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claro que existe também  Patience Phillips (Halle Berry, foto ao lado),  uma artista plástica frustrada que trabalha como designer em uma companhia de cosméticos. Certo dia, descobre que o novo produto a ser lançado pela empresa provoca, com o uso contínuo, a deformação do rosto de suas usuárias. Assim, ela é assassinada por seus patrões. Patience morre e é ressuscitada por vários gatos, meio que num ritual felino. Poderes semelhantes aos de um gato lhe são transmitidos por uma felina especial, mensageira da deusa dos gatos Bast. Bem, a partir daí, Patience se torna a Mulher Gato, que não é necessariamente uma heroína. E tenta desvendar o mistério envolvendo sua morte. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img src="http://i135.photobucket.com/albums/q147/expressohogwarts2/presentes/catwoman12.jpg" border="0"&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, como o filme – quase unanimamente – é considerado uma bomba completa, desde roteiro, passando por figurino, direção, edição, atuações, trilha sonora, a ponto de sero vencedor do Framboesa de Ouro daquele ano, melhor tentarmos ignorar;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A verdadeira Mulher Gato sempre fascinou seus fãs não apenas por seu jeito sexy e um pouco selvagem, mas pela sua força, carisma e dualidade moral. Enfim, uma personagem intrigante e sedutora, muito diferente da pateta desmiolada representada por Halle Berry.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso, recomendo a todos: PREFIRAM A ORIGINAL!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img src="http://i135.photobucket.com/albums/q147/expressohogwarts2/presentes/catwoman7.jpg" border="0"&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Matéria revista e ampliada, publicada originalmente no site Abacaxi Atômico em 2004:&lt;br /&gt;(http://www.abacaxiatomico.com.br/obalaio/kingdom/28.htm)&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2187791068596331616-7275052646834115057?l=journaltsuru.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://journaltsuru.blogspot.com/feeds/7275052646834115057/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://journaltsuru.blogspot.com/2009/11/mulher-gato-em-teto-de-zinco-quente.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2187791068596331616/posts/default/7275052646834115057'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2187791068596331616/posts/default/7275052646834115057'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://journaltsuru.blogspot.com/2009/11/mulher-gato-em-teto-de-zinco-quente.html' title='Mulher Gato em Teto de Zinco Quente'/><author><name>Katchiannya</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ea2PNIOcTB4/ShNaFT6IUMI/AAAAAAAAACk/RQ5oBDCUw84/S220/2l9k2vr.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://i135.photobucket.com/albums/q147/expressohogwarts2/presentes/th_250px-Catwoman-ninelives-tpb.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2187791068596331616.post-6718890434960418347</id><published>2009-11-17T19:42:00.000-08:00</published><updated>2009-11-24T17:29:27.134-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='comics'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='katchiannya'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='artigos'/><title type='text'>As Várias Faces da Morcega</title><content type='html'>Por Katchiannya Cunha&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aproveitando os 70 anos do Batman neste mês, nada melhor do que fazer uma retrospectiva sobre uma das mais marcantes presenças femininas no universo do Batman: a Batgirl. Abordar a Batgirl apenas como a contraparte feminina do Cavaleiro das Trevas significa empobrece-la, além de ignorar toda uma riqueza de detalhes referentes não apenas a personagem propriamente dita, mas também em relação à mudança da concepção de heroína através dos anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando se pensa ou se fala em Batgirl, a primeira personagem que nos vem à cabeça é a marcante Barbara Gordon, mas o que pouca gente sabe é que antes dela existiram outras "batgirls". Já aquelas que a sucederam ainda estão frescas nas memórias dos leitores. A primeira "batgirl" não usava essa alcunha, era chamada de Batwoman. Ela não é muito conhecida no Brasil, embora talvez alguns compradores da antiga Coleção Invictus, da Nova Sampa, podem acabar se recordando dela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img src="http://i135.photobucket.com/albums/q147/expressohogwarts2/presentes/batgirl3.jpg" border="0" alt="Kathy &amp; Betty Kane"&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O nome verdadeiro de Batwoman era Kathy Kane, numa explícita homenagem a Bob Kane, o criador do Batman. Criada no final dos anos 50, Kathy era a dona de um circo que se muda para Gotham City após herdar uma fortuna. Dividia uma tediosa vida de socialite com a excitante carreira de vigilante durante a noite. Como muitas heroínas da Era de Ouro (a Phanthom Lady, por exemplo), Kathy se tornou heroína muito mais por uma questão de diversão que por um desejo de fazer justiça. Além de ser uma exímia trapezista, Kathy se valia de alguns acessórios bastante peculiares para lhe auxiliar nos combates contra o crime, tais como o pó-de-arroz e batons explosivos. Ocasionalmente, era utilizada como objeto de interesse romântico de Batman. Depois de um tempo, a personagem acabou se aposentando e voltando para o circo. Fez aparições periódicas nos quadrinhos até os anos 70.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A primeira personagem a realmente usar o codinome Bat-Girl (embora grafado com hífen) foi Betty Kane, sobrinha de Kathy Kane. Betty fez poucas aparições nos quadrinhos, durante a década de 60, mas o suficiente para não ser esquecida e ganhar uma reformulação após a Crise nas Infinitas Terras. Sua motivação na luta contra o crime não era muito diferente da de sua tia, somando-se a isso um desejo de impressionar Robin, por quem tinha uma quedinha. Sempre que visitava Gotham, juntava-se a Kathy em suas aventuras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img src="http://i135.photobucket.com/albums/q147/expressohogwarts2/presentes/batgirl2.jpg" border="0" alt="Kathy &amp; Betty Kane 2"&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora praticamente relegadas ao limbo, Kathy e Betty surgiram no bat-universo, segundo as más línguas, para afastar os rumores sobre uma relação homossexual entre Batman e Robin - o que foi insinuado pelo psiquiatra Fredric Wertham em seu livro Seduction Of The Innocent (1954), uma das "bases" que impulsionou uma caça às bruxas contra o gênero na época. Enquanto Kathy Kane, até recentemente, acabou por desaparecer quase que completamente do atual universo DC, Betty Kane se transformou. Passou a se chamar Bette Kane (com "e" no final, notem a "grande" diferença) e assumiu a identidade de Flamebird. Chegou a fazer parte de uma facção dos Novos Titãs e continuava a ter uma quedinha por Robin (Dick Grayson), agora conhecido como Asa Noturna, agora mais na base da tietagem. Depois de conhecer seu herói, percebeu que as coisas não eram como desejava. Curiosamente, seu nome pós-Crise está intimamente ligado como o novo codinome adotado por Grayson. Nightwing e Flamebird eram os nomes de dois heróis kriptonianos que habitavam a cidade engarrafada de Kandor, e que também desapareceram durante a Crise. No Brasil eles eram conhecidos como Asa Vingadora e Sólaris (nada a ver com o ex-integrante dos X-Men, que é de outra editora XD). Como Dick já havia assumido o nome de Nigthwing, nada mais lógico para os roteiristas que seu antigo "amor" pré-Crise... adquirisse a alcunha do outro kriptoniano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A terceira Batgirl é a já citada Barbara Gordon. Sua primeira aparição nas revistas em quadrinhos se deu na revista Detective Comics # 359 (1966). Nessa história, Barbara estava se preparando para ir a uma festa a fantasia vestida de Batgirl, quando no caminho impediu que o vilão Killer Moth e sua gangue seqüestrassem Bruce Wayne, o Batman. Quase simultaneamente a personagem surgiu na série de tv do Batman, sendo interpretada por Yvonne Craig. Originalmente concebida como filha legítima do Comissário Gordon, Barbara era uma jovem bibliotecária quando não estava lutando contra o crime. Durante um período, suas aventuras estavam atreladas às da dupla dinâmica, mas com o passar do tempo foi adquirindo mais independência, força e personalidade. Passou a estrelar mais aventuras solo, ou em parceria com a Supergirl/Kara Jor-El. Também se tornou congressista, atuando fora da esfera de Gotham City.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img src="http://i135.photobucket.com/albums/q147/expressohogwarts2/presentes/batgirl10.jpg" border="0" alt="Yvonne Craig/Barbara Gordon"&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após a supra citada Crise..., alguns aspectos de sua vida foram alterados, embora não muitos. De filha legítima de Gordon, passa a ser sobrinha e filha adotiva. Seu pai passou a ser o irresponsável e viciado irmão de Gordon, morto em um acidente de automóvel com a esposa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de anos lutando contra o crime, ironicamente ficou paraplégica quando o Coringa a baleou estando ela sob a identidade de Barbara Gordon - e ele, sem saber que ela também era a Batgirl. O vilão foi até a casa do Comissário para seqüestra-lo e assim comprovar sua teoria de que qualquer homem bom pode se tornar vil e louco, se submetido a um dia desesperadamente ruim. Essa história foi mostrada no especial A Piada Mortal, escrita por Alan Moore, e considerada uma das melhores do Batman.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Decidida a continuar atuando como heroína, Barbara assumiu o codinome de Oráculo e passou a ajudar os mais diversos heróis do Universo DC utilizando os mais complexos computadores e suas habilidades de hacker. Começou trabalhando com o Esquadrão Suicida e já fez parte da Liga da Justiça. Atualmente, ajuda Batman e os demais vigilantes de Gotham nas mais diversas missões. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img src="http://i135.photobucket.com/albums/q147/expressohogwarts2/presentes/birds1.jpg" border="0" alt="Dina Meyer/Barbara Gordon"&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma versão de Barbara, como Oráculo, pôde ser vista na telessérie Birds of Prey, interpretada pela atriz Dina Meyer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra Batgirl que deve ser citada (essa, infelizmente) é Barbara Wilson, que apareceu no filme mais trash (e mais odiado) da série cinematográfica do morcego, Batman e Robin. Interpretada por Alicia Silverstone, Barbara era a sobrinha de Alfred Pennyworth e ajudou Batman e Robin no combate contra Mr. Freeze, Hera Venenosa e a versão tosca e burra de Bane. Da contraparte quadrinística foram preservados seus conhecimentos em computação e seu lugar de interesse romântico de Robin (Chris O´Donnell). Seu uniforme é baseado no da Caçadora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img src="http://i135.photobucket.com/albums/q147/expressohogwarts2/presentes/batgirl6.jpg" border="0" alt="Alicia Silverstone/Barbara Wilson"&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Falando na Caçadora, é ninguém menos que ela a assumir o manto de Batgirl depois de Barbara Gordon nos quadrinhos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos quadrinhos é conhecida como Helena Bertinelli. Vinda de uma das mais importantes famílias de mafiosos de Gotham, viu os pais e o irmão serem assassinados diante de seus olhos quando criança, devido a uma desavença entre os clãs. Adulta, tornou-se a vigilante Caçadora para lutar exatamente contra as pessoas com quem conviveu durante toda a vida. Mais radical e sanguinária que o Batman, freqüentemente eles entram em conflitos ideológicos. Mesmo assim, Helena busca a aprovação do Morcego, apesar de negar isso. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img src="http://i135.photobucket.com/albums/q147/expressohogwarts2/presentes/batgirl8.jpg" border="0" alt="Helena Bertinelli"&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Helena Bertinelli se tornou a Batgirl durante a saga No Man's Land (Terra de Ninguém), publicada em formatinho e na série Premium pela Editora Abril. Durante a Terra de Ninguém, Gotham, depois de ser vítima de vírus letais e terremotos, foi isolada do resto dos Estados Unidos, regredindo a um cotidiano quase medieval. Com a demora de Batman em auxiliar sua cidade, Helena passou a agir como Batgirl, sem deixar sua identidade de Caçadora de lado, tentando-se valer do mito do Morcego para salvar a cidade sem permissão de Barbara Gordon ou do Batman. Inicialmente após seu retorno, Batman a aceita no cargo, apesar da oposição de Barbara. Entretanto, após um erro fatal, Batman passa o uniforme de Helena para uma nova Batgirl.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No seriado Birds of Prey, a Caçadora é Helena Kyle (Ashley Scott, Inteligência Artificial). Criada por Barbara Gordon, viu sua própria mãe ser morta quando criança. Na realidade, ela é filha de Bruce Wayne, o Batman, e de Selina Kyle, a Mulher Gato. Possui poderes "felinos" como visão noturna, força e agilidade sobre-humanas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Originalmente nos quadrinhos, muita gente não sabe mas a Caçadora era mesmo filha do Batman e da Mulher Gato. Antes da Crise nas Infinitas Terras, que deu uma "ajeitada" na cronologia da DC, Helena Wayne habitava a Terra 2. Era advogada durante o dia e vigilante durante a noite. Sua mãe, já casada com Bruce Wayne, foi assassinada por um ex-comparsa de seus tempos de Mulher-Gato. Seu pai, após a morte da esposa, tornou-se comissário de polícia e morreu numa missão, durante o breve período em que voltou a agir como Batman. Helena morreu durante a Crise Crise nas Infinitas Terras&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A sucessora de Helena foi a adolescente Cassandra Cain, que durante a Terra de Ninguém era uma dos operativos de Oráculo na cidade. Filha adotiva do assassino de aluguel David Cain, ela foi treinada por ele para ser uma máquina humana assassina. Para isso, ela aprendeu apenas a identificar a linguagem corporal, não conhecendo em princípio nenhuma linguagem verbal. Graças a um telepata aprendeu a falar, mas perdeu momentaneamente suas capacidades de leitura corporal. Recuperou-as graças a Lady Shiva, a mais mortal lutadora de todo o mundo, com a condição de que futuramente elas lutassem novamente. Possui uma personalidade meio autodestrutiva, apesar (ou quem sabe por causa) de todo o seu talento como combatente do crime. Isso talvez possa ser explicado pelo fato de ter, aos nove anos de idade, matado um homem estando sob influência do pai, o que fez com que ela fugisse dele e jurasse nunca mais matar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cassandra abandonou o manto de Batgirl recentemente, após a saga Rest in Peace (atualmente sendo publicada no Brasil).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No lugar dela surgiram duas novas Batgirls.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A primeira é Charlotte "Charlie" Gage-Radcliffe, que apareceu primeiramente em um arco da série Birds of Prey escrito por por Gail Simone. Ao contrário da maioria das Batgirls, Charlotte possui super-poderes, tais como superforça, teletransporte e fator de cura. Depois de um encontro com Barbara, ela acaba deixando o codinome de Batgirl e passa a se chamar Misfit/Marginal (usando um uniforme que ainda lembra o antigo uniforme de Gordon, o M estilizado muito parecido com um morcego). Ela faz parte das Aves de Rapina e dos Novos Titãs.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img src="http://i135.photobucket.com/albums/q147/expressohogwarts2/presentes/250px-Misfit2.png" border="0" alt="Charlotte/Marginal"&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A segunda e atual Batgirl é Stephanie Brown, que herdou a alcunha diretamente de Cassandra Cain. Filha de um super-vilão, Mestre das Pistas, Steph - para os íntimos -iniciou sua vida de super-heroína com o codinome de Salteadora (Spoiler), e, no meio do caminho acabou por se envolver romanticamente com Tim Drake (o terceiro Robin).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img src="http://i135.photobucket.com/albums/q147/expressohogwarts2/presentes/250px-Stephanie_Brown_as_Batgirl.jpg" border="0" alt="Stephanie_Brown"&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acabou por descobrir que estava grávida de um ex-namorado, chamando a atenção para o tema "gravidez na adolescência" fazendo com que "Robin" fosse aclamada como a melhor série contínua do ano pela Wizard Magazine na época. A criança acabou sendo dada para a adoção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assumiu o papel de Robin por um tempo, enquanto Tim Drake esteve afastado, e havia sido dada como morta durante um breve período.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img src="http://i135.photobucket.com/albums/q147/expressohogwarts2/presentes/100px-Animatedbatwoman.png" border="0"&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O time das "mulheres-morcego" foi novamente reforçado pelo retorno da Batwoman. Primeiramente na animação O Mistério da Mulher Morcego (2003), onde três mulheres, Sonia Alcana (detetive da polícia), Roxanne Ballantine (técnica de informática das Wayne Enterprises) e Kathleen Duquesne (filha de um mafioso) alternam no papel de heroína, com o intuíto de se vingarem do Pinguim, de quem foram vítimas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos quadrinhos, a nova Batwoman é Katherine "Kate" Kane, herdeira de uma das famílias mais ricas em Gotham City. A personagem chamou a atenção da mídia mundial por sua orientação sexual. Kate Kane é lésbica e é ex-amante da detetive Renée Montoya. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img src="http://i135.photobucket.com/albums/q147/expressohogwarts2/presentes/Batwoman.png" border="0" alt="Katherine "Kate" Kane"&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após essa retrospectiva sobre as bat-heroínas não há como não afirmar que, apesar de muitas terem sido aquelas que usaram o nome de Batgirl, cada uma refletindo o período em que foram concebidas, todas acabaram por se mostrar como mulheres de grande importância e destaque na vida do Homem-Morcego. Pensar na mitologia de Batman sem levar em conta a(s) Batgirl(s) é deixar de fora um importante (e charmoso) pedaço da história.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nota: Para quem não sabe, a saga Crise nas Infinitas Terras (publicada em 1985, escrita por Marv Wolfman e desenhada por George Perez) teve como função arrumar o balaio de gatos que se tornou a cronologia da DC, com suas centenas de Terras paralelas. As Terras foram fundidas numa só, e muitos personagens morreram ou foram alterados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Matéria revista e ampliada, publicada originalmente no site Abacaxi Atômico em 2004:&lt;br /&gt;(http://www.abacaxiatomico.com.br/obalaio/kingdom/antigos/frame20021117.htm)&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Na próxima semana, ainda em clima de Bat-comemorações, mais uma retrospectiva sobre a mais famosa arqui-rival do Morcegão: Mulher Gato&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;h4&gt;&lt;center&gt;&lt;b&gt;Exposição Batman 70 anos: uma homenagem&lt;/h4&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://s135.photobucket.com/albums/q147/expressohogwarts2/presentes/Batman70anos-convite.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://i135.photobucket.com/albums/q147/expressohogwarts2/presentes/th_Batman70anos-convite.jpg" border="0" alt="Exposiçãot"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Clique para ver ampliada&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Palestra &lt;br /&gt;Data: 24 de novembro de 2009&lt;br /&gt;Horário: 19h&lt;br /&gt;Local: Teatro da Biblioteca (Praça da Liberdade, 21) &lt;/center&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2187791068596331616-6718890434960418347?l=journaltsuru.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://journaltsuru.blogspot.com/feeds/6718890434960418347/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://journaltsuru.blogspot.com/2009/11/as-varias-faces-da-morcega.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2187791068596331616/posts/default/6718890434960418347'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2187791068596331616/posts/default/6718890434960418347'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://journaltsuru.blogspot.com/2009/11/as-varias-faces-da-morcega.html' title='As Várias Faces da Morcega'/><author><name>Katchiannya</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ea2PNIOcTB4/ShNaFT6IUMI/AAAAAAAAACk/RQ5oBDCUw84/S220/2l9k2vr.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://i135.photobucket.com/albums/q147/expressohogwarts2/presentes/th_batgirl3.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2187791068596331616.post-6532832080958176526</id><published>2009-07-02T10:10:00.000-07:00</published><updated>2009-07-02T10:28:29.073-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='entrevistas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='katchiannya'/><title type='text'>Entrevista com Robson Reis, de Crepusculinho (por Katchiannya)</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;/p&gt;&lt;center&gt;&lt;img src="http://i135.photobucket.com/albums/q147/expressohogwarts2/presentes/imagens/rob_criacoes.jpg" alt="Photobucket" border="0" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Sei que estou começando o artigo de modo absurdamente clichê, mas não vejo outra maneira de começar, portanto, se vocês não fizeram uma viagem forçada para Marte ou qualquer outro planetinha fora dos confins do nosso azul terrestre certamente ouviram falar de Crepúsculo (Twilight), a série de romances teen estrelada por vampiros e lobisomens escrita pela Stephanie Meyer.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;/p&gt;Talvez, algum dia eu possa fazer as minhas reflexões sobre os livros (e o mar de pró e contras apaixonados de defensores e detratores), contudo, hoje estou aqui para falar de outra coisa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;/p&gt;A série, sendo um imensurável sucesso, acabou gerando infinitos derivados, incluindo, claro, fanfics (eu recomendo esta aqui:&lt;a href="http://www.expressohogwarts.com.br/newdawn.htm" target="_blank"&gt;New Dawn&lt;/a&gt;) , fanarts e sátiras, um trabalho acabou ganhando imenso destaque entre os fãs: as tiras Crepusculinho, criados por Robson Reis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;/p&gt;Para quem ainda não teve a oportunidade, Crepusculinho ou Twilittle, satiriza de forma muito divertida, as desventuras de Edward Cullen, Bella Swan e todo o elenco de personagem da saga Twilight.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;/p&gt;Contudo, Robson Reis é muito mais que Crepusculinho. Ele é praticamente um “homem-bombril”, pois além de desenhar, escrever, faz toy arts personalizados, esculturas e muito mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;/p&gt;Um dos primeiros trabalhos dele foram os fanzines &lt;a href="http://www.freewebs.com/mahouamaterasu/scans/serebro/abertura.htm" target="_blank"&gt;Sérebro e Neurônio&lt;/a&gt;, que podem ser encaradas como uma versão “otaku” e tresloucada das sátiras Mad. Traduzindo, são paródias absurdas de animes e mangás, como Dragon Ball, Samurai X, Sailormoon, juntado também filmes de sucesso como Matrix.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;/p&gt;Enfim, acho que estou me alongando demais e é melhor passar a palavra para o nosso convidado de honra. Com vocês, Robson Reis:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;table class="MsoNormalTable" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td valign="top"&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;KATCHIANNYA:Fale para gente um pouco sobre você e o seu trabalho.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;br /&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span&gt;ROBSON: Eu sou uma das pessoas que vão dominar o mundo, sou um nerd comtemporâneo hehehe. Sabe essas pessoas que falam de praticamente qualquer assunto, sou informado, mas vai saber mesmo de quadrinhos e cinema. Adoro desenhar desde sempre, não lembro de mim sem ser desenhando ou pensando em desenhar, sempre preferi desenhar mulheres que super heróis, e depois descobri que a maioria dos desenhistas tinha dificuldade de desenhar mulher e achei entranho, também sempre adorei desenhar mãos e pés e quase todo mundo odeia. Ou seja, eu sou estranho dentro do grupo que já é considerado estranho. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;Por muito tempo trabalhei fazendo trabalho freelance para quem pagasse mais (mercenário ilustrador ?) depois comecei a fazer charges em jornais da região e a dar aulas de mangá, já que quando teve o BooM dos mangás em 2000 eu era um dos poucos da região que entendiam do assunto e sabiam desenhar no estilo. Logo depois comecei a trabalhar numa agência de publicidade e fiquei até 2007 quando resolvi sair para fazer trabalhos próprios. Agora em 2008 fiz Crepusculinho e as pessoas me conhecem, mas a tirinha em  que eu estava me empenhando em divulgar era uma chamada Orkutonauta, Crepusculinho foi uma brincadeira que agradou e cresceu...Ou seja, o público que manda.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;/p&gt;&lt;center&gt;&lt;a href="http://s135.photobucket.com/albums/q147/expressohogwarts2/presentes/imagens/rob_orkutonauta.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://i135.photobucket.com/albums/q147/expressohogwarts2/presentes/imagens/th_rob_orkutonauta.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/center&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;table class="MsoNormalTable" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;br /&gt;&lt;td valign="top"&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;K: Como surgiu a idéia de criar o Crepusculinho?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;R: Crepusculinho surgiu da minha necessidade primária de fazer piada de   quase tudo. Assim que terminei de ler o livro já veio na cabeça que tinha   muito material para ser zuado, porém, sabia que existia uma legião de fãs e   pensei....Vão me linchar, fiz duas tirinhas e ia ficar só nisso mesmo. Mandei   pra uma amiga que tinha lido Crepúsculo, ela viu e falou para eu mandar pra   sessão de fanart do Foforks, mandei e já vi que minha morte estava perto e...   Adoraram as tirinhas e pediram em massa para que eu entrasse (no site)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;K: Pelo que eu conheço do seu trabalho, você consegue ter uma   versatilidade de estilos, em Sérebro e Neuronio, seu traço é mais próximo do   mangá, no Crepusculinho puxa para o cartoon e o Orkutonauta é completamente   estilizado. Tem algum estilo de desenho que você prefira fazer? Algum que   você ache mais “Robson Reis”?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;br /&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;table class="MsoNormalTable" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;br /&gt;&lt;td valign="top"&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;R: Eu gosto de um estilo hibrido mesmo meu   mangá tem muito de cartoon e vice versa, mas se reparar bem meu traço lembra   mais traço de desenhos da Disney, que foi algo que li muito quando criança,   adorava as histórias do Tio Patinhas e só recentemente fiquei sabendo que   elas tem uma enorme importância no mundo dos quadrinhos, principalmente as de   Carl Barks, que eram as minhas preferidas. Vendo desenhos animados eu   assimilei muito dos traços, posso até dizer que minha versatilidade vem de   desenhar vários estilos apresentados em desenhos animados.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;K: O quanto a sua vida pessoal influencia nas histórias que você escreve   e ilustra, e vice versa?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;R: Quase nada, eu não sou muito auto- biográfico, gosto mesmo de inventar   histórias. Tem vezes que eu pego a vida dos outros e uso de referência. Uma   coisa é certa sempre tem um personagem que sou eu. No Crepusculinho eu me   personifico no Nenão (a versão do Emmet Cullen)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;/p&gt;&lt;center&gt;&lt;a href="http://i135.photobucket.com/albums/q147/expressohogwarts2/presentes/imagens/rob_carademacaco.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://i135.photobucket.com/albums/q147/expressohogwarts2/presentes/imagens/th_rob_carademacaco.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/center&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;K: Quais seriam as principais influências no seu trabalho?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;br /&gt;&lt;/tr&gt;&lt;br /&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span&gt;R: Desenhos animados e filmes, eu sempre tentei fazer desenhos que lembrassem essa mídia. Depois que comecei a identificar autores, desenhistas, comecei a desenhar de modo bonitinho com uns 4 anos, com 6 já conseguia fazer desenhos iguais aos dos gibis da Disney, com falta de técnica, mas iguais. Com uns 12 anos que comecei a saber que existiam grandes desenhistas e criadores como Jack Kirk, Stan Lee. Me influenciei muito antes do boom dos mangás pelo traço japonês. Adorava o desenho animado do Rei Arthur que passava no SBT, e tentava misturar o traço com o americano. Quando eu tinha uns 16 anos muita gente perguntava se eu era fã do Joe Madureira por eu apresentar um traço hibrido, mas eu nem sabia quem era o cara. Depois que fui ver que tínhamos semelhanças e tratei de acabar com elas. Adoro o traço do Sr. Kubert e do Sal Buscema, e do John Romita pai e do Junior e como eles resolvem as situações de modo simples e eficaz. Acho muito legal resolver questões de desenhos com poucos traços mas de modo limpo e bem feito. Adoro Will Einsner e como trabalha luz e sombra. Gosto de preto e branco. Adoro o trabalho da Clamp e do Eichiro Oda (One Piece) acho que o traço dele é louco, mas transmite muita emoção, que se perdeu no anime. Takehiko Inoue tem um trabalho puxado mais pro realista e seu trabalho no Slam Dunk e Vagabond me agrada também. Mas tenho um carinho especial pelo trabalho de Carl Barks e seu pupilo Don Rosa. E adorava o traço das histórias da Tina da década de 80, aprendi desenhar mulher ali. Pena que pela política de fazer crer que o Maurício de Souza desenha tudo, eu nunca pude saber de quem eu era fã. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table class="MsoNormalTable" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;br /&gt;&lt;td valign="top"&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;K: Como você percebe o mercado de quadrinhos nacional e a vida de   quadrinista aqui no Brasil?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;br /&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span&gt;R: Percebo que não existe mercado de quadrinho nacional. Existem ótimos quadrinistas nacionais mas não existe mercado para eles, ai tem que optar por ir para fora do país. A vida é difícil, trabalho com isso há uma década e consigo sobreviver com trabalhos fora dos quadrinhos como ilustrações publicitárias. Quadrinhos mesmo saíram 3. Agora com Crepusculinho estou ganhando visibilidade. Por enquanto apenas de um grupo seleto de pessoas que curtem a saga de Stephenie Meyer, mas pretendo lançar material próprio e ver se agrada também. Espero que sirva de vitrine. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table class="MsoNormalTable" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;br /&gt;&lt;td valign="top"&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;K: O que você acha da tendência de se utilizar a Internet como meio de   divulgação de artistas nacionais – e mesmo internacionais - através de   quadrinhos virtuais, blogs e galerias como as do DeviantArt?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;br /&gt;&lt;/tr&gt;&lt;br /&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;span&gt;R: Acho ótimo. Fanzines têm a desvatagem de precisar de um investimento para fazer as cópias. Já a internet permite que com um baixo custo se atinja uma quantidade gigantesca de pessoas sem um gasto colossal. Por que o importante é criar algo e ter um publico que goste do que você faz. Para isso você precisa chegar até o público e não existe nada mais eficaz hoje em dia do que a internet para tal objetivo. Claro não dá pra criar algo visando se tornar fenômeno, tem que ir produzindo e ter paciência, uma hora o povo te descobre.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;center&gt;&lt;a href="http://i135.photobucket.com/albums/q147/expressohogwarts2/presentes/imagens/rob_crepusculinho.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://i135.photobucket.com/albums/q147/expressohogwarts2/presentes/imagens/th_rob_crepusculinho.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/center&gt;&lt;/center&gt;&lt;table class="MsoNormalTable" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;br /&gt;&lt;td valign="top"&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;strong&gt;K: Como é que está sendo lidar com a fama vinda com o Crepusculinho e toda   essa rotina de participar de eventos, dar autógrafos e etc?&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;br /&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span&gt;R: A fama é mais virtual, em 7 meses apenas uma pessoa me parou um dia e pediu autógrafo  fora de evento. Foi durante um pocket show da Malu Magalhães na Fnac de Campinas. A fama está apenas entre um grupo seleto que adora Crepúsculo. Eu gosto, muito aliás de conhecer pessoas e interagir. Acho que é o mínimo que posso fazer pelo carinho e atenção dispensada para meu trabalho. E eu sempre quis ser conhecido como desenhista, mas pensava que seria rodeado de garotos fãs do Batman querendo autografo por que eu fiz uma edição genial. E Deus me abençoou que invés de garotos estranhos, barulhentos, suados cheirando a Cheetos, tenho um público de garotas simpáticas, faladeiras e cheirando a Rexonna Teen...infinitamente melhor que cheiro de Cheetos hsuahsuahushausa. Bem eu sempre me dei melhor com garotas, tenho muitas amigas, acho que é até algo meio natural acabar atingindo esse publico, mas tem garotos que curtem também.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na questão dos autógrafos eu acho estranho autografar um livro que eu não escrevi. Mas é divertido porque ilustra uma história que tantos amam. Os eventos são um meio de poder encontrar pessoas que acabo conhecendo virtualmente e isso é bom, acho legal conhecer as pessoas, sou acessível, não existe motivo pra ficar escondido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span&gt;&lt;b&gt;Onde encontrar o trabalho do Robson Reis:&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;a href="http://www.robsonreis.blogspot.com/" target="_blank"&gt;http://www.robsonreis.blogspot.com/&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span&gt;&lt;a href="http://carademacaco.blogspot.com/" target="_blank"&gt;http://carademacaco.blogspot.com/&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;a href="http://crepusculinho.blogspot.com/"&gt;http://crepusculinho.blogspot.com/&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span&gt;&lt;a href="http://neuroclick.blogspot.com/" target="_blank"&gt;http://neuroclick.blogspot.com/&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;a href="http://www.expressohogwarts.com.br/amaterasu.html" target="_blank"&gt;http://www.expressohogwarts.com.br/amaterasu.html&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span&gt;&lt;a href="http://foforks.com.br/" target="_blank"&gt;http://foforks.com.br/&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;a href="http://www.myspace.com/crepusculinho" target="_blank"&gt;http://www.myspace.com/crepusculinho&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;a href="http://www.myspace.com/crepusculinho" target="_blank"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*Esta entrevista também está disponível no site &lt;a href="http://www.abacaxiatomico.com.br/" target="_blank"&gt;&lt;b&gt;Abacaxi Atômico&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2187791068596331616-6532832080958176526?l=journaltsuru.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://journaltsuru.blogspot.com/feeds/6532832080958176526/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://journaltsuru.blogspot.com/2009/07/entrevista-com-robson-reis-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2187791068596331616/posts/default/6532832080958176526'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2187791068596331616/posts/default/6532832080958176526'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://journaltsuru.blogspot.com/2009/07/entrevista-com-robson-reis-de.html' title='Entrevista com Robson Reis, de Crepusculinho (por Katchiannya)'/><author><name>Katchiannya</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ea2PNIOcTB4/ShNaFT6IUMI/AAAAAAAAACk/RQ5oBDCUw84/S220/2l9k2vr.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2187791068596331616.post-8055565433848860394</id><published>2009-07-02T09:44:00.000-07:00</published><updated>2009-07-02T09:47:54.503-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='desconstruindo lulu'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='resenhas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='anime'/><title type='text'>Desconstruindo Lulu: Hakushako to Yousei</title><content type='html'>&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 12"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 12"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CCarol%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;link rel="Edit-Time-Data" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CCarol%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_editdata.mso"&gt;&lt;!--[if !mso]&gt; &lt;style&gt; v\:* {behavior:url(#default#VML);} o\:* {behavior:url(#default#VML);} w\:* {behavior:url(#default#VML);} .shape {behavior:url(#default#VML);} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;&lt;link rel="themeData" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CCarol%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_themedata.thmx"&gt;&lt;link rel="colorSchemeMapping" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CCarol%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_colorschememapping.xml"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:trackmoves/&gt;   &lt;w:trackformatting/&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:donotpromoteqf/&gt;   &lt;w:lidthemeother&gt;PT-BR&lt;/w:LidThemeOther&gt;   &lt;w:lidthemeasian&gt;X-NONE&lt;/w:LidThemeAsian&gt;   &lt;w:lidthemecomplexscript&gt;X-NONE&lt;/w:LidThemeComplexScript&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;    &lt;w:splitpgbreakandparamark/&gt;    &lt;w:dontvertaligncellwithsp/&gt;    &lt;w:dontbreakconstrainedforcedtables/&gt;    &lt;w:dontvertalignintxbx/&gt;    &lt;w:word11kerningpairs/&gt;    &lt;w:cachedcolbalance/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;   &lt;m:mathpr&gt;    &lt;m:mathfont val="Cambria Math"&gt;    &lt;m:brkbin val="before"&gt;    &lt;m:brkbinsub val="&amp;#45;-"&gt;    &lt;m:smallfrac val="off"&gt;    &lt;m:dispdef/&gt;    &lt;m:lmargin val="0"&gt;    &lt;m:rmargin val="0"&gt;    &lt;m:defjc val="centerGroup"&gt;    &lt;m:wrapindent val="1440"&gt;    &lt;m:intlim val="subSup"&gt;    &lt;m:narylim val="undOvr"&gt;   &lt;/m:mathPr&gt;&lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" defunhidewhenused="true" defsemihidden="true" defqformat="false" defpriority="99" latentstylecount="267"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="0" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Normal"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="heading 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 7"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 8"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 9"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 7"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 8"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 9"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="35" qformat="true" name="caption"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="10" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Title"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="1" name="Default Paragraph Font"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="11" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Subtitle"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="22" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Strong"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="20" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Emphasis"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="59" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Table Grid"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" unhidewhenused="false" name="Placeholder Text"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="1" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="No Spacing"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" unhidewhenused="false" name="Revision"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="34" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="List Paragraph"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="29" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Quote"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="30" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Intense Quote"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="19" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Subtle Emphasis"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="21" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Intense Emphasis"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="31" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Subtle Reference"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="32" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Intense Reference"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="33" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Book Title"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="37" name="Bibliography"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" qformat="true" name="TOC Heading"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Font Definitions */  @font-face 	{font-family:"Cambria Math"; 	panose-1:2 4 5 3 5 4 6 3 2 4; 	mso-font-charset:1; 	mso-generic-font-family:roman; 	mso-font-format:other; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:0 0 0 0 0 0;}  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-unhide:no; 	mso-style-qformat:yes; 	mso-style-parent:""; 	margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman","serif"; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} .MsoPapDefault 	{mso-style-type:export-only; 	margin-bottom:10.0pt; 	line-height:115%;} @page Section1 	{size:612.0pt 792.0pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:36.0pt; 	mso-footer-margin:36.0pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-priority:99; 	mso-style-qformat:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin-top:0cm; 	mso-para-margin-right:0cm; 	mso-para-margin-bottom:10.0pt; 	mso-para-margin-left:0cm; 	line-height:115%; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:11.0pt; 	font-family:"Calibri","sans-serif"; 	mso-ascii-font-family:Calibri; 	mso-ascii-theme-font:minor-latin; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-theme-font:minor-fareast; 	mso-hansi-font-family:Calibri; 	mso-hansi-theme-font:minor-latin; 	mso-bidi-font-family:"Times New Roman"; 	mso-bidi-theme-font:minor-bidi;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;o:shapedefaults ext="edit" spidmax="1027"&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;o:shapelayout ext="edit"&gt;   &lt;o:idmap ext="edit" data="1"&gt;  &lt;/o:shapelayout&gt;&lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;!--[if gte vml 1]&gt;&lt;v:shapetype id="_x0000_t75" coordsize="21600,21600" spt="75" preferrelative="t" path="m@4@5l@4@11@9@11@9@5xe" filled="f" stroked="f"&gt;  &lt;v:stroke joinstyle="miter"&gt;  &lt;v:formulas&gt;   &lt;v:f eqn="if lineDrawn pixelLineWidth 0"&gt;   &lt;v:f eqn="sum @0 1 0"&gt;   &lt;v:f eqn="sum 0 0 @1"&gt;   &lt;v:f eqn="prod @2 1 2"&gt;   &lt;v:f eqn="prod @3 21600 pixelWidth"&gt;   &lt;v:f eqn="prod @3 21600 pixelHeight"&gt;   &lt;v:f eqn="sum @0 0 1"&gt;   &lt;v:f eqn="prod @6 1 2"&gt;   &lt;v:f eqn="prod @7 21600 pixelWidth"&gt;   &lt;v:f eqn="sum @8 21600 0"&gt;   &lt;v:f eqn="prod @7 21600 pixelHeight"&gt;   &lt;v:f eqn="sum @10 21600 0"&gt;  &lt;/v:formulas&gt;  &lt;v:path extrusionok="f" gradientshapeok="t" connecttype="rect"&gt;  &lt;o:lock ext="edit" aspectratio="t"&gt; &lt;/v:shapetype&gt;&lt;v:shape id="_x0000_s1026" type="#_x0000_t75" style="'position:absolute;"&gt;  &lt;v:imagedata src="file:///C:\DOCUME~1\Carol\CONFIG~1\Temp\msohtmlclip1\01\clip_image001.png" title=""&gt;  &lt;w:wrap type="square"&gt; &lt;/v:shape&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if !vml]--&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;b&gt;&lt;center&gt;&lt;img src="http://i135.photobucket.com/albums/q147/expressohogwarts2/presentes/imagens/2_2_2cpia.gif" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Hakushako to Yousei&lt;/b&gt; (Conde e Fada na tradução) é um anime de 12 episódios exibido de setembro a dezembro de 2008, baseado nas &lt;i&gt;light novels&lt;/i&gt; de Mizue Tani. A história se passa na Inglaterra vitoriana e traz como personagens principais o elegante e conquistador Conde Edgar Ashenbert e Lydia Carlton, uma fairy doctor (doutora das fadas).&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Até um certo grau, essa série me fez pensar no mundo criado por Susanna Clarke em &lt;i&gt;Jonathan Strange &amp;amp; Mr. Norrell&lt;/i&gt;, visto o desfile de inúmeros personagens da mitologia das terras escocesas e inglesas, com claros parentescos à idéia do Belo Reino, &lt;i&gt;Faerie&lt;/i&gt;.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Lydia possui a capacidade especial de ver essas criaturas; fadas, duendes, gnomos e diversas outras criaturas que povoam o imaginário popular. Seu trabalho como fairy doctor é servir de intermediadora entre esse mundo para muitos de fantasia e os humanos e é isso que leva Edgar a procurá-la.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Edgar, afinal, é o Conde Cavaleiro Azul, descendente do primeiro Conde que, visto seus serviços prestados a homens e fadas, foi presenteado com terras no mundo de &lt;i&gt;Faerie&lt;/i&gt;, governando-as em nome do rei. Ou, pelo menos, Edgar diz que é o Conde Cavaleiro Azul...&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Na verdade – e aqui estou adiantando alguns fatos – Edgar não é Edgar e nem mesmo um Conde... Seu passado envolve um ducado, assassinato, traição e escravidão junto a um Príncipe louco cujo destino seria destruir a Inglaterra.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Para se vingar e conseguir assegurar sua posição, Edgar precisa da mitológica Espada de Merrow. E é aqui que entra Lydia – apenas ela é capaz de compreender as pistas que levam ao local onde a espada está escondida.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Após conseguir a espada, Edgar é reconhecido pelo povo de &lt;i&gt;Faerie&lt;/i&gt; como seu novo Conde Cavaleiro Azul, mas, como não consegue ver as fadas, precisa de Lydia ao seu lado a fim de que as alianças feitas entre ele e as criaturas desse Outro Mundo.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Além de Edgar e Lydia – que, mais tarde, formarão um casal bastante divertido de acompanhar devido aos avanços dele e às violentas respostas dela – há vários outros personagens interessantes na história, que em muito adicionam ao bom humor e leveza da série (ao menos quando não estamos tratando dos problemas com o passado do Conde...).&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Destaque vai para o Kelpie, um cavalo aquático que segue Lydia da Escócia para Londres e que quer de todos os jeitos casar com ela; Raven, o criado-besta de Edgar, e Nico, uma fada em forma de gato que trabalha para Lydia e faz absoluta questão de ser tratado como um cavalheiro.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;A arte de Hakushaku to Yousei é bem leve, típica do shoujo. Há mais profundidade na história, contudo, do que se percebe à primeira vista – só tive oportunidade de assistir o anime, que termina em aberto e não aprofunda nas partes mais importantes; mas o que consegui descobrir das novels me interessou muito.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;É um anime para assistir sem compromissos, numa tarde chuvosa quando não se tem mais o que fazer. Uma agradável surpresa da temporada do ano passado, sem dúvida. Recomendado.&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2187791068596331616-8055565433848860394?l=journaltsuru.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://journaltsuru.blogspot.com/feeds/8055565433848860394/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://journaltsuru.blogspot.com/2009/07/desconstruindo-lulu-hakushako-to-yousei.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2187791068596331616/posts/default/8055565433848860394'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2187791068596331616/posts/default/8055565433848860394'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://journaltsuru.blogspot.com/2009/07/desconstruindo-lulu-hakushako-to-yousei.html' title='Desconstruindo Lulu: Hakushako to Yousei'/><author><name>Katchiannya</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ea2PNIOcTB4/ShNaFT6IUMI/AAAAAAAAACk/RQ5oBDCUw84/S220/2l9k2vr.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2187791068596331616.post-854490944480002490</id><published>2009-07-02T09:17:00.000-07:00</published><updated>2009-07-02T09:48:49.117-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='desconstruindo lulu'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='resenhas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='anime'/><title type='text'>Desconstruindo Lulu: Baccano!</title><content type='html'>&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 12"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 12"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CCarol%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;link rel="Edit-Time-Data" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CCarol%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_editdata.mso"&gt;&lt;!--[if !mso]&gt; &lt;style&gt; v\:* {behavior:url(#default#VML);} o\:* {behavior:url(#default#VML);} w\:* {behavior:url(#default#VML);} .shape {behavior:url(#default#VML);} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;&lt;link rel="themeData" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CCarol%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_themedata.thmx"&gt;&lt;link rel="colorSchemeMapping" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CCarol%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_colorschememapping.xml"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:trackmoves/&gt;   &lt;w:trackformatting/&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:donotpromoteqf/&gt;   &lt;w:lidthemeother&gt;PT-BR&lt;/w:LidThemeOther&gt;   &lt;w:lidthemeasian&gt;X-NONE&lt;/w:LidThemeAsian&gt;   &lt;w:lidthemecomplexscript&gt;X-NONE&lt;/w:LidThemeComplexScript&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;    &lt;w:splitpgbreakandparamark/&gt;    &lt;w:dontvertaligncellwithsp/&gt;    &lt;w:dontbreakconstrainedforcedtables/&gt;    &lt;w:dontvertalignintxbx/&gt;    &lt;w:word11kerningpairs/&gt;    &lt;w:cachedcolbalance/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;   &lt;m:mathpr&gt;    &lt;m:mathfont val="Cambria Math"&gt;    &lt;m:brkbin val="before"&gt;    &lt;m:brkbinsub val="&amp;#45;-"&gt;    &lt;m:smallfrac val="off"&gt;    &lt;m:dispdef/&gt;    &lt;m:lmargin val="0"&gt;    &lt;m:rmargin val="0"&gt;    &lt;m:defjc val="centerGroup"&gt;    &lt;m:wrapindent val="1440"&gt;    &lt;m:intlim val="subSup"&gt;    &lt;m:narylim val="undOvr"&gt;   &lt;/m:mathPr&gt;&lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" defunhidewhenused="true" defsemihidden="true" defqformat="false" defpriority="99" latentstylecount="267"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="0" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Normal"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="heading 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 7"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 8"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 9"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 7"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 8"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 9"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="35" qformat="true" name="caption"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="10" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Title"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="1" name="Default Paragraph Font"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="11" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Subtitle"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="22" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Strong"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="20" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Emphasis"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="59" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Table Grid"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" unhidewhenused="false" name="Placeholder Text"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="1" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="No Spacing"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" unhidewhenused="false" name="Revision"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="34" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="List Paragraph"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="29" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Quote"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="30" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Intense Quote"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="19" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Subtle Emphasis"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="21" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Intense Emphasis"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="31" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Subtle Reference"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="32" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Intense Reference"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="33" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Book Title"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="37" name="Bibliography"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" qformat="true" name="TOC Heading"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Font Definitions */  @font-face 	{font-family:"Cambria Math"; 	panose-1:2 4 5 3 5 4 6 3 2 4; 	mso-font-charset:1; 	mso-generic-font-family:roman; 	mso-font-format:other; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:0 0 0 0 0 0;}  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-unhide:no; 	mso-style-qformat:yes; 	mso-style-parent:""; 	margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman","serif"; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} .MsoPapDefault 	{mso-style-type:export-only; 	margin-bottom:10.0pt; 	line-height:115%;} @page Section1 	{size:612.0pt 792.0pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:36.0pt; 	mso-footer-margin:36.0pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-priority:99; 	mso-style-qformat:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin-top:0cm; 	mso-para-margin-right:0cm; 	mso-para-margin-bottom:10.0pt; 	mso-para-margin-left:0cm; 	line-height:115%; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:11.0pt; 	font-family:"Calibri","sans-serif"; 	mso-ascii-font-family:Calibri; 	mso-ascii-theme-font:minor-latin; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-theme-font:minor-fareast; 	mso-hansi-font-family:Calibri; 	mso-hansi-theme-font:minor-latin; 	mso-bidi-font-family:"Times New Roman"; 	mso-bidi-theme-font:minor-bidi;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;o:shapedefaults ext="edit" spidmax="1028"&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;o:shapelayout ext="edit"&gt;   &lt;o:idmap ext="edit" data="1"&gt;  &lt;/o:shapelayout&gt;&lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 36pt;"&gt;&lt;!--[if gte vml 1]&gt;&lt;v:shapetype id="_x0000_t75" coordsize="21600,21600" spt="75" preferrelative="t" path="m@4@5l@4@11@9@11@9@5xe" filled="f" stroked="f"&gt;  &lt;v:stroke joinstyle="miter"&gt;  &lt;v:formulas&gt;   &lt;v:f eqn="if lineDrawn pixelLineWidth 0"&gt;   &lt;v:f eqn="sum @0 1 0"&gt;   &lt;v:f eqn="sum 0 0 @1"&gt;   &lt;v:f eqn="prod @2 1 2"&gt;   &lt;v:f eqn="prod @3 21600 pixelWidth"&gt;   &lt;v:f eqn="prod @3 21600 pixelHeight"&gt;   &lt;v:f eqn="sum @0 0 1"&gt;   &lt;v:f eqn="prod @6 1 2"&gt;   &lt;v:f eqn="prod @7 21600 pixelWidth"&gt;   &lt;v:f eqn="sum @8 21600 0"&gt;   &lt;v:f eqn="prod @7 21600 pixelHeight"&gt;   &lt;v:f eqn="sum @10 21600 0"&gt;  &lt;/v:formulas&gt;  &lt;v:path extrusionok="f" gradientshapeok="t" connecttype="rect"&gt;  &lt;o:lock ext="edit" aspectratio="t"&gt; &lt;/v:shapetype&gt;&lt;v:shape id="_x0000_s1026" type="#_x0000_t75" style="'position:absolute;"&gt;  &lt;v:imagedata src="file:///C:\DOCUME~1\Carol\CONFIG~1\Temp\msohtmlclip1\01\clip_image001.png" title=""&gt;  &lt;w:wrap type="square"&gt; &lt;/v:shape&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span class="attribute-value"&gt;&lt;img src="http://i135.photobucket.com/albums/q147/expressohogwarts2/presentes/imagens/28800751cpia.gif" /&gt;&lt;/span&gt;Se você gosta de tramas engenhosas que são quase um quebra-cabeças, mafiosos italianos na Nova York da década de 30, alquimia, psicopatas banhados em sangue e um trem no melhor estilo Expresso do Oriente, então &lt;b style=""&gt;Baccano&lt;/b&gt; é a história certa para você.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Baseado na seqüência de &lt;i style=""&gt;light novels&lt;/i&gt; (sim, de novo... estão em alta, não? É bem o terceiro anime que comento aqui que nasceu de uma série de light novels...) escrita por Narita Ryohgo, a série tem treze episódios e mais três ovas, tendo sido animado pelo estúdio Aniplex, o mesmo que nos trouxe Fullmetal Alchemist (aliás, falando em FMA, vocês ouviram falar que vai sair uma nova temporada do anime?).&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;A ambientação é na Nova York da época da Lei Seca – em certos aspectos, Baccano me faz lembra muito O Poderoso Chefão e, só por isso, já valeria à pena ser assistida. Não é, contudo, uma série para estômagos fracos, há muitas seqüências violentas e de tirar o fôlego – a luta de Chane, Ladd e Rail Tracer no alto dos vagões do &lt;i style=""&gt;Flying Pussyfoot&lt;/i&gt; é um exemplo emblemático disso.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Acho que estou indo muito rápido, não? Ok, vamos por partes... A palavra &lt;i style=""&gt;baccano&lt;/i&gt; significa, em italiano, “barulho”, “tumulto”, embora Narita diga que traduz a palavra como “comoção estúpida”. Há três linhas principais da história – a primeira (embora só haja um episódio dedicada a ela) em 1711, quando um grupo de alquimistas invoca um demônio para que este lhe dê o elixir da imortalidade, depois, contadas simultaneamente, os arcos de 1930, quando Firo Prochainezo é “promovido” a executivo da Camorra (organização mafiosa originária da região de Nápoles na Itália); 1931, quando do seqüestro dos passageiros a bordo do Flying Pussyfoot e 1932, com a jornada de Eve Genoard atrás do paradeiro de seu irmão, Dallas.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;O primeiro capítulo é bastante confuso, já que somos apresentados a todos os personagens que seguiremos ao longo da série, sem entender exatamente como cada um deles se relaciona com o outro e o que ele significa para a história. È como abrir a caixa do quebra-cabeças e não ter qualquer idéia de como começar a trabalhar.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Esse talvez seja um dos poucos pontos a se criticar de Baccano. É preciso agilidade de raciocínio para acompanhar todas as idas e vindas do roteiro; às vezes você acaba se perdendo na confusão de personagens e linha temporal, mas, passado o primeiro susto, você é altamente recompensado.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;Cada personagem tem um background interessante e, de alguma forma, acaba contribuindo na grande comoção que será a junção dos elementos alquimistas imortais, mafiosos, ladrões insanos e psicopatas assassinos. Dificilmente se pode classificar qualquer coisa como clichê; você nunca sabe exatamente o que esperar a seguir.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;A trilha sonora é maravilhosa, caprichando no Jazz – a música de abertura, &lt;i style=""&gt;Gun’s &amp;amp; Roses&lt;/i&gt; já está, obviamente, na minha playlist. A animação foi muito bem feita, ótimos &lt;i style=""&gt;characters designs&lt;/i&gt; (é, e eu me apaixonei pelo Firo...); até a dublagem ficou perfeita – personagens como Isaac, Miria e Ladd não seriam a mesma coisa sem as vozes que os caracterizam.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;!--[if gte vml 1]&gt;&lt;v:shape id="_x0000_s1027" type="#_x0000_t75" style="'position:absolute;left:0;text-align:left;margin-left:697.25pt;" allowoverlap="f"&gt;  &lt;v:imagedata src="file:///C:\DOCUME~1\Carol\CONFIG~1\Temp\msohtmlclip1\01\clip_image003.png" title=""&gt;  &lt;w:wrap type="square"&gt; &lt;/v:shape&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if !vml]--&gt;&lt;br /&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Uma pérola meio perdida na temporada de 2007. Uma pena que Baccano não tenha tido tanta divulgação, embora o AlchemistProject o tenha incluído em sua linha, junto com FullMetal e Busou Renkin.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;/p&gt;&lt;center&gt;&lt;a href="http://s135.photobucket.com/albums/q147/expressohogwarts2/presentes/imagens/baccano1ccpia.gif" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://i135.photobucket.com/albums/q147/expressohogwarts2/presentes/imagens/th_baccano1ccpia.gif" alt="Photobucket" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2187791068596331616-854490944480002490?l=journaltsuru.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://journaltsuru.blogspot.com/feeds/854490944480002490/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://journaltsuru.blogspot.com/2009/07/desconstruindo-lulu-baccano.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2187791068596331616/posts/default/854490944480002490'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2187791068596331616/posts/default/854490944480002490'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://journaltsuru.blogspot.com/2009/07/desconstruindo-lulu-baccano.html' title='Desconstruindo Lulu: Baccano!'/><author><name>Katchiannya</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ea2PNIOcTB4/ShNaFT6IUMI/AAAAAAAAACk/RQ5oBDCUw84/S220/2l9k2vr.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2187791068596331616.post-2435939671049914011</id><published>2009-07-02T09:10:00.000-07:00</published><updated>2009-07-02T09:12:13.099-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='literatura'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='lulu-sempai'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='resenhas'/><title type='text'>Para ler: Mortal Instruments (por Lulu-sempai)</title><content type='html'>&lt;center&gt;&lt;img src="http://i30.photobucket.com/albums/c313/Silver9/O%20teto%20da%20coruja/books.jpg" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:85%;" &gt;Havia um garoto. Quando o garoto tinha seis anos de idade, seu pai lhe deu um falcão para que ele o treinasse. Falcões são caçadores de outras aves, seu pai lhe disse, os Caçadores de Sombras dos céus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O falcão não gostava do garoto e o garoto não gostava dele também. Seu bico afiado o deixava nervoso, e seus olhos claros pareciam estar sempre observando-o. Ele o atacaria com bico e garras toda vez que ele chegasse perto: por semanas seus pulsos e mãos estavam sempre sangrando. Ele não sabia disso, mas seu pai havia selecionado um falcão que vivera selvagemente por mais de um ano. E assim, era quase impossível domá-lo. Mas o garoto tentou, porque seu pai havia dito para fazer o falcão obediente e ele queria fazê-lo orgulhoso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele permaneceu com o falcão constantemente, mantendo-o acordado conversando com ele ou tocando música para ele, porque a uma ave cansada é supostamente mais fácil domar. Ele aprendeu o equipamento: os jesses, o capuz, as luvas, a leash que segurava a ave ao seu pulso. Ele deveria manter o falcão cego, mas ele não conseguia fazê-lo – em vez disso, tentava sentar onde a ave podia vê-lo enquanto ele a tocava e acariciava suas asas, tentando convencê-lo a confiar nele. Ele o alimentava de sua própria mão, e, a princípio, ele não comia. Mais tarde, comida tão selvagemente que seu bico cortou a pele de sua palma. Mas o garoto estava contente, porque era progresso, e porque ele queria que a ave o conhecesse, mesmo que ela tivesse que consumir seu sangue para que isso ocorresse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele começou a ver que o falcão era belo, que suas finas asas era feitas para a velocidade do vôo, que ele era forte e rápido, feroz e suave. Quando lançado do chão, ele se movia como luz. Quando ele aprendeu a circular e vir ao seu pulso, ele quase gritou de alegria. Algumas vezes, a ave pousava em seu ombro e colocava o bico em seu cabelo. Ele sabia que seu falcão o amava e, quando ele estava certo de que não apenas o havia domado, mas perfeitamente também, ele foi procurar seu pai para mostrar a ele o que havia feito, esperando que ele ficasse orgulhoso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em vez disso, o pai tomou a ave, agora domada e confiante, em suas mãos e quebrou seu pescoço. ‘Eu disse que era para fazê-lo obediente’, seu pai disse, e largou o corpo sem vida do falcão no chão. ‘Em vez disso, você o ensinou a amá-lo. Falcões não são criados para serem amados animais de estimação: eles são ferozes, selvagens e cruéis. Esta ave não estava domada; estava quebrada’.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois disso, o pai deixou que ele chorasse sobre a ave, até que eventualmente mandou um servo levar o corpo do falcão e enterrá-lo. O garoto nunca mais chorou, e nunca esqueceu o que aprendera com aquela lição: que amar é destruir e ser amado é ser aquele que é destruído.&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;(City of Bones – Cassandra Clare)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Descobri Cassandra Clare por puro acaso. Estava olhando o site &lt;a href="http://www.twilighted.net/index.php"&gt;Twilighted&lt;/a&gt; atrás de boas histórias para ler (um dia falarei sobre ele, mas não hoje) quando bati no mouse sem querer e fui parar no site da &lt;i&gt;Amazon&lt;/i&gt;, direto em &lt;i&gt;Cidade dos Ossos&lt;/i&gt;, o primeiro livro da trilogia &lt;i&gt;Mortal Instruments&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sei exatamente o que me chamou a atenção no sumário do livro – talvez a menção de que era uma história de ficção fantástica – e acabei por voltar para o &lt;i&gt;Twilighted&lt;/i&gt;, onde eu sabia ter visto alguma coisa falando dessa autora, embora nunca antes tivesse parado para ver o que era.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tratava-se do anúncio de concurso de histórias originais e de uma entrevista com a autora. Foi então que descobri que Cassandra Clare começara como autora de fanfics, antes de ir parar na lista de mais vendidos do &lt;i&gt;New York Times&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se faltava alguma coisa para prender de vez minha atenção, agora não faltava mais. Como não estava assim tão convencida de que valia à pena importar o livro, saí catando por aí até achar os três livros em inglês para baixar e, quase imediatamente, pus-me a ler.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;*Se você não quer saber do que se trata a história e prefere esperar até que alguma editora brasileira se interesse por trazer os livros, por favor, pule os próximos três parágrafos*&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ok, lá vai o resumo da história: Clary, uma garota aparentemente normal vê seu mundo virar de ponta-cabeça quando descobre a existência de demônios, meio-demônios e caçadores de demônios (mais conhecidos como &lt;i&gt;shadowhunters&lt;/i&gt;); sua casa é atacada, sua mãe desaparece e ela então descobre que a mãe era uma caçadora renegada que tinha mexido em sua memória para que ela não soubesse nada desse “outro mundo”. No processo de tentar encontrar a mãe e descobrir a verdade sobre tudo que esconderam dela em seus quinze anos de vida, Clary vai topar com Jace, um &lt;i&gt;shadowhunter&lt;/i&gt; por quem acabará se apaixonando – sendo correspondida. Ao longo do caminho, Clary descobre que o grande vilão da história, Valentine, é seu pai e que Jace é seu irmão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Valentine também foi um &lt;i&gt;shadowhunter&lt;/i&gt;, só que se revoltou com o mundo depois que o Conselho decidiu fazer um acordo de paz com os demônios menos perigosos. Ele então fez um acordo com os demônios maiores do Inferno para poder destruir o Conselho, os demônios menores e promover uma grande cruzada de “limpeza racial” contra qualquer um com sangue demônio. Para tanto, ele precisa da “Taça Mortal”, um dos três Instrumentos Mortais, a qual transforma crianças em caçadoras, de modo que ele possa criar seu próprio exército e marchar contra o mundo para fazer dele um lugar melhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;500 páginas e um livro de angustiantes tentativas de reprimir seus sentimentos nada fraternos, Jace e Clary descobrem que não são irmãos, matam Valentine e vão de mãos dadas rumo ao pôr-do-sol.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ok, sem pôr-do-sol, mas deu para entender a história por cima. Há qualquer coisa de familiar no plot?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claro, há muito mais em &lt;i&gt;Mortal Instruments&lt;/i&gt; do que meu super resumo de três parágrafos. Cassandra Clare tem seus momentos (como no trecho que abre esse artigo), especialmente quando usa de sarcasmo e seus personagens, embora não sejam lá tão profundos, são interessantes e razoavelmente bem construídos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar das óbvias semelhanças de Valentine e Voldemort, eu gostei de Valentine como vilão. Ele é um cara que sabe jogar xadrez; manipulativo e inteligente, cheio de táticas e extremamente carismático: todos os personagens da velha guarda que lutam contra ele um dia estiveram ao seu lado e o amaram profundamente, incluindo Lucien, um dos líderes de lobisomens, que, apesar de ter se apaixonado pela esposa de Valentine (mãe da Clary e que passa boa parte da história num coma magicamente induzido), sempre o viu como um seu irmão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que deixa a desejar na história é a confusão de personagens e “missões” – a busca pelos Instrumentos Mortais lembra algo das buscas pelo Santo Graal. O lado religioso, traduzido na história de que os &lt;i&gt;shadowhunters&lt;/i&gt; surgiram quando um anjo misturou seu sangue com o sangue dos homens na Taça Mortal e depois lhes deu de beber dela, é meio forçado, especialmente se comparado ao trunfo que foi esse elemento em &lt;i&gt;His Dark Materials&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os elementos para um bom livro estão lá; só que meio jogados de qualquer jeito. Talvez isso se deva justamente ao fato de que Cassandra Clare começou como uma autora de fics, um estilo em que muito mais “brincamos” com noções e personagens que já existiam do que criamos algo de verdade. Falta a &lt;i&gt;Mortal Instruments&lt;/i&gt; um sopro de novidade, de diferente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda assim, é um entretenimento razoável, garantindo algumas boas risadas diante das tiradas irônicas entre os adolescentes da trama. Enfim, uma boa pedida para a Sessão da Tarde.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2187791068596331616-2435939671049914011?l=journaltsuru.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://journaltsuru.blogspot.com/feeds/2435939671049914011/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://journaltsuru.blogspot.com/2009/07/para-ler-mortal-instruments-por-lulu.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2187791068596331616/posts/default/2435939671049914011'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2187791068596331616/posts/default/2435939671049914011'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://journaltsuru.blogspot.com/2009/07/para-ler-mortal-instruments-por-lulu.html' title='Para ler: Mortal Instruments (por Lulu-sempai)'/><author><name>Katchiannya</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ea2PNIOcTB4/ShNaFT6IUMI/AAAAAAAAACk/RQ5oBDCUw84/S220/2l9k2vr.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://i30.photobucket.com/albums/c313/Silver9/O%20teto%20da%20coruja/th_books.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2187791068596331616.post-1840604464965081010</id><published>2009-07-02T09:07:00.000-07:00</published><updated>2009-07-02T09:12:29.836-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='literatura'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='lulu-sempai'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='resenhas'/><title type='text'>Para ler: Night World 01 (por Lulu-sempai)</title><content type='html'>&lt;center&gt;&lt;img src="http://i30.photobucket.com/albums/c313/Silver9/O%20teto%20da%20coruja/c21652.jpg" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:85%;" &gt;O Mundo Noturno não é um lugar. Ele está todo ao nosso redor. As criaturas do Mundo Noturno são belas e mortais e irresistíveis para os humanos. Seu melhor amigo pode ser um – assim como sua paixão secreta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As leis do Mundo Noturno são muito claras: humanos nunca devem aprender sobre a existência do Mundo Noturno. E membros do Mundo Noturno não devem nunca se apaixonarem por humanos. Viole as leis e as conseqüências são terríveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vampiros, lobisomens, bruxas, troca-formas – eles vivem entre nós sem nosso conhecimento. O Mundo Noturno é sua sociedade secreta, uma sociedade secreta com regras muito estritas. E apaixonar-se quebra todas as leis do Mundo Noturno.&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;(Night World volume 01 – L. J. Smith)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pergunta que não quer calar é, provavelmente, onde é que eu encontro esses livros obscuros que quase ninguém ouviu falar por essas terras abaixo do Equador. Bem, eu costumo ir nas livrarias da cidade, me sentar e olhar tudo o que tem de novo por lá. Eu recebo emails do &lt;a href="http://www.fanfiction.net"&gt;Fanfiction.net&lt;/a&gt; alertando novas histórias de autores que li muito tempo atrás e descubro que eles começaram a escrever uma fantástica história baseada num livro de que nunca ouvi falar. Eu os encontro por acaso em fóruns que freqüento por aí. Volta e meia, encontro um pequeno tesouro na pilha de “fast-food” literário que parece imperar por aí.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Descobri a série &lt;i&gt;Night World&lt;/i&gt; através de um fórum sobre vampiros. Estava pesquisando algumas coisas para escrever e dei de cara com a resenha de &lt;i&gt;Secret Vampire&lt;/i&gt;, o primeiro dos dez livros que compõem a coleção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A princípio, eu quase caí da cadeira de rir do título, no melhor estilo romance de banca de ser. O Vampiro Secreto era, realmente, uma coisa no mínimo, divertida. Saí catando mais informações, cheguei a um site com os resumos dos livros e dos personagens... E, de repente, não mais que de repente, eu precisava desesperadamente colocar minha mão nesses livros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lá vou eu catar nos sites onde usualmente baixo os livros que quero ler, mas não havia nada de Night World (embora eu tenha encontrado a série &lt;i&gt;The Vampire Diaries&lt;/i&gt; que, de acordo com minhas pesquisas, é o grande ‘hit’ da Lisa Jane Smith). Passo à Saraiva então e encontro uma edição com os três primeiros livros da série em um único volume.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estava barato, eu tinha desconto no cartão fidelidade e eis que encomendo o danado. O prazo de entrega era de sete semanas, mas, surpreendentemente, chegou em duas. No meio tempo, apareceu &lt;i&gt;Secret Vampire&lt;/i&gt; para baixar em português, mas aí eu já tinha encomendado mesmo e preferi ler no papel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Devorei as 730 páginas do livro em um final de semana – esses dias estive indo dormir mais de meia-noite porque simplesmente não &lt;i&gt;conseguia&lt;/i&gt; deixar de ler. E hoje, depois de teimar com um atendente da Saraiva para que ele conseguisse os outros volumes para mim, acabei fazendo a encomenda pela Cultura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ok, então, essa será uma resenha em três partes – quatro, se o último livro que está previsto para ser lançado esse ano sair mesmo. Como só tenho o primeiro volume aqui, não posso falar nada das outras histórias, mas creio que elas serão tão apaixonantes quanto as primeiras com que tive contato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A primeira coisa a saber sobre Lisa Jane Smith é que ela escreve despretensiosamente. Ou, ao menos, é assim até o começo do Apocalipse; como ainda não li nenhum dos livros em que se inicia a busca pelos &lt;i&gt;Wild Powers&lt;/i&gt;, não tenho como dizer. O caso é que, ela não te enrola com grandes construções sintáticas e referências religiosas. Em vez disso, ela escreve de forma fluida e simples, o que só acrescenta à sua atração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Colocar no centro de suas atenções um conceito como o “princípio da alma gêmea” foi um risco. Basicamente, a idéia do &lt;i&gt;soulmate principle&lt;/i&gt; é a seguinte: ela é uma teoria do Night World que sugere que cada pessoa tem uma alma gêmea, uma única pessoa que é perfeita para ela e é seu destino. Sua alma gêmea seria alguém com quem você compartilhasse uma profunda conexão e com quem você compartilharia pensamentos com um único contato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso não significa que você seja obrigado a ficar com sua alma gêmea, nem que você vá encontrá-la necessariamente. Em &lt;i&gt;Spellbinder&lt;/i&gt;, Thea observa que essa é magia antiga e se surpreende que ela esteja reaparecendo (provavelmente um efeito colateral da proximidade do Apocalipse...). Em &lt;i&gt;Daughters of Darkness&lt;/i&gt;, Rowan observa para a irmã mais nova quando Jade insiste que ela e Mark são almas gêmeas que o que eles tinham era um amor puro, inadulterado pela magia e que ela deveria se sentir feliz por isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A verdade é que, sim, uma vez que você tenha encontrado sua alma gêmea, você se sentirá inevitavelmente atraído e conectado por ela, mas a escolha, ao final, é sua; você tem o livre-arbítrio (e chegaremos a isso mais adiante).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez seja melhor explicar isso com os exemplos de cada livro antes que eu embaralhe a cabeça de vocês...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar do título meio ridículo, &lt;i&gt;Secret Vampire&lt;/i&gt; é uma excelente história. Tudo começa no início das férias de verão, com a protagonista Poppy fazendo planos e mais planos, enquanto tenta ignorar uma estranha dor no pé da barriga que a acompanha já faz quase um mês. Ela não consegue mais esconder de sua mãe, porém, quando quase desmaia na cozinha, que a leva quase que imediatamente ao hospital onde, feitos os devidos exames, sai o diagnóstico: cânecer no pâncreas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse tipo de câncer é um dos que tem maior índice de mortalidade, pois de difícil diagnóstico e silencioso; quando vem começar a aparecer sintomas, a doença já está avançada. Para completar, Poppy está com metástase, o que significa que ela tem alguns meses, talvez semanas de vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É aí que entra James.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;James é o melhor amigo de Poppy desde que eles eram crianças. E é, também, um vampiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ok, eu sei que você deve estar se perguntando “ele é um vampiro e eles se conhecem desde que eram crianças?”. Por isso, vamos abrir um parêntesis (o primeiro de muitos...) para explicar sobre os vampiros em Night World.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vampiros continuam bebendo sangue e sendo imortais, podendo se curar de qualquer ferida, exceto por aquelas infligidas por madeira – as estacas são, portanto, bastante eficientes. Vampiros também podem morrer queimados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eles se movimentam mais rápido, vêem melhor e escutam melhor que os humanos. Podem ainda controlar mentes, apagar memórias... a luz do sol, embora não lhes seja prejudicial, afeta seus poderes, deixando-os um pouco mais enfraquecidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há dois tipos de vampiro no Night World. Os &lt;i&gt;lamia&lt;/i&gt; nascem vampiros; são descendentes da primeira vampira, Maya e são capazes de ter filhos e de ficar mais velhos, parando o processo de envelhecimento quando quiserem (embora, se quiserem voltar a envelhecer, seu corpo irá ‘acelerar’ até a idade que ele deveria ter se não tivesse se congelado no tempo).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;James, obviamente, é um &lt;i&gt;lamia&lt;/i&gt;, já que Poppy o conheceu criança e eles praticamente cresceram juntos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O segundo tipo de vampiro é daqueles que nasceram humanos e foram transformados ou compartilhar do sangue de vampiros. Diferentemente dos &lt;i&gt;lamia&lt;/i&gt;, eles não envelhecem e não são capazes de ter filhos. São, invariavelmente, transformados bem jovens, visto que o corpo humano totalmente maturado não suporta as mudanças necessárias durante a transformação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ok, então... voltando á história. Poppy está morrendo de câncer e James tenta encontrar alguma forma de salvá-la. A bruxa que ele procura diz que não há nada que se possa fazer. Quando ele visita seu pai (que é, ironicamente, um terapeuta), este apenas observa friamente que James pode terminar com a vida de sua amiga para que Poppy não sofra demais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É quando James decide transformá-la. E, já que ele vai mesmo quebrar a primeira lei e revelar sobre Night World, no processo criando uma vampira ilegal, não há nada mais justo que reconhecer os sentimentos que ele passou a última década reprimindo: não há ninguém com quem ele se importe mais no mundo que Poppy e, sim, ela é a alma gêmea dele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até então, James evitara agir nesses sentimentos especialmente por seu passado meio traumático – quando criança, ele tinha uma babá humana, a qual ficou muito apegado. Seus pais, achando que isso não era muito recomendável, levaram-no para umas férias e, por esse tempo, mantiveram-no sem se alimentar. Quando voltaram para casa, os pais mandaram a babá para junto dele e, louco pela sede, James a atacou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando percebeu o que tinha feito, ele tentou transformar a mulher em vampira. Mas, antes que pudesse fazê-la beber o suficiente de seu sangue, seu pai voltou, impedindo-o. Isso fez com que ela passasse por uma espécie de transformação incompleta, transformando-se num cadáver ambulante em decomposição, até que seu pai a enterrou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que coisa, não?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;James consegue convencer Poppy a se tornar uma vampira... mas aí entra Phil, o irmão mais velho de Poppy na história... e, mais tarde, Ash, o primo meio maligno de James. Não vou contar muito mais que isso para não estragar a história para quem quiser ler. Em todo caso, &lt;i&gt;Secret Vampire&lt;/i&gt; serve para dar um panorama geral do que esperar a seguir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E assim, chegamos a &lt;i&gt;Daughters of Darkness&lt;/i&gt;, estrelando o malicioso e muitas vezes cruel Ash Redfern (que fez uma ponta no primeiro livro ‘seqüestrando’ a Poppy e dando em cima dela, deixando James furioso).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo começa com Rowan, Kestrel e Jade Redfern, irmãs de Ash, fugindo de casa e indo parar num final de mundo chamado Briar Creek, no Oregon. Elas procuram a tia, Opal, que há muitos anos deixou também o Night World para trás, sendo considerada uma traidora da família. Quando chegam lá, contudo, encontram a tia com uma estaca no peito, morta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de uma grande discussão, elas decidem enterrar a tia e ficarem por ali mesmo. Contudo, acabam sendo vistas de longe por sua vizinha, Mary-Lynnete, que está numa colina ali perto observando estrelas com seu telescópio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mary-Lynnete, movida pela curiosidade e intuição, começa a investigar as irmãs Redfern... no processo, seu irmão, Mark e Jade, a caçula das três recém-chegadas, se apaixonam. Ash surge para investigar o que aconteceu e carregar as irmãs de volta, nem que seja à força (ou usar de meios mais extremos, se necessário).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não demora muito para que Mary-Lynnete e Mark descubram a verdade sobre a morte de Opal Burdock ou que suas novas vizinhas são vampiras. Num acordo para que os humanos protejam o segredo e as vampiras não matem ninguém, eles participam de uma cerimônia, tornando-se assim irmãos de sangue.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse meio termo, Ash e Mary-Lynnete se conhecem e, no momento em que se tocam, fogos de artifício estouram entre eles. Ash reconhece a ligação imediatamente. Mary-Lynnete, por sua vez, expulsa-o de casa aos chutes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto tenta encontrar o assassino da tia Opal e das cabras (eu quase tive uma crise de riso ao fazer a ligação com os chupa-cabras...), convencer Ash a deixar as irmãs em Briar Creek, e lidar com seu irmão apaixonado, Mary-Lynnete aos poucos percebe que o vampiro metido pode ser exatamente aquilo que ela sempre quis em alguém a vida inteira: a pessoa com quem poderia compartilhar a noite e as estrelas, sua maior paixão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se Ash conseguirá ou não convencer Mary-Lynnete de que é capaz de mudar seus pontos de vista – considerando humanos como vermes e flertando como se não houvesse amanhã, isso vocês só descobrirão lendo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chegamos então a &lt;i&gt;Spellbinder&lt;/i&gt;, o terceiro livro da saga e último no volume 1. A história gira em torno de Thea e Blaise Harman, bruxas e descendentes diretas de Hellewise, a irmã de Maya, a primeira vampira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As duas são primas, mas, tendo perdidos ambos os pais muito cedo, foram criadas pela avó, que é também a principal figura da Trindade que governa sobre a sociedade dos bruxos, Edgith Harman. Thea é do círculo &lt;i&gt;Twilight&lt;/i&gt;, que significa que utiliza magia branca, enquanto Blaise é do círculo &lt;i&gt;Midnight&lt;/i&gt;, que utiliza magia negra. Apesar de serem como luz e escuridão – Hellewise e Maya, as duas se tratam e se amam uma a outra como irmãs.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tendo sido expulsas quatro ou cinco vezes por causa das confusões que Blaise costuma armar com garotos, a história começa com as primas em seu primeiro dia de aula numa escola nova. Ao chegarem, um grupo de alunos está provocando uma cobra e Thea imediatamente tenta proteger o animal, alcançando sua mente... até ser tirada do meio de um bote certeiro por Eric, que, por sua vez, é picado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Thea cura a picada da cobra com magia, confundindo-o para que ele não perceba o que ela fez. Apesar disso, Eric é capaz de perceber que há algo de diferente nela... e quando eles se tocam...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Princípio das almas gêmeas, claro. Pesquisando um pouco do que eu ainda não li, descobri que esse súbito &lt;i&gt;boom&lt;/i&gt; de pessoas do Mundo Noturno apaixonando-se irrevogavelmente por humanos tem a ver com o despertar dos Antigos Poderes, a proximidade do Milênio e a ameaça do final do mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só para termos de curiosidade... os primeiros livros da série Night World foram lançados em 1996. O décimo e último livro está previsto agora para 2009, revelando se o círculo &lt;i&gt;Daybreak&lt;/i&gt; conseguiu encontrar e proteger todos os &lt;i&gt;Wild Powers&lt;/i&gt;, ou o mundo está bem ferrado com todos aqueles dragões bombardeando as cidades como se fossem ogivas nucleares...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em suma, naquela época, estava todo mundo esperando pelo fim do mundo ao final de 1999. O que me faz lembrar X/1999 com suas profecias, e os Dragões da Terra contra os Dragões do Céu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estou me adiantando e enrolando como sempre e esse post já alcançou a quinta página no Word. Vamos voltar às bruxas e Eric.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, Blaise decide que seu novo ‘toyboy’ será o próprio Eric... Thea, ao perceber a possibilidade (ou a certeza) de que ele seja sua alma gêmea está desesperada com visões de julgamento e tenta, de todas as formas, afastar-se dele, até perceber que, se não intervir, a prima irá destruir o rapaz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Querendo ou não, Thea acaba por se aproximar de Eric. A paixão em comum por animais e a natureza tranqüila e pacificadora deles faz com que sejam um casal perfeito. Thea se vê cada vez mais apaixonada pelo rapaz e ele mesmo está simplesmente encantado por ela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, apesar de ser um cara bastante racional, quando descobre sobre Thea, Eric não duvida nem por um momento dela. Mais interessante é que, apesar de todos os feitiços de amor que Blaise tenta colocar sobre ele e mesmo que Thea tenta fazer para fazê-lo se apaixonar por outra e assim protegê-lo de uma morte certa – a sentença para qualquer um que quebre as leis de Night World – em nenhum momento ele sequer hesita em seus sentimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando descobre por Thea que Eric pode ser sua alma gêmea, Blaise também percebe o perigo sob o qual Thea está e decide conquistar o rapaz e destruí-lo para salvar aquela que considera sua irmã. Na tentativa de tentar protegê-lo dos encantamentos de Blaise, Thea acaba por soltar um antigo e vingativo espírito... &lt;i&gt;and all hell broke loose&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O próximo livro deve chegar daqui a umas cinco semanas (ou, pelo menos, essa é a previsão). Quando eu terminar o segundo, continuo minha análise da Lisa Jane Smith. Para quem se interessar, o primeiro livro da série Night World foi traduzido pela equipe do site Romances Sobrenaturais e pode ser encontrado para baixar bem &lt;a href=" http://romsobrenatural.blogspot.com/2009/05/lisa-jane-smith-serie-nightworld.html&lt;br /&gt;"&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;p.s.: para quem ficou curioso, aconselho uma visita ao site da Lisa Jane Smith, que vocês podem encontrar &lt;a href=http://www.ljanesmith.net/&gt;aqui&lt;/a&gt;. Há um monte de extras, incluindo galeria de imagens, histórias inéditas (inclusive com personagens de Night World) e acesso ao blog pessoal da autora, com atualização do andamento dos livros entre outras coisas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2187791068596331616-1840604464965081010?l=journaltsuru.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://journaltsuru.blogspot.com/feeds/1840604464965081010/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://journaltsuru.blogspot.com/2009/07/para-ler-night-world-01-por-lulu-sempai.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2187791068596331616/posts/default/1840604464965081010'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2187791068596331616/posts/default/1840604464965081010'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://journaltsuru.blogspot.com/2009/07/para-ler-night-world-01-por-lulu-sempai.html' title='Para ler: Night World 01 (por Lulu-sempai)'/><author><name>Katchiannya</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ea2PNIOcTB4/ShNaFT6IUMI/AAAAAAAAACk/RQ5oBDCUw84/S220/2l9k2vr.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://i30.photobucket.com/albums/c313/Silver9/O%20teto%20da%20coruja/th_c21652.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2187791068596331616.post-8220317378762365938</id><published>2009-07-02T08:41:00.000-07:00</published><updated>2009-07-02T09:12:43.584-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='literatura'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='lulu-sempai'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='resenhas'/><title type='text'>Para ler: Jonathan Strange &amp; Mr. Norrell  (por Lulu-Sempai)</title><content type='html'>&lt;center&gt;&lt;img src="http://i30.photobucket.com/albums/c313/Silver9/O%20teto%20da%20coruja/strange-norrell.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Estendi a minha mão, o sangue dos meus inimigos se congelou nas veias;&lt;br /&gt;Estendi a minha mão; pensamento e memória saíram voando da cabeça dos inimigos como um bando de estorninhos;&lt;br /&gt;Os inimigos se encolheram como sacos vazios&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fui até eles saído da névoa e da chuva;&lt;br /&gt;Fui até eles em sonhos à meia-noite;&lt;br /&gt;Fui até eles num bando de corvos que enchiam um céu do norte na aurora;&lt;br /&gt;Quando se acharam seguros, fui até eles com um grito que quebrou o silêncio de uma floresta invernal...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(...)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dois magos surgirão na Inglaterra...&lt;br /&gt;O primeiro irá me temer; o segundo desejará me ver;&lt;br /&gt;O primeiro será mandado por ladrões e assassinos; o segundo conspirará para a sua própria destruição;&lt;br /&gt;O primeiro enterrará o próprio coração numa escura floresta sob a neve e, ainda assim, sentirá a própria dor;&lt;br /&gt;O segundo verá o seu mais caro bem na mão do inimigo...&lt;br /&gt;O primeiro passará a vida sozinho, será seu próprio carcereiro;&lt;br /&gt;O segundo seguirá por estradas solitárias, a tempestade sobre sua cabeça, em busca de uma torre escura no alto de uma encosta...”&lt;/span&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A Inglaterra parece ser, por excelência, a terra da literatura de ficção fantástica - Tolkien, Lewis, Gaiman, Pratchett, Rowling, para ficar só em alguns dos nomes mais conhecidos, eram todos ingleses (ou deviam à Inglaterra suas raízes, como Tolkien, que nasceu na África do Sul, de pais ingleses).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Susanna Clarke não é uma exceção a essa regra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Autora de contos e novelas, Susanna teve sua primeira grande publicação com o monumental &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Jonathan Strange &amp;amp; Mr. Norrell&lt;/span&gt;, obra que levou dez anos para ser concluída. Seu segundo livro, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;The Ladies of Grace Adieu&lt;/span&gt; (ainda não traduzido no Brasil) revisita o mundo e a mitologia criados no primeiro, aproveitando personagens como o próprio Strange e o Rei Corvo, e homenageando Neil Gaiman - um dos contos dessa antologia toma lugar no outro lado do Muro (quem leu ou assistiu &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Stardust&lt;/span&gt; certamente irá entender).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Classificar as histórias de Susanna e o mundo alternativo que ela criou não parece difícil à primeira vista - obviamente, ela estaria na estante dos livros de fantasia. Numa visita à qualquer grande livraria, é quase certo encontrar os livros ditos de fantasia na seção infanto-juvenil e aqui surge o primeiro erro de "rotulação" - Jonathan Strange &amp;amp; Mr. Norrell definitivamente, não é um livro para crianças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas mais de 800 páginas do romance, a magia se entrelaça à intriga política; numa versão alternativa do que seria a história da Inglaterra (e do mundo) caso houvesse magos nos idos de 1800. Desfilam pelas três partes do livro diversas personalidades conhecidas de qualquer estudante: o rei George III no auge de sua loucura, o Duque de Wellington em suas campanhas pela Europa contra Napoleão (culminando com a batalha de Waterloo, onde Mr. Strange tem um papel importante); Lorde Byron em toda sua devassidão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vários dos personagens de Clarke facilmente transitariam nos salões e bailes das obras de Jane Austen: Drawlight, Lascelles, e os próprios Strange e Norrell, para não citar Lady Pole e Arabella Strange. E essa mistura da Inglaterra vitoriana com uma fantasia muitas vezes sombria é, sem dúvida, um dos grandes charmes da história.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não existe uma linha clara de quem seja o herói ou vilão, se é que existem heróis ou vilões. Onde muitos de seus contemporâneos autores erraram, Clarke acerta em cheio ao tornar seus personagens cheios de falhas e capacidades inteiramente humanas, jamais preto e branco, mas em todos os degraus de cinza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, se temos em Gilbert Norrell a própria imagem do homem mesquinho e avaro - não em termos financeiros, mas em relação ao conhecimento -, vemo-lo ainda como um velho extremamente solitário, cuja carência é revelada quando encontra um igual, Jonathan, a quem faz seu discípulo e sobre quem coloca todas as suas esperanças. E se Strange nos passa uma idéia de coragem, de ação, inconformado com a mediocridade, procurando sempre aprender mais, expandir o horizonte da magia inglesa; ele é também egoísta, cínico, esquecendo de tudo o que o rodeia em prol de seus interesses - incluindo aí a própria esposa, Arabella.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claro, não podemos esquecer do outro par importante da história – Stephen Black, o criado de Sir Walter Pole, ministro de sua majestade e o cavalheiro de cabelos de algodão, rei no mundo das fadas. Stephen é negro; a escravidão fora abolida na Inglaterra, mas não no resto do mundo e ele sente, muitas vezes, a questão de sua cor na pele (sem trocadilhos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O cavalheiro de cabelos de algodão é uma criatura do Outro Reino, com todas as características que a mitologia inglesa empresta a estes personagens – amoral, muitas vezes irracional, e mesmo cruel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, acima de todos os personagens, a sombra de um Rei há muito desaparecido e jamais esquecido – seja por amor ou ódio...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A magia é uma questão à parte dentro da história, com clara inspiração na tradição celta - o cavalheiro de cabelos de algodão, rei de Esperança Perdida, é um sídhe, um habitante do Belo Reino. Seu castelo é um brugh - no interior de uma colina, como os Tuatha Dé Danann, as divindades das mitologias irlandesa e escocesa. O enigmático Rei Corvo, cuja presença permeia conscientemente ou não todas as obras dos dois magos ingleses, é um humano que foi raptado pelo Povo Encantado, tendo sido criado por Oberon e Titania.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na versão alternativa da história inglesa de Clarke, O Rei Corvo teria vindo do Outro Reino, onde já era rei, para o mundo humano, conquistando a Inglaterra do Norte - enquanto a Inglaterra do Sul continuava com as dinastias que conhecemos dos livros. Por trezentos anos ele governou na Inglaterra, no Belo Reino e no Inferno (de acordo com os relatos, ele arrendara de Lúcifer um país por lá...), ao cabo dos quais decidiu viajar e desapareceu, deixando o governo nas mãos do rei da Inglaterra do Sul, que assumiu como regente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a partida do rei, a magia entra em declínio, até que, quatrocentos anos mais tarde, encontra-se a Inglaterra desprovida da mesma. Embora muitos cavalheiros dediquem-se ao estudo da magia, eles são magos apenas teóricos, aprofundando-se nas histórias dos Áureos (magos da época do rei Corvo) e dos Argênteos (que vieram após, quando a magia já começara a declinar), mas incapazes de praticar magia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entram, então, em cena, Mr. Norrell e, mais tarde, Jonathan Strange - os dois magos ingleses; melhor dizendo, os dois únicos magos ingleses. À época, Napoleão ameaça a Europa e os poderes de Norrell e Strange acabam por se tornar uma poderosa arma na guerra contra o "Inimigo da Europa".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Norrell tem a firme vontade de ressuscitar a magia inglesa, mas em suas próprias bases. Para tanto, ele acumula todos os livros de magia que consegue encontrar (impedindo que o grande público possa tomar conhecimento deles), arruína os magos que encontra (ainda que eles sejam incapazes de rivalizar com ele em qualquer campo) e desacredita publicamente tudo aquilo que acredita nocivo para o que chama de "a moderna magia inglesa" - começando pela própria figura do Rei Corvo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando Strange se torna seu discípulo (e é interessante notar que, embora tenha passado a vida inteira temendo o dia em que outro mago surgisse, Norrell o recebe de braços abertos e mais que excitado com as possibilidades que se abrem a sua frente), a princípio, tenta se moldar às crenças de seu mestre. Mas, diferente de Norrell, Strange acredita que nada sobrará à magia inglesa uma vez que dela se tenha extirpado o Rei Corvo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais tarde, essa polêmica acabará por separar os dois - além, é claro, da relutância de Norrell em permitir que o discípulo tenha acesso a certos livros e certas magias. E, com isso, um novo mundo de intrigas e debates começa, com a opinião pública dividindo-se entre os strangitas e os norrelitas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ir muito além que isso estragaria a leitura de quem vai se arriscar no calhamaço que é Jonathan Strange &amp;amp; Mr. Norrell. O que mais posso dizer é que, embora a primeira parte – toda dedicada a Norrell – seja um tanto enfadonha (afinal, não importa quanta comiseração possamos sentir por Norrell mais tarde, ele não deixa de ser uma versão do Scrooge de Dickens, acumulando livros como aquele acumula dinheiro); a partir do segundo livro, a história começa a tomar ritmo e, em certo ponto, você descobre que é incapaz de largar o livro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah, claro, antes que me esqueça, Clarke tem a mesma deliciosa mania de Pratchett de colocar notas para explicar histórias dentro da história, citando inclusive livros que só existem no universo do livro. Nem todo mundo pode gostar disso, mas, bem, eu confesso que adoro...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neil Gaiman – considerado por muitos o maior autor de fantasia da atualidade – fez grandes elogios à obra de Clarke, tanto em relação ao primeiro livro quanto aos contos de The Ladies of Grace Adieu. Susanna foi comparada ainda a Austen e Ann Radcliffe, escritora inglesa de romances góticos no século XIX.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A New Line comprou os direitos sobre a obra e o filme está previsto para 2010 – há notícias de que um diretor seria escolhido agora em abril. Se o filme vai ou não sair ano que vem, por hora, só temos rumores. Enquanto isso, os fãs se regalaram com a notícia de que haveria uma seqüência, centrada em alguns dos personagens secundários, como Vinculus e Childermass.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu, por meu lado, quase não posso esperar...&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2187791068596331616-8220317378762365938?l=journaltsuru.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://journaltsuru.blogspot.com/feeds/8220317378762365938/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://journaltsuru.blogspot.com/2009/07/para-ler-jonathan-strange-mr-norrell.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2187791068596331616/posts/default/8220317378762365938'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2187791068596331616/posts/default/8220317378762365938'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://journaltsuru.blogspot.com/2009/07/para-ler-jonathan-strange-mr-norrell.html' title='Para ler: Jonathan Strange &amp; Mr. Norrell  (por Lulu-Sempai)'/><author><name>Katchiannya</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ea2PNIOcTB4/ShNaFT6IUMI/AAAAAAAAACk/RQ5oBDCUw84/S220/2l9k2vr.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://i30.photobucket.com/albums/c313/Silver9/O%20teto%20da%20coruja/th_strange-norrell.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
